Volare exporta nove micro-ônibus para a Costa Rica

São Paulo – A Volare exportou nove micro-ônibus para a Costa Rica, adquiridos por diversos operadores locais que usarão os veículos no transporte de turistas. O lote exportado é composto por unidades do Fly 9, com capacidade para transportar de 27 a 32 passageiros, dependendo da configuração escolhida por cada cliente.

Cinco unidades serão fornecidas para a Joke Vision e as outras quatro para Metrocop, BBM BIS, Rovicsa e Trans Zumo.

Cartel no mercado de peças gera multa de mais de R$ 5 milhões a empresário ligado à Valeo

São Paulo – O empresário do setor de componentes automotivos Leon Tiberghien foi condenado pelo Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, por participação em cartel que envolvia a fabricação e venda de embreagens para automóveis, comerciais leves e caminhões, tanto para fabricantes de equipamentos originais como para o mercado de reposição.

Tiberghien era ligado à Valeo mas as ações envolveram, também, a Schaeffler e a ZF. De acordo com o Cade foram verificadas “a troca de informações concorrencialmente sensíveis, o alinhamento de estratégias de mercado, a fixação de preços e a divisão de clientes por meio de ações ocorridas no Brasil e na Europa, tendo efeitos no País”.

Embora as práticas anticompetitivas tenham ocorrido de 2003 a 2011 o processo administrativo número 08700.000881/2019-00 foi aberto em 8 de fevereiro de 2019. A condenação veio seis anos depois. Durante o período do inquérito foi celebrado TCC, termo de cessação de conduta, por algumas empresas e, posteriormente, pelas pessoas físicas envolvidas.

A investigação, iniciada a partir de acordo de leniência da Valeo com o Cade, além das pessoas físicas, comprovou que práticas ilícitas ocorreram por meio de reuniões presenciais e troca de e-mails, afetando os mercados OEM e de reposição independente. Segundo o órgão “o cartel visava a preservar as cotas de mercado de cada empresa envolvida, restringindo a concorrência e prejudicando os preços praticados, deixando-os mais caros e lesando consumidores e o mercado como um todo”.

O Cade determinou o pagamento de multa de R$ 5,5 milhõe pelo empresário além da divulgação da decisão e da remessa do processo ao MPF, Ministério Público Federal, e ao MPE SP, Ministério Público do Estado de São Paulo, para eventuais ações de reparação.

O que dizem as empresas citadas no processo

A Valeo informou que apoia e promove, integralmente, as melhores práticas em compliance e antitruste: “Nossa política corporativa reforça o compromisso com os mais altos padrões éticos em todas as operações ao redor do mundo, respeitando integralmente as legislações local e internacional”.

A Schaeffler pontuou que o processo refere-se a fatos que teriam ocorrido há mais de uma década, antes de 2011, e que a multa em questão não foi imposta à companhia mas a pessoa física que não tem relação com a empresa: “Quando a Schaeffler Brasil tomou conhecimento do processo, em 2014, decidiu colaborar com a autoridade para esclarecimento do assunto e esteve sempre à disposição do Cade”.

A ZF disse que também colaborou com as autoridades nas investigações e que não se pronunciará sobre o processo, encerrado conforme decisão publicada pelo Cade: “A ZF reafirma o seu compromisso com valores éticos com clientes, colaboradores e  fornecedores, e declara que é signatária do Pacto Brasil pela Integridade Empresarial,  iniciativa da CGU, Controladoria-Geral da União, como parte de suas ações pela  integridade e transparência nos negócios”.

Fábrica da ZF Limeira recebe prêmio global da companhia

São Paulo – A fábrica da ZF de Limeira, SP, foi condecorada com o ZF Excellence Award 2024, prêmio concedido pela matriz para as melhores iniciativas globais dedicadas à melhoria contínua e à eficiência dos processos produtivos. A unidade foi reconhecida pelo projeto Blitz Kaizen, na categoria Excelência Operacional, que foi desenvolvido para reduzir desperdícios e obter mais eficiência.

Introduzido em 2024 como parte do plano que busca acelerar a transformação lean nas operações de sistemas de direção da ZF o Bitz Kaizen, em quatro meses, rendeu melhorias significativas nas doze linhas de produção aplicadas, que foram preparadas para a digitalização e a automação.

Volkswagen T-Cross alcança meio milhão de unidades produzidas

São Paulo – Primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil o T-Cross alcançou a marca de 500 mil unidades produzidas na fábrica de São José dos Pinhais, PR, desde 2019. Elas abasteceram concessionárias do Brasil e de mais dezessete países da América Latina.

O T-Cross foi, em 2024, o SUV mais vendido do Brasil e da América do Sul, segundo a Volkswagen. É de muita importância para a unidade paranaense, que produziu, em 26 anos, 3 milhões de veículos e que nos próximos meses inicia a produção do Virtus, em paralelo com a fábrica de São Bernardo do Campo, SP, e de uma nova picape.

Mercedes-Benz inicia teste com bateria de estado sólido em veículos elétricos

São Paulo – Engenheiros da Mercedes-Benz, junto com equipe de engenharia da Factorial Energy, uniram-se para criar um programa de testes de baterias de estado sólido em automóveis. Uma unidade do elétrico EQS, da Mercedes-Benz, foi equipada com um protótipo da bateria de estado sólido de lítio metal no fim de 2024 e, desde então, roda em testes na Europa.

Segundo a montadora as baterias de estado sólido possuem uma tecnologia promissora para a indústria automotiva, utilizando eletrólito sólido no lugar do líquido, o que eleva a segurança das células e as torna mais eficientes do que as células convencionais de íon-lítio. As baterias de estado sólido proporcionam maior densidade de energia, aumentam sua capacidade, fornecem mais segurança e garantem peso menor.

As células usadas na bateria de estado sólido foram fornecidas pela Factorial Energy, e os engenheiros da Mercedes-AMG High Performance, subsidiária do Grupo Mercedes-Benz, e o centro de competência da montadora trabalharam em todo o desenvolvimento da nova bateria.

Igor Calvet é nomeado o primeiro presidente executivo da Anfavea

São Paulo – A Anfavea anunciou Igor Calvet como o primeiro presidente executivo de sua história. Desde a sua fundação, em 1956, todos os presidentes que se sucederam eram representantes de empresas associadas, as montadoras. A mudança representa transformação na governança da associação das fabricantes de veículos.

O processo de transição do atual presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, começa imediatamente e se estende até o dia 21 de abril, quando haverá a troca no posto e Igor Calvet assumirá a liderança da entidade.  

Calvet, que trabalha como diretor executivo da Anfavea desde 2023, recebeu a missão de reforçar o seu protagonismo. Com ampla experiência em políticas industriais, comércio exterior e inovação ele acumula passagens pelo MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e pela ABDI, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial.

Graduado em relações internacionais pela UnB, Universidade de Brasília, é mestre e doutorando em ciências políticas pela mesma instituição. Em nota divulgada pela Anfavea na segunda-feira, 24, Calvet afirmou estar comprometido em intensificar o diálogo com o governo e com todo o setor, a fim de buscar soluções aos desafios da indústria automotiva e apoiar sua inovação e a competitividade.

Gestão de Márcio Lima Leite irá até 21 de abril, quando Calvet assumirá. Foto: Divulgação.

Keko encerra recuperação judicial e investe R$ 30 milhões para ampliar produção

São Paulo – A recessão econômica do biênio 2015/2016 acertou em cheio a operação da Keko Acessórios, empresa que iniciou a operação em 1986 em Flores da Cunha, RS. Mas o pedido de recuperação judicial, que já era aventado desde aquela época, só foi protocolado três anos mais tarde, em setembro de 2018, quando as dívidas alcançavam R$ 75,5 milhões.

Corta para dezembro de 2024. Como poucas empresas que conseguem sobreviver ao período de organização das dívidas e renascimento do negócio a Keko, fundada por Henri Mantovani e que tem como CEO seu filho, Leandro Scheer Mantovani, mirou no mercado de personalização de acessórios para picapes e SUVs, pagou fornecedores, manteve montadoras como suas clientes, expandiu a operação e, seis anos depois, regenerou-se.

No ano passado a Keko Acessórios faturou R$ 350 milhões, avanço de 25% em comparação a 2023. A cifra demonstra também que a empresa dobrou de tamanho frente a 2021, quando iniciou trajetória ascendente. E, em comparação a 2018, quando a receita era de R$ 130 milhões, houve expansão de 170%.

Em entrevista à Agência AutoData Leandro Scheer Mantovani relembrou que a dívida da fabricante de capotas, estribos e engates, dentre outros, tem origem no investimento realizado de forma financiada pela empresa em 2009 para inaugurar a atual fábrica da Keko na Serra Gaúcha.

“Em 2015, em meio à crise, os bancos recolheram o capital de giro e estrangulou o nosso caixa. Suportamos por três anos, mas em 2018 começamos a ter paradas de produção por falta de matéria-prima. Após tentativas frustradas de negociações coletivas com o suporte de consultorias optamos pela recuperação judicial.”

A taxa Selic, que balizava o crédito, praticamente dobrou e fez com que o endividamento tivesse um salto e o custo da dívida se tornasse superior ao que o caixa era capaz de gerar. Naquele mesmo ano, em 2018, também houve a saída do fundo de investimentos CRP Participações, que havia adquirido fatia da companhia em 2007.

A gota d’água, porém, foi o cancelamento de projeto de uma fabricante, cujo nome o CEO prefere não falar, que causou uma redução em sua receita de R$ 20 milhões.    “Mesmo assim nunca deixamos de atender as montadoras. Costuramos de forma muito forte a atenção a elas, que são nossas principais clientes”, afirmou Mantovani, ao contar que hoje seguem fornecendo a Ford, Volkswagen, Toyota, Chevrolet, Fiat, Jeep, Mitsubishi, Renault, Nissan, Honda, Mercedes-Benz e Hyundai.

Este conglomerado de marcas deverá prover à empresa 62% de seu faturamento em 2025, sendo 31% de OEM e 31% de peças e acessórios comercializados pelas montadoras nas concessionárias. Do restante, 13% virá do aftermarket, sendo um quarto dos produtos de marca própria, e 25% das exportações.

A fatia dos embarques, inclusive, que historicamente, desde o início dos anos 2000, girava de 16% a 20%, agora será ampliada, aproveitando o dólar na casa dos R$ 6 e a trajetória ascendente do mercado argentino.

Plano é ampliar a produção de 1,5 mil produtos prontos por dia para 1,7 mil este ano e, a partir de 2026, para mais de 2 mil. Foto: Divulgação.

“Durante os anos de recuperação judicial da porta para fora nada mudou, mas, da porta para dentro muita coisa foi alterada. Instalamos uma sala de crise, que foi o nosso grande maestro na superação. Lá todas as manhãs eu me juntava às equipes do financeiro e de suprimentos para garantirmos o dia e solucionar questões de curto prazo, principalmente.”

Passo substancial foi horizontalizar a gestão. Mantovani passou a lidar diretamente com a base, gerentes e supervisores, a fim de prover celeridade nas decisões. Foram enxugados projetos, reduzidos custos, refeitos mercados. O número de funcionários, porém, manteve-se. “No dia em que anunciamos a recuperação judicial levamos grupos de trinta para explicar o cenário e abrir para perguntas e respostas. Alguns, por medo, saíram, mas a maioria permaneceu. Hoje, inclusive, temos efetivo de 475 pessoas.”

O CEO reforçou que desde que entrou em dificuldades a Keko sempre foi muito transparente com as montadoras, o que não resultou na rescisão de contratos, mas no ingresso na chamada área de risco. Por isto era necessária prestação de contas por trimestre e semestre e todos os planos apresentados eram cumpridos.

Os anos de participação do fundo de investimento renderam à empresa a experiência de trabalhar com governança e compliance. Desde 2007 a Keko é auditada. Tanto que o plano de recuperação judicial foi aprovado em 2022 e a companhia ficou por dois anos com acompanhamento, quando pode solicitar a saída definitiva da situação, com a dívida negociada.

Investimento de R$ 30 milhões ampliará e modernizará a produção

O desempenho estimulou a investimento de R$ 30 milhões em 2024 e 2025, alocados na ampliação da estrutura fabril, que ganhará 3,5 mil m2 de área construída, totalizando 28,5 mil m2. Trata-se da primeira ampliação desde a inauguração da fábrica.

Estão sendo adquiridos novos equipamentos e tecnologias, como laser tubo, laser chapa, prensa, dobradoras e centro de usinagem. E, para suportar o crescimento, a empresa está com vagas abertas: a ideia é ampliar o efetivo de 475 para 530 profissionais ainda este ano.

De acordo com o CEO o plano é ampliar a capacidade de produção de 1,5 mil produtos prontos por dia — por exemplo, um par de estribos inclui dois deles mais o suporte — para 1,6 mil a 1,7 mil este ano. A partir de 2026 deverá passar de 2 mil – totalidade que era programada para a unidade desde que ela foi criada, cujo alcance foi postergado por causa da recuperação judicial.

Mantovani apontou também que antes eram feitos produtos de menor valor agregado, equação que agora se inverteu. Ele exemplificou, comparando a capota de lona, cuja produção chega a seiscentas unidades por dia, frente à capota rígida, com sessenta unidades. “Mas o produto é muito complexo e, não à toa, vale dez vezes mais que o de lona. Tem motor, componente eletrônico, então o valor agregado é muito superior.”

Fábrica ganhará 3,5 mil m2 para 28,5 mil m2 na primeira ampliação desde que foi inaugurada. Foto: Divulgação.

O que não mudou nestes seis anos?

Apesar da crise Mantovani foi explícito com relação a não deixar a inovação de lado nem abriu mão de ampliar seu portfólio. Tanto que no próprio ano do pedido de recuperação judicial a Keko adquiriu uma startup chamada Allt, a fim de criar um mercado no Brasil que ainda não tinha sido explorado, o de transformar a carroceria da picape em um porta-malas com as capotas rígidas, tanto no modo manual como no elétrico.

E a este se seguiram lançamentos de modelos de estribos, inclusive elétricos, e foi ampliado o portfólio de capotas de lona. “Nós qualificamos nosso mix de produtos e, de 2023 a 2024, houve muitas novidades de picapes e SUVs, e a Keko participou da maioria delas. Fornecemos para Rampage, RAM, Titano, F-150, F-250 e Toro, dentre outras. O mercado esteve bastante dinâmico e surfamos esta onda.”

As picapes representam atualmente em torno de 80% dos negócios da Keko, segundo o executivo. Para o faturamento a projeção é ampliar em 8% este ano, para R$ 360 milhões, uma vez que o mercado está estabilizando e deverá crescer nesta mesma proporção, de 5% a 8%. Para os próximos anos, a expectativa é que os ganhos de receita se mantenham na casa dos 10%.

“Gato escaldado tem medo de água quente. Agora somos mais conservadores em nossas projeções. Temos uma empresa saudável, rentável e não abriremos mão da saúde financeira e do equilíbrio nosso negócio. Estamos investindo para readequar nossa fábrica para em 2026 com a produção preparada para novos crescimentos. E para transformá-la em uma empresa mais competitiva.”

Bosch desenvolve tecnologia para usar diesel e etanol no motor

Campinas, SP – Pioneira no sistema flex fuel, que permite ao automóvel rodar com qualquer mistura de etanol e gasolina, a Bosch desenvolve uma nova tecnologia para transferir a solução flex para o motor diesel. A ideia é que os veículos possam rodar metade com o combustível fóssil e metade com etanol.

Alguns motores já estão sendo testados, embora nada ainda relacionado a caminhões na estrada – no primeiro momento o objetivo da Bosch são colheitadeiras, locomotivas e o segmento de mineração, essencialmente fora de estrada. No sistema o diesel é injetado no início da operação do motor e o etanol vai sendo gradativamente inserido.

A solução foi apresentada na quinta-feira, 20, a Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Gastón Diaz, presidente e CEO da Bosch América Latina, destacou que o sistema permite uma grande economia de diesel:

“Existem operações na mineração que consomem 1 milhão de litros de diesel por ano. Como o Brasil não é autossuficiente em diesel é algo que impacta na balança comercial. Reduzindo pela metade este consumo menos CO2 é emitido e mais etanol, produzido aqui, é consumido, gerando mais emprego e renda”.

O presidente da Bosch disse que a aposta, neste primeiro momento, é em retrofits: substituir motores em operação por novos propulsores com o sistema instalado. Nos próximos meses a solução deverá ir a testes em campo e a ideia é que, até o fim do ano, a tecnologia esteja disponível.

Cummins moderniza o Laboratório de Ensaios Mecânicos em Osasco

São Paulo – A Cummins ampliou a capacidade e a eficiência do LEM, Laboratório de Ensaios Mecânicos, instalado na fábrica de eixos em Osasco, SP. Uma das novidades mais recentes é o novo Slow Chucker, sistema adotado que permitiu ampliar as capacidades de ensaios estruturais dos eixos.

A empresa também modernizou o seu dinamômetro Four Square, de 350 hp, que está em atualização para atender demandas de validação de eixos de redução de cubo. A expectativa é de que os trabalhos no equipamento acabem ainda no primeiro semestre, trazendo mais agilidade e precisão nos projetos da Cummins:

“Essa evolução tecnológica atenderá a demandas do mercado local”, disse Thabata Prosdoskimis, supervisora de engenharia do produto Cummins no Brasil, “ao mesmo tempo em que fortalece o LEM como um centro global de validação de eixos”.

Mercado peruano registra alta de 18% nas vendas em janeiro

São Paulo – As vendas de veículos leves, no Peru, somaram 16,6 mil unidades em janeiro, incremento de 17,5% sobre janeiro de 2024 e alta ainda maior, de 36,2%, na comparação com dezembro. A AAP, entidade que representa o mercado local, disse, em nota, que este avanço foi puxado pela retomada da confiança das empresas instaladas no país, que compraram mais veículos para trabalhar, como picapes e vans.

Outro fator que ajudou no crescimento foi a maior disponibilidade de veículos importados nas revendas junto com campanhas agressivas de vendas e a maior disponibilidade de financiamento.

Assim como acontece em diversos países da região os SUVs representaram metade das vendas, com 8,3 mil unidades, alta de 23% sobre janeiro de 2024, e picapes e vans somaram 3,8 mil, expansão de 38,9%. Os hatchs foram 2,3 mil, o único segmento que registrou queda, com recuo de 15% na comparação com janeiro de 2024.

As vendas de caminhões chegaram a 1,6 mil unidades, volume 19,9% superior ao de janeiro de 2024 e 22,8% maior que o de dezembro. A maior demanda foi impulsionada pela recuperação de segmentos como mineração, construção civil e manufatura.

Ônibus somaram 340 vendas, expansão de 78% sobre janeiro do ano passado, puxada pela retomada das demandas do transporte de passageiros e de turismo.