Fabíola Góes é a nova COO da 4Truck

São Paulo – A 4Truck, fabricante de implementos rodoviários dedicada à linha leve, anunciou Fabíola Góes como a nova COO. Ela dará suporte direto ao CEO Osmar Oliveira.

Com experiência em gestão e desenvolvimento de negócios Fabíola Góes passou por empresas como WallJobs, Cia de Talentos, CIEE, Bettha, Hub de Carreiras Eniac e Espro. Ao longo de sua carreira destacou-se na liderança de equipes e criação de planos para tornar ótimos os resultados e para transformar a organização.

Graduada em TI ela tem MBA em gestão estratégica de empresas e pessoas pela FGV, extensão em gestão da diversidade nas organizações pela PUC SP e em gestão de projetos pela ESPM.

Petronas inaugura seu primeiro centro de distribuição na Região Norte

São Paulo – A Petronas, fabricante de lubrificantes e fluídos para motores, inaugurou o seu primeiro centro de distribuição na Região Norte, em Benevides, PA. A intenção é melhorar o atendimento dos clientes nos estados do Pará, Amazonas, Roraima e Amapá.

As atividades industriais no Norte cresceram 87,2% em 2024, de acordo com o índice GSI, e por isso a Petronas decidiu “se aproximar dos clientes na região, seja com a oferta de produtos para motocicletas e veículos ou com a sua linha de fluídos para fábricas, veículos pesados e máquinas agrícolas”.

Fiat anuncia patrocínio ao festival Lollapalooza

São Paulo – A Fiat anunciou que será a patrocinadora master da edição de 2025 do festival de música Lollapalooza, que será realizado de 28 a 30 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Os dois SUVs da marca, Fastback e Pulse, foram escolhidos os carros oficiais do evento.

Tradicionalmente o Lollapalooza teve a Chevrolet como seu patrocinador automotivo. Mas a marca, nos últimos anos, optou por direcionar seu investimento em marketing para o reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo, que por muitos anos foi patrocinado pela Fiat. A Volkswagen, por sua vez, é a marca automotiva dos festivais de música Rock in Rio e The Town.

Em comunicado a Fiat informou que em breve serão divulgadas mais informações sobre sua participação no festival. Mas adiantou que um dos palcos do festival, que receberá mais de 25 atrações nos três dias de eventos, levará seu nome, Palco Perry’s by Fiat.

Ford registra aumento de 40% nas vendas de janeiro

São Paulo – A Ford manteve, no Brasil, no primeiro mês de 2025, o ritmo de crescimento registrado em 2024, somando 3,9 mil vendas, expansão de 40% na comparação com igual período do ano passado. A Ranger, produzida na Argentina, foi o seu modelo mais vendido, 2,6 mil unidades, avanço de 48% sobre janeiro de 2024, e as vendas do SUV Territory, produzido na China, cresceram 20%, 612 unidades. 

Com o bom resultado no Brasil a Ford cresceu 43% na América do Sul e conquistou 3,8% de participação de mercado, o maior porcentual desde que a empresa se reestruturou em 2021. A Ranger foi o principal produto para esse crescimento, com 7,4 mil unidades comercializadas, recorde mensal de vendas da picape na região.

Mercado chileno inicia 2025 em crescimento

São Paulo – As vendas de automóveis e comerciais leves somaram 25,8 mil unidades no Chile em janeiro, alta de 2,9% sobre igual período do ano passado. O mercado mantém sua trajetória de recuperação, iniciada no segundo semestre, de acordo com os dados divulgados pela Anac, Associação Nacional Automotiva do Chile.

Para o ano a expectativa da entidade é de que sejam vendidas 310 mil unidades, com alta de 2,5% sobre 2024. Segundo a Anac a retomada nas vendas é reflexo da menor taxa de desemprego, melhores condições para financiamento de veículos e expectativas econômicas melhores.

No primeiro mês do ano foram comercializados 1,2 mil caminhões, volume 12,6% maior do que o registrado em igual mês de 2024, mantendo também a trajetória de alta neste segmento. Para o segmento de caminhões a Anac projeta crescimento de 13,5% em 2025, com 13,8 mil unidades vendidas até dezembro.

Os ônibus somaram 213 vendas em janeiro, alta de 65,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

BYD sobe uma posição no ranking de vendas de janeiro

São Paulo – A BYD subiu uma posição no ranking brasileiro de veículos leves, em janeiro, ao registrar, segundo dados da Fenabrave, cinquenta emplacamentos a mais do que a Nissan, que seguiu para a décima colocação. A BYD registrou 53% de crescimento sobre o resultado do primeiro mês de 2024 e a Nissan ampliou em 7,8% suas vendas.

O mesmo já havia acontecido em novembro, embora no acumulado de 2024 a Nissan tenha permanecido no nono posto. Com o início da montagem de modelos BYD em Camaçari, BA, prevista para este ano, a perspectiva é de briga acirrada pela posição, ainda que a Nissan reserve para o primeiro semestre a produção da nova geração do Kicks em Resende, RJ.

A Fiat manteve sua liderança, com um de cada cinco veículos vendidos no Brasil em janeiro. Vice-líder, a Volkswagen registrou queda nas vendas, assim como a Toyota, que subiu para a quarta posição, e a Hyundai, que caiu para a quinta. Do ranking das dez mais vendidas foram as únicas a ter queda.

Veja o ranking:

Instituto Mauá conduz estudo de viabilidade técnica da gasolina E30

São Paulo – O IMT, Instituto Mauá de Tecnologia, de São Caetano do Sul, SP, foi selecionado para conduzir estudo de viabilidade técnica da elevação da mistura do etanol na gasolina, ponto central do programa do governo federal Combustível do Futuro, criado em outubro a partir da lei 14 993/24. Testes estão sendo realizados e resultados são aguardados para o fim do primeiro trimestre.

Foi o que contou Renato Romio, chefe da divisão de motores e veículos do IMT, à Agência AutoData. “Nós já participávamos das discussões em torno do assunto, como apoio técnico, e fomos contratados pela Unica, que encabeça grupo dos interessados no aumento da mistura do etanol na gasolina, para liderar as pesquisas. O governo, por meio do Ministério das Minas e Energia, coordena o programa e recebe os resultados”.

Associações de produtores de etanol estão investindo de R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões no projeto que envolve o estudo, inclusos a locação de laboratórios e a aquisição de veículos para que sejam testados com gasolina com até 30% de etanol, e a realização de reuniões.

A contrapartida das montadoras, que não estão injetando recursos mas apoiam a pesquisa de viabilidade técnica, envolve o empréstimo de carros e motos e eventual ajuste em motores, caso haja a necessidade, conforme a divulgação dos resultados.

Além disto o MME criou um grupo do qual participam associações do setor, como Anfavea, Fenabrave, Abeifa, Abraciclo e Unica, transformado em comitê de acompanhamento que organiza reuniões regulares acerca dos avanços da pesquisa.

Renato Romio, chefe da divisão de motores e veículos do IMT, contou que estão sendo testados automóveis desde o Proconve L2 até o L8. Foto: Divulgação.

À frente do projeto Romio contou que, a fim de agilizar os resultados, estudo de emissões de poluentes realizado pela Petrobras em 2014 com o E27, com 27% de etanol na gasolina, com o qual a companhia subiu até a tolerância do E30, será utilizado como base para o Combustível do Futuro: “Como já foram avaliados veículos que atendem até o Proconve L6, legislação para emissões da época, vamos complementar a pesquisa com tecnologias L7 e L8”.

Dezesseis veículos a gasolina desde o L2 até o L8 serão testados

Na parte do ensaio de campo, quando será verificado se os carros apresentam falhas e se a partida a frio funciona, por exemplo, serão testados veículos desde o Proconve L2, com E32, ou seja, um pouco acima do estabelecido pela lei, com 32% de etanol, a fim de se certificar de que não haverá problemas de fato.

“Selecionamos modelos mais vendidos e com tecnologias diferentes. A ideia é verificar na pista a aceleração, a retomada de velocidade e fazer testes de lombada, se engasga para sair em segunda marcha, enfim, checar todas as condições de dirigibilidade”, afirmou o chefe da divisão de motores e veículos do IMT, que também é presidente do conselho da AEA.

Ao todo estão sendo avaliados dezesseis automóveis, alguns cedidos por montadoras e entidades, como a Anfavea, especialmente unidades que atendem ao Proconve L7 e L8. Mas, em caso de veículos muito antigos, como um Fiat Uno 1997, por exemplo, foi preciso comprar.

“A idade média da frota brasileira é de dez anos, mas há muitos veículos a gasolina L6. Os flex já são adaptados para ter qualquer mistura de etanol. Para os carros que não toleram um porcentual muito grande de etanol a saída encontrada, desde a época do E27, foi manter a gasolina premium com o E25.”

Quanto às motocicletas, doze no total, estão inclusas todas as etapas do Promot até o M5: “A Mauá já tinha dois modelos de moto, um deles, inclusive, com carburador. Os mais novos, da mesma forma, estão sendo oferecidos por fabricantes e, os mais antigos, tivemos de adquirir”.

Local em que o estudo está sendo desenvolvido, no laboratório do Instituto Mauá de Tecnologia em São Caetano do Sul. Foto: Divulgação.

O plano é que os testes sejam feitos na pista do Rota 127, em Tatuí, SP, e a checagem de partida a frio no próprio campus do IMT. As análises de emissões estão divididas por tipo de veículo: a dos automóveis será feita no laboratório da Timbro, na antiga Jaguar Land Rover em Resende, RJ, e a de motocicletas no centro tecnológico da Yamaha em Jandira, SP.

A equipe do IMT envolvida no estudo é composta por catorze profissionais, sendo, além de Romio, quatro da área de ensaios e análises, três do núcleo de homologações e certificações – apenas a Cetesb e a Mauá são agentes técnicos do Ibama – e outras seis do laboratório de motores e veículos.

No fim de fevereiro será batido o martelo a respeito da eficácia do E30. Em março começam as discussões de adoção da mudança, o que é aguardado para abril, a depender da determinação do CNPE, Conselho Nacional de Política Energética.

Venda de implementos cresce em janeiro e indica mais um ano positivo

São Paulo – As vendas de implementos rodoviários somaram 11,5 mil unidades no primeiro mês do ano, alta de 1,5% na comparação com igual período de 2024, de acordo com dados divulgados pela Anfir, entidade que representa as fabricantes nacionais. O presidente da entidade, José Carlos Sprícigo, disse que os números indicam mais um ano positivo para a venda de implementos:

“O resultado deste primeiro mês ficou dentro da expectativa da Anfir, com o segmento leve se destacando e o pesado registrando volume de emplacamentos abaixo do mesmo mês do ano passado. Mas não é uma situação preocupante”.

A linha leve, de carroceria sobre chassi, registrou crescimento de 25,1% na comparação com janeiro de 2024, somando 5,3 mil vendas. Esse segmento iniciou sua recuperação no ano passado e segue com demanda aquecida, indicando que a retomada deverá seguir em 2025, de acordo com a Anfir. 

Na linha pesada, de reboques e semirreboques, foram comercializados 6,2 mil produtos, recuo de 12,5% sobre o primeiro mês do ano passado. Como citado por Sprícigo esta retração não preocupa a entidade pois as operações logísticas do agronegócio, como a colheita da soja, estão começando e deverão refletir em uma demanda maior nos próximos meses.

Ricardo Gondo é eleito presidente de honra do Simea em 2025

São Paulo – O presidente da Renault do Brasil, Ricardo Gongo, foi eleito presidente de honra da trigésima-segunda edição do Simea, Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva, organizado pela AEA, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. Ele é formado em engenharia mecânica e pós graduado em administração de empresas e trabalha na Renault desde 1996.

A próxima edição do Simea terá o tema Tecnologia e Mobilidade: Futuro Inteligente e Sustentável, com Luciana Giles, da Cummins, à frente da comissão organizadora como coordenadora, e Marinna Silva, da Ford, como vice-coordenadora. O evento será realizado em 13 e 14 de agosto, em São Paulo.

Negociação sobre a fusão da Honda com a Nissan está longe de final positivo

São Paulo – As negociações a respeito de uma possível fusão da Nissan com a Honda estão longe de um desfecho positivo, segundo relatou a Automotive News, citando reportagem do jornal Nikkei, de Tóquio. A Nissan estaria disposta a se retirar das conversas por não concordar com alguns termos colocados à mesa, como a possibilidade de a Honda adquirir uma parcela de sua concorrente para transformá-la em subsidiária.

Outro ponto citado pela publicação asiática diz respeito à composição do board da nova empresa: o controle ficaria na mão da Honda, que teria mais integrantes nomeados e o CEO. Por outro lado a Honda estaria insatisfeita com a lentidão no processo de reestruturação financeira da Nissan.

Segundo o Nikkei a Nissan gostaria de condições de igualdade na fusão e recusou a proposta. As duas empresas informaram, em nota, que o processo de discussão segue e que um anúncio oficial será feito em meados de fevereiro.

Quem olha de fora é a Mitsubishi, que ainda analisa se poderia se juntar à negociação. A união das três montadoras japonesas criaria a terceira maior montadora do mundo, atrás de Toyota e Grupo Volkswagen.

Mesmo se as conversas de fusão não forem adiante seguem em pauta outras maneiras de colaboração, sobretudo em projetos de veículos elétricos.