Volkswagen concede certificação ambiental à rede concessionária

São Paulo – A Volkswagen do Brasil começou a conceder às suas concessionárias a certificação ambiental goTOzero RETAIL, do Grupo VW. Isto acontece após auditoria. As concessionárias que contribuem com a declaração da missão ambiental go TOzero se comprometem a reduzir impactos sobre o meio ambiente.

Segundo Roger Corassa, vice-presidente de vendas e marketing da empresa, a iniciativa demonstra que a sua responsabilidade ambiental agora é multiplicada para a rede de concessionárias: “Estamos trabalhando junto aos nossos parceiros de negócios para criar um ecossistema sustentável, rumo à neutralidade de carbono”.

A certificação tem quatro níveis: Platinum, para padrões ambientais excepcionais, Gold, para excelentes padrões, Silver, elevados padrões, e Bronze, padrões adequados. A auditoria envolve desde aspectos físicos das lojas e questões como gestão de resíduos até a avaliação de treinamento ambiental das equipes e interação com os clientes com relação ao tema.

O Brasil foi o primeiro País a obter a certificação máxima. Na estreia da auditoria ambiental seis revendas participaram e todas foram aprovadas:

  • Carbel Prado: Belo Horizonte, MG – Platinum
  • Importadora Veículos: Maceió, AL – Platinum
  • Belcar Veículos Portal: Goiânia, GO – Gold
  • Caraigá Morumbi: São Paulo, SP – Gold
  • Luson Tarumã: Curitiba, PR – Gold
  • Germânica Volkswagen: São João da Boa Vista, SP – Silver

Juros e inadimplência em financiamentos de veículos recuam em setembro

São Paulo – A taxa de juros média e a inadimplência nos financiamentos de veículos 0 KM apresentaram variação negativa em setembro, segundo levantamento divulgado pelo Banco Central do Brasil na terça-feira, 30, interrompendo a trajetória de ascensão. São variações pequenas, de 0,1 ponto porcentual para baixo na inadimplência e de 0,2 pp no juro, e podem representar apenas oscilação de um mês para o outro.

A inadimplência superior a noventa dias caiu de 4,6%, índice registrado em agosto e julho, para 4,5%, retornando ao patamar de junho. Ficou 0,8 pp abaixo da registrada um ano atrás e representou recuo de 0,7 desde o fim de 2023.

Em setembro os juros médios aplicados aos financiamentos de veículos retornaram ao patamar de julho, 25,5%, após variar para cima até 25,7% em agosto. Foi o primeiro recuo da taxa de juros desde fevereiro.

Desde março a taxa média oscila de 25,4% a 25,7%, sem grandes variações de um mês para o outro. Comparado com setembro do ano passado os juros recuaram 0,5 pp. Com relação ao fim de 2023 o comportamento ficou estável.

Vendas de vans e ônibus crescem na União Europeia

São Paulo – No acumulado do ano as vendas de vans aumentaram 8,5% na União Europeia, totalizando 1 milhão 170 mil unidades. Os quatro principais mercados do bloco apresentaram desempenhos positivos: a Espanha teve alta de 16,7%, seguida por Alemanha com 8,2%, Itália com 7,3% e França com 5,8%.

A venda de caminhões, ao longo dos nove primeiros meses de 2024, caíram 7,5%, para 249 mil 708 unidades. Movimento foi puxado por recuo de 9,5% nos caminhões pesados, e o comércio dos médios cresceu 3% apenas.

Os dados divulgados pela Acea mostram que, embora Espanha e Itália tenham ampliado as vendas de caminhões, em 12% e 2,1%, respectivamente, as quedas na Alemanha, de 7%, e na França, de 4,3%, pesaram mais.

Quanto aos ônibus as vendas avançaram 16% em comparação com o acumulado de 2023, totalizando 27,4 mil unidades. Todos os principais mercados registaram crescimento, com destaque para Espanha, que avançou 21,8%, e Itália, 21%.

Vendas de veículos comerciais elétricos caem na Europa

Com relação ao combustível o diesel foi o preferido das vans de janeiro a setembro, com 84,6% do total. A comercialização destes veículos cresceu 10,6%, para 989 mil 975.

Unidades movidas a gasolina avançaram 7,5%, com fatia de mercado 6,1%.

As vendas de vans elétricas apresentaram queda de 12,8%, com participação de 5,7% – no mesmo período do ano passado a participação era de 7,1%. As híbridas também apresentaram queda de 4,3%, para 2% de market share.

Quanto aos caminhões o diesel manteve-se no topo das preferências, com 95,3% do total, embora tenha havido queda de 7,3% com relação ao acumulado de 2023. Os elétricos apresentaram recuo de 6,6%, com participação estável, 2,2%.

Os ônibus elétricos, em contrapartida, apresentaram avanço de 28,7% de janeiro a setembro com relação a igual período no ano passado: sua fatia de mercado subiu de 14,3% para 15,9%. As vendas de ônibus a diesel também cresceram, 19,4%, elevando a participação de mercado para 66,6%, 1,9% a mais do que no mesmo período de 2023.

Horse desenvolve tecnologia de transmissão para microcarro em Portugal

São Paulo – A Horse desenvolveu, em parceria com o CEiiA, Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto de Portugal, uma nova tecnologia de transmissão para veículos leves. O primeiro protótipo será manufaturado na fábrica de Aveiro para equipar microcarro da classe L7e, pensado para ser usado em um novo serviço de mobilidade urbana dedicado à aceleração da neutralidade de carbono nas cidades.

O veículo, que segue projetos anteriores de micromobilidade, incluindo o Buddy em 2008 e o Toyota APM, apresentado nas Olimpíadas de Paris, em 2024, será desenvolvido e testado pelo CEiiA em uma série de pré-produção, com aprovação prevista para o primeiro semestre de 2025.

A produção em larga escala do novo componente de transmissão da Horse deverá começar no segundo semestre do ano que vem, com até 20 mil unidades sendo entregues à medida que as soluções de mobilidade urbana se expandam. Os planos incluem a integração da caixa de câmbio no design do veículo leve, com testes de desempenho até dezembro.

Randoncorp alcança nota de crédito máxima da S&P

São Paulo – A agência de classificação de risco de crédito S&P, Standard & Poor’s, elevou a nota da Randoncorp na escala nacional Brasil de brAA+ para brAAA, com perspectiva estável. O rating de crédito AAA é o mais alto indicador que uma empresa pode receber, o que reforça a confiança dos investidores e a possibilidade de acesso a mais oportunidades de capital financeiro.

Segundo a Randoncorp é a primeira vez em 75 anos que a companhia atinge este indicador. De acordo com o relatório da S&P a elevação da nota de crédito deve-se à expectativa de consolidação bem-sucedida nos processos recentes de aquisições, alinhadas com o projeto de diversificar operações no Exterior enquanto aumenta a representatividade do segmento de peças de reposição em seu portfólio.

BYD contrata ex-Stellantis para a sua operação da Europa

São Paulo – A BYD contratou Maria Graza Davino, ex-chefe da Stellantis para o Reino Unido, para coordenar a composição de sua equipe da operação europeia, segundo informaram fontes familiarizadas com o assunto para a agência de notícias Bloomberg. Ela deverá ser a responsável por um conjunto de países europeus em dezembro, quando retornar de um período de descanso – ela deixou o cargo na Stellantis em 18 de outubro.

Davino seria a terceira executiva ex-Stellantis a assinar com a BYD nas últimas semanas, de acordo com a Bloomberg:  Alessandro Grosso, ex-vice-presidente de vendas para a Itália, foi contratado para gerenciar a operação italiana este mês. Alberto de Aza, que chefiava a Peugeot na Espanha e Portugal, será o responsável pela BYD nestes dois países.

Os três são ex-executivos da FCA, que se juntou à PSA em 2021 para a criação da Stellantis. No começo do ano o ex-chefe regional da FCA, Alfredo Altavilla, foi  contratado pela BYD como consultor especial para a Europa.

Novo Lexus UX 300h chega ao Brasil com sistema híbrido de nova geração

São Paulo – A Lexus anunciou a chegada do novo UX 300h para substituir o UX 250h. O modelo é equipado com a quinta geração do Lexus Hybrid System, que combina um motor 2.0 a gasolina de 152 cv de potência e um motor elétrico de 112 cv que, juntos, geram potência de 198 cv, 14 cv a mais que o modelo antigo.

A transmissão transaxle é nova e possui a tecnologia shift-by-wire, que substitui as conexões mecânicas por comandos elétricos para permitir trocas de marcha mais rápidas e mais suaves, de acordo com comunicado divulgado pela Lexus. A alavanca de câmbio também foi alterada e agora é do tipo joystick.

O Lexus UX 300h será vendido em versão única no Brasil por R$ 300 mil, equipado com novo quadro de instrumentos digital de 12,3, polegadas, kit multimídia com tela sensível ao toque de 12,3 polegadas, teto solar elétrico, sistema pré-colisão com detecção de pedestres, piloto automático adaptativo controlado por radar, assistente de manutenção em faixa com alerta em caso de saída involuntária, farol alto automático, alerta de ponto cego.

Fenabrave elege Arcélio Alceu dos Santos Júnior seu presidente até 2027

São Paulo – A partir de 1º de janeiro Arcélio Alceu dos Santos Júnior será o presidente da Fenabrave, em triênio que será encerrado em 2027. Ele foi eleito após assembleia eleitoral estatutária realizada na manhã de terça-feira, 29, com os votos de todas as 56 associadas, conforme a Agência AutoData havia antecipado.

Santos Jr, que integra a atual diretoria executiva presidida por José Maurício Andreta Júnior, será também presidente do Fenacodiv, Federação Nacional dos Concessionários e Distribuidores de Veículos, indicado pelos 24 sindicatos de concessionários de veículos. Ele sucede a Andreta Jr nos dois cargos.

Nascido em Tupaciguara, MG, o novo presidente reside em Brasília, DF, onde dirige as concessionárias Planeta. Formado em economia, foi diretor da Abrac, Associação Brasileira de Concessionárias Chevrolet, e presidente do Sincodiv DF. Aos 51 anos é o presidente mais jovem eleito na história da Fenabrave.

“A conquista deste cargo com o apoio de 100% de todo o setor de automóveis, comerciais leves, motocicletas, caminhões, ônibus, implementos rodoviários e máquinas agrícolas é a realização de um sonho pessoal, que me motiva a fazer um trabalho extremamente dedicado, a exemplo dos que me antecederam nesse cargo. Contarei com uma diretoria heterogênea, comprometida com muito trabalho, ética e totalmente focada em desenvolver o nosso setor, além de equipe de colaboradores e de consultores extremamente competente. Teremos um forte trabalho estratégico em equipe.”

Em menos de um ano Mover registra mais autopeças habilitadas do que o Rota 2030 em cinco anos

São Paulo – Até o momento, com menos de um ano de operação, 118 companhias estão habilitadas ao Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação, das quais 93 são fabricantes de autopeças, de acordo com levantamento da Becomex. Supera o volume do programa anterior, o Rota 2030, quando em torno de sessenta a setenta fornecedores se habilitaram nos cinco anos de duração, que somou em torno de noventa integrantes.

Para Denys Cabral, sócio da Becomex e diretor de inovação automotiva, é expressivo o número de empresas da cadeia do setor automotivo elegíveis para a iniciativa que busca contribuir com o avanço da inovação e com o índice de nacionalização dos produtos brasileiros. Todas estão de olho em fatia da nova leva de recursos de R$ 3,8 bilhões prometida para 2025, sendo que, para o período de janeiro a março, cujos pedidos serão realizados no início de dezembro, deverá caber cifra aproximada de R$ 950 milhões, calcula o consultor.

Esta maior presença, segundo Cabral, se justifica por duas principais razões: a exigência de investimento menor em P&D em termos porcentuais da receita da empresa, e a possibilidade de incluir projetos para instalar linha de produção usada de outro país para, assim, elevar o índice de nacionalização.

“Os critérios do Rota 2030 não eram tão flexíveis como os do Mover. E a fabricante de autopeças não tinha como fazer os investimentos exigidos pelo governo para obter o benefício. Antes a regra era a mesma para todos, independentemente do porte ou da função da empresa do setor. Hoje não: os porcentuais são bem menores para as fornecedoras, o que propiciou esta maior participação.”

Para este primeiro ano, por exemplo, é contrapartida para tornar-se elegível ao Mover o investimento de 0,3% do faturamento em P&D. Para as montadoras é 1%. Para efeito de comparação no primeiro ano do Rota 2030, em 2018, a exigência era igual para ambas as categorias, de 0,5%. Não à toa o total de integrantes, em sete meses, era de 39 empresas.

Para 2025 os porcentuais de injeção em P&D serão de 0,45% no caso da cadeia de suprimentos e de 1,2% para as fabricantes de veículos. No Rota 2030, em 2019, o porcentual era de 0,7% para todos.

“Aquele objetivo de adensamento da cadeia que havia no Rota, de trazer o maior número possível de fornecedores da cadeia ao Brasil, com maior industrialização local de componentes, só será conseguido mesmo com o Mover. Atualmente 118 companhias estão habilitadas e, acredito, até o fim do ano este número deverá chegar em 130, 140.”

Este universo abrange, além das onze montadoras de automóveis e comerciais leves e 93 empresas produtoras de autopeças, oito fabricantes de caminhões, quatro de máquinas e equipamentos e duas fornecedoras de serviços de pesquisa e desenvolvimento – caso da Ford, que não fabrica mais no Brasil mas que exporta P&D para outras unidades.

E é aí que entra o outro fator atrativo, até com base em pista dada pelo governo, de que quanto mais nacional maiores os incentivos. Na habilitação de projetos tornou-se possível transferir linhas de produção de outros países para cá.

“Isso cai como uma luva à autopeça. É algo inédito. Se a empresa está com uma linha sendo descontinuada na Coreia, China, Alemanha, em qualquer parte do mundo, por causa do maior foco para o elétrico, enquanto aqui apostamos mais nos híbridos, o benefício do Mover pode incentivar a vinda desta produção para cá.”

Exemplo é a Stellantis, que anunciou aporte de R$ 454 milhões para estender a capacidade de produção de motores GSE turbo a 1,1 milhão de unidades em Betim, MG. Ela praticamente transferiu uma fábrica de motores, com suas áreas de usinagem e de montagem, da Fiat na Europa.

E este movimento já puxou seus fornecedores, uma vez que a OMR Componentes Automotivos, pertencente ao Grupo Sada, transferiu da Itália para Sete Lagoas, MG, duas linhas para ampliar a produção de componentes da parte inferior de blocos de motor de 300 mil para 500 mil unidades por ano.

“É muito mais vantajoso para a montadora comprar uma peça local do que uma importada, em termos de segurança logística, de custo de armazenamento e do valor final.”

Outra empresa que se demonstrou animada em incorporar mais etapas do processo produtivo à operação local é a Thyssenkrupp. O plano é trazer maior valor agregado ao que é feito no Brasil a fim de que a empresa se mantenha atualizada e competitiva.

Para Denys Cabral, sócio da Becomex e diretor de inovação automotiva, os critérios do Rota 2030 não eram tão flexíveis como os do Mover e, neste contexto, a fabricante de autopeças não tinha como fazer os investimentos exigidos pelo governo para obter o benefício. Foto: Divulgação.

Programa traz maior benefício também em crédito financeiros

Cabral citou ainda que, com relação ao benefício de créditos financeiros, o Mover é mais vantajoso para as autopeças, pois o pedágio cobrado a elas é menor: “Os créditos financeiros começam a ser apurados após os dispêndios com P&D​ ultrapassarem 0,3% da receita da empresa de caminhões, ônibus, autopeças e sistemistas e ​0,6% do faturamento da fabricante de automóveis e comerciais leves”.

​Pontos importantes ainda carecem de regulamentação

O fim do ano se aproxima e a lei 14 902 — sancionada em junho e que ofertou, para este ano, R$ 3,5 bilhões que prontamente acabaram — ainda carece de importantes definições. Cabral ressaltou a existência de dois capítulos que refletem fortemente nas montadoras, principalmente na composição do preço final.

Um deles trata dos requisitos obrigatórios para a importação e comercialização de veículos novos no País. A partir da definição serão estabelecidos pontos como eficiência energética e emissão de CO2, rotulagem veicular, desempenho estrutural e tecnologias assistivas – reciclabilidade será visto apenas no ano que vem e a pegada de carbono do berço ao túmulo a partir de 2027.

Com relação à tributação e aos veículos sustentáveis o sócio da Becomex e responsável pela área de inovação automotiva questionou: “Qual será a alíquota de IPI destinada a automóveis e veículos comerciais leves? Como funcionará o conceito de bônus e malus citado na lei 14 902? Qual o impacto a reforma tributária pode ter sobre o Mover em 2027, com o fim do IPI e início do imposto seletivo? Tudo isso ainda precisa de respostas para que o programa siga avançando”.

Outro tópico que deverá ser aperfeiçoado, a fim de que algumas empresas não fiquem de fora por causa de erros de perspectiva de investimento de outras, é sobre a liberação de recursos, uma vez que será feita uma previsão de uso da verba: “Se, em dezembro, foram solicitados R$ 10 milhões mas até março apenas R$ 5 milhões foram usados, quem ficou sem será prejudicado. Trata-se, portanto, de algo que precisa ser melhor pensado”.

Foton organiza ação paralela à Fenatran para mostrar seus planos para o Brasil

São Paulo – Enquanto a indústria de veículos comerciais pesados estiver, em peso, reunida no SP Expo para a Fenatran, de 4 a 8 de novembro, a Foton espera receber na sede do Banco Santander executivos e empresários interessados em saber mais da sua operação local, retomada este ano com o lançamento de caminhões importados da China. Sem expor na principal feira de transporte da América Latina a empresa, com origem na China, organiza uma exposição paralela, para aproveitar a presença de tantos profissionais na Capital paulista.

O Foton Conecta, como está sendo chamada a ação, funcionará das 9h00 às 16h00 na segunda-feira, 4, quando a Fenatran estiver aberta apenas para profissionais da imprensa, e das 9h00 às 12h00 na sexta-feira, 8, horário que antecede a abertura do último dia da feira. Segundo Darren Lu, diretor geral da Foton para o Brasil, a intenção é se aproximar de empresários de concessionárias e frotas.

“Queremos receber no Foton Conecta empresários que estejam visitando a Fenatran e queiram conhecer os produtos e planos de longo prazo da marca para o Brasil. E também vamos demonstrar, com total transparência, as grandes oportunidades de negócios que podemos oferecer.”

Lu terá ao seu lado o diretor comercial Eric Wang, o diretor de operações Fábio Pontes, o gerente comercial e de pós-vendas Maurício Santana, o gerente de vendas diretas Celso Alessandro Liziero, o gerente de marketing Martin Dong, e os gerentes regionais de vendas Wang Ying Hsiang e Rubens Cardoso Brun.

Atualmente a Foton dispõe de trinta concessionárias em todas as regiões do Brasil e tem como objetivo expandir a rede para cem revendas nos próximos cinco anos: 

“Em 2024 decidimos não participar da Fenatran porque estamos focados no aumento de nossa rede de concessionárias e em trazer ao Brasil uma ampla gama de produtos novos e inovadores”, afirmou o diretor geral. “Tomamos a decisão de começar a participar da Fenatran apenas a partir da próxima edição, em 2026, quando teremos no evento um espaço igual ao das demais marcas de caminhões que atuam no Brasil”.