São Paulo – A Volkswagen Caminhões e Ônibus alcançou a marca de 40 mil Volksbus exportados para mais de trinta países. Destaque para a Angola, onde de 2017 a 2024 embarcou 2 mil, além de Peru e Costa Rica, em posições de liderança nas vendas de seus ônibus.
De acordo com a companhia a linha foi desenvolvida sob medida para cada demanda e está preparada para percorrer diferentes cenários. Em todo o mundo existem mais de duzentos pontos de atendimento. Além do Brasil há linhas de produção dos chassis na Argentina, no México, na África do Sul e nas Filipinas.
São Bernardo do Campo, SP – Otimista com o aquecimento do mercado de caminhões a Mercedes-Benz apresentou quatro novidades em seu portfólio de produtos para o ano que vem, que serão destaque na Fenatran, em novembro: a nova linha do Accelo, ofertada no mercado em paralelo à atual, a evolução da linha Actros, a customização do Atego para bebidas e cargas mais sensíveis e um Arocs dedicado ao setor madeireiro.
São apostas que visam a encostar na primeira colocada do mercado, a Volkswagen Caminhões e Ônibus, que tomou seu posto em 2021 e, de janeiro a setembro, conquistou fatia de 26,2% de participação de mercado, com 23,3 mil emplacamentos, conforme dados da Fenabrave. A Mercedes-Benz, por sua vez, registrou participação de 23,2%, com 20,7 mil vendas.
Segundo o vice-presidente de vendas, marketing, peças e serviços de caminhões da Mercedes-Benz, Jefferson Ferrarez, a empresa está confiante. Ele espera que, a despeito da elevação dos juros, o mercado de caminhões cresça 15% em 2024, em linha com a projeção da Anfavea:
“As tendências são muito positivas. O agronegócio e a mineração têm puxado bastante as vendas, além da construção civil e do PAC, que também deverá ajudar. Há ainda a intenção, por parte do governo, de investir R$ 3 bilhões para compra de caminhões-tanque para o combate de incêndios. Estamos preparados para quando as negociações forem abertas”.
A aposta para a Fenatran, de 4 a 8 de novembro no SP Expo, em São Paulo, é de que será marcada por muitos negócios, alguns em estágio já avançado, em patamar semelhante ao da última edição, em 2022, período marcado pela transição de motorização para Euro 6. Ferrarez evitou estimar volume de vendas ou projeção de crescimento. Reconheceu, entretanto, que poderá estabelecer novo recorde para a marca durante a feira.
Outras duas novidades foram reservadas para a Fenatran, segundo Ferrarez. Do que foi apresentado em prévia à imprensa a novidade é que a nova linha do Accelo, que começará a ser produzida em janeiro no ABC Paulista, coexistirá com a presente no portfólio atual. Os modelos 917, 1117 e 1417 6×2 para os segmento de leves e médios se juntarão aos 817, 1017 e 1317, pelo menos, durante todo 2025.
Com preços em média 10% acima dos atuais, os novos veículos proporcionam maior capacidade de carga de até 1,2 tonelada ao atender as faixas de PBT, Peso Bruto Total, de 9, 11 e 14 toneladas. O lançamento do 1117, a propósito, registra o ingresso da marca no segmento de caminhões médios com 11 toneladas.
Marcos Andrade contou que a nova identidade visual do Accelo segue as linhas dos caminhões Actros L e do eActros. Foto: Soraia Abreu Pedrozo
Marcos Andrade, gerente sênior de marketing de caminhões da Mercedes-Benz, afirmou que a nova identidade visual do Accelo segue as linhas dos caminhões Actros L e do eActros, apresentados durante o IAA 2024, na Alemanha. Ferrarez complementou que não se trata apenas de facelift ou mudança de categoria pois “são inovações que agregarão valor ao trabalho dos clientes”.
Neste mês a montadora espera atingir marca 100 mil unidades do Accelo vendidas no Brasil ao longo das duas últimas décadas.
Em busca de conquistar maior representatividade nos extrapesados a Mercedes-Benz optou por estabelecer que toda a linha Actros levará o sobrenome Evolution, a fim de colocar melhorias de série com base nas evoluções registradas desde 2019, quando foi tropicalizado. São exemplos bateria de alta ciclagem com recarga mais rápida, filtro coalescentre com maior poder de filtragem, novo compressor de ar e nova turbina nos motores OM 460 e faróis de LED, que eleva a durabilidade em 30%, e o menor consumo de combustível.
Ainda os modelos 2045, 2548 e 2553 6×2 virão com suspensão metálica a partir do ano que vem: “Trata-se de item que oferece maior durabilidade e estabilidade ao caminhão em atividades mais robustas”.
Ferrarez disse que isto se deveu à maior demanda do agro e de suas rotinas em estradas de terra.
O Grupo Tombini testou por três meses a novidade com cinco caminhões 2553 e fechou a compra de 150 unidades. Para as demais operações ainda haverá a oferta de suspensão pneumática. No geral o vice-presidente estimou que os preços do extrapesado ficarão de 3% a 5% maiores frente aos modelos atuais.
Objetivo da montadora ao lançar o Actros Evolution e colocar de série melhorias do extrapesado desde sua tropicalização, em 2019, é ganhar maior participação no segmento. Foto: Divulgação.
Outras novidades anunciadas pela Mercedes-Benz foram o Arocs 4051 8×4 para o setor madeireiro, sucessor do Axor dedicado, que já sai da fábrica de São Bernardo customizado, com escape vertical, cabina leito para operações mais longas e teto baixo. O cavalo mecânico 3353, com as mesmas condições, está sendo preparado para o setor canavieiro: “Recentemente vendemos 75 unidades dos modelos 3353 e do 3331 para a Andrade Logística. É o nosso veículo campeão no agro”.
Também feito sob medida é o Atego 1719 Full Air com suspensão pneumática dos dois eixos como solução de fábrica, o que o adequa ao transporte de cargas delicadas principalmente no segmento de bebidas, a fim de minimizar os reflexos das ruas irregulares: “Já vendemos um lote deste caminhão para importante empresa de bebidas”.
A solução foi implantada pelo Centro de Customização da Mercedes-Benz, que recentemente atingiu o marco de 15 mil caminhões adaptados conforme a demanda dos clientes.
O vice-presidente Ferrarez reforçou a maior oferta de serviços, a serem apresentadas na Fenatran, como a nova plataforma FleetBoard, integrada ao Mercedes-Benz Truck Uptime, que monitora o caminhão em tempo real por meio de inteligência artificial, um novo plano de manutenção Complete Flex em que a parcela mensal é baseada nos quilômetros rodados, e o ZapBenz, central de atendimento ao cliente 24 horas por meio do WhatsApp.
Sobre novo ciclo de investimentos negociado com a matriz, por ora, não há novidades. O último programa injetado no Brasil, de R$ 2,4 bilhões, estendeu-se de 2018 a 2022.
São Paulo – Habilitada ao Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação, a AGCO tem como objetivo desenvolver tecnologias de propulsão para seus tratores, colheitadeiras e pulverizadores, com foco em soluções a partir do etanol, biometano e biodiesel. Em entrevista à Agência AutoData a diretora de assuntos governamentais para a América do Sul, Ana Helena Andrade, disse que a eletrificação está fora dos planos de trabalho da engenharia local ao menos pelos próximos cinco anos.
“Perseguiremos estas frentes, estas alternativas de combustíveis, para entregar soluções para que os agricultores tenham como produzir de forma mais sustentável, consumindo menos insumos.”
Outros projetos dentro do escopo do Mover, segundo Andrade, são a aplicação de inteligência artificial em pulverizadores para aplicação de defensivos agrícolas apenas em locais onde existem as necessidades. Segundo ela a redução do insumo por parte dos agricultores torna, também, a operação mais sustentável.
A AGCO está investindo R$ 340 milhões no Brasil, de 2022 a 2024. Parte dos recursos foi aplicada na fábrica de Mogi das Cruzes, SP, onde está instalado um dos seus centros de pesquisa e desenvolvimento. Ele teve sua capacidade ampliada nos últimos anos e está preparado para os próximos passos a partir do Mover.
As unidades de Canoas e Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, também foram preparadas e farão parte dos novos projetos.
A parte do investimento que ainda não foi aplicada será usada para o desenvolvimento de novas tecnologias e entrará na conta do Mover, para que a AGCO receba o reembolso em crédito tributários, como está previsto no programa. Novos aportes estão programados: “Realizaremos novos investimento no Brasil para que seja possível desenvolver as novas soluções e, depois, enviaremos os relatórios necessários que comprovam o que foi feito para receber os créditos tributários”.
A diretora considerou o Mover um avanço muito importante na comparação com o Rota 2030, pois as máquinas agrícolas não estavam credenciadas na parte de pesquisa e desenvolvimento, cenário que mudou com a chegada do atual programa do governo federal. É um ponto muito relevante pois a empresa deixará de tirar dinheiro do seu caixa para pagar impostos no futuro e usará os créditos tributários adquiridos com base em seus investimentos.
Segundo Andrade a decisão de se habilitar ao Mover ocorreu de forma rápida e tranquila dentro da AGCO, uma vez que a empresa realiza série de investimentos anuais em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, que funciona como base exportadora de máquinas.
O Mover também é relevante para transformar a indústria nacional, segundo a diretora da AGCO, e para alavancar no País o desenvolvimento de novas tecnologias, gerando empregos de qualidade e ampliando a relevância das fábricas nacionais no cenário global.
São Paulo – O mercado chileno de veículos segue em recuperação da queda registrada ao longo do ano. Setembro foi o segundo melhor mês em volume de vendas do ano, com 25,8 mil unidades, atrás apenas de agosto, 28,3 mil vendas, de acordo com a Anac, entidade que representa o setor. Na comparação com igual período do ano passado houve alta de 1% e com relação a agosto a queda foi de 8,8%.
Após os bons resultados de julho, agosto e setembro, quando foram vendidos 79,2 mil veículos, a retração no acumulado de nove meses caiu para 6,1% na comparação com 2023, com 221,7 mil unidades. O terceiro trimestre também foi o melhor de vendas no Chile desde o primeiro trimestre do ano passado, quando foram vendidos 91,4 mil veículos.
Segundo a Anac o bom resultado do terceiro trimestre foi puxado pelo desempenho do setor de mineração, principalmente na região Norte do País, que registrou forte crescimento em setembro.
De janeiro a setembro a marca mais vendida no Chile foi a Toyota, com 17,1 mil unidades. Em segundo lugar ficou a General Motors com 15 mil, seguida de perto pela Hyundai, 14,9 mil.
Pesados
As vendas de caminhões em setembro somaram 1,1 mil unidades, volume 11,8% maior do que o registrado em idêntico mês de 2023 — na comparação com agosto o incremento foi de 35,8%. No acumulado do ano foram vendidos 8,6 mil caminhões, queda de 6% com relação ao mesmo período do ano passado.
Em setembro a venda de ônibus registrou forte queda, de 70,1%, na comparação com igual mês do ano passado, com 193 unidades vendidas. Com relação a agosto o volume vendido foi 105,3% maior. De janeiro a setembro foram vendidas 1,4 mil unidades, queda de 42,2% com relação a iguais meses de 2023.
São Paulo – A Triumph alcançou em nove meses a produção de 10 mil motocicletas em Manaus, AM, volume recorde para a operação brasileira. No ano passado a marca foi atingida em doze meses.
Segundo a empresa 50% do volume foram de modelos de 400 centímetros cúbicos de cilindrada. Os modelos das famílias Tiger 900 e Tiger 1200 responderam por outros 30%.
A marca segue em expansão no Brasil: sete concessionárias foram inauguradas recentemente. No total são 36 revendas espalhadas pelo País.
São Paulo – As tarifas mais altas para a importação de carros chineses pelos países da União Europeia, aprovadas recentemente pela Comissão Europeia, não impedirão o fechamento de fábricas na região, avaliou Carlos Tavares, CEO da Stellantis, que conversou com jornalistas da Agência Reuters em Paris, durante a abertura do Salão do Automóvel. Ao contrário: com a chegada de fábricas chineses as empresas locais serão forçadas a cortar unidades produtivas pelo excesso de capacidade.
“As tarifas são uma boa ferramenta de comunicação, mas têm efeitos colaterais: aumentam a sobrecapacidade do sistema de manufatura da Europa porque, para escapar das tarifas, os chineses precisarão produzir na Europa. Você está acelerando a necessidade de fechar fábricas.”
Tavares citou como exemplo a BYD, que está erguendo sua primeira fábrica europeia na Hungria: “As montadoras chinesas não irão para Alemanha, França ou Itália para fabricar seus carros porque teriam desvantagens de custo, começando pela energia”.
Stella Li, vice- presidente global da BYD, também esteve no Salão de Paris e reforçou os planos da empresa de produzir na Hungria e na Turquia, importando da China apenas a célula de bateria.
A questão agora é se a empresa repassará os custos da tarifa aos consumidores ou absorverá o impacto: no caso da BYD há uma tarifa de 17% além dos 10% já cobrados. Segundo Li será difícil vender carros na Europa por menos de 30 mil euros, disse à Automotive News Europe: “Discordamos muito sobre os cálculos… não é um julgamento justo”.
Da mesma forma a Leapmotor, que mantém joint-venture com a Stellantis e estreia no mercado europeu, reclamou das tarifas. Seu CEO, Tianshu Xin, disse que ela podem afetar os planos de produção na Europa. Xin também evitou dizer se repassaria os custos ao consumidor, embora transpareceu que seria possível absorvê-los porque 60% do desenvolvimento de seus veículos é feito internamente.
São Paulo – Em nove meses a BYD registrou 51,3 mil unidades vendidas no mercado brasileiro, todas importadas e eletrificadas. Isto representa 2,9% de todas as vendas de automóveis e comerciais leves no período, fatia que a mantém, confortável, na décima posição do ranking, ainda distante da nona, Honda, com boa vantagem sobre a Caoa Chery, décima-primeira.
As líderes perderam espaço: a participação somada das três primeiras do ranking caiu de 53,1% para 49,7% no período. Mas a fatia da Volkswagen cresceu de 15,5% para 15,8% de janeiro a setembro. Quem perdeu participação foi a líder Fiat, recuo de 22,2% para 21,2%, e a General Motor, de 15,4% para 12,7%.
No Top 10 nacional apenas duas marcas registraram vendas inferiores às dos nove primeiros meses de 2023: a General Motors, recuo de 5,7%, e a Jeep, com vendas 9,6% inferiores. O desempenho da marca da Stellantis fez com que a Renault, com vendas em alta, assumisse a sexta posição.
São Paulo – Em setembro foram comercializados 601 mil veículos financiados, novos e usados, segundo levantamento da B3, que opera o SNG, Sistema Nacional de Gravames. O volume representa crescimento de 19,9% sobre o mesmo mês do ano passado mas ficou 4,9% inferior ao registrado em agosto.
Deste total 431 mil foram automóveis e comerciais leves, 97 mil novos e 333 mil usados. O segmento apresentou crescimento de 21,1% na comparação anual e recuo de 3,6% na mensal.
As motocicletas financiadas registraram 141 mil unidades, 101 mil usadas e 40 mil novas, alta de 17,6% com relação a setembro e queda de 8,6% comparado com agosto.
Os pesados contribuíram com 28 mil unidades, metade novas e metade usadas, alta de 14,8% com relação há um ano e queda de 4% na comparação com o mês anterior.
No total, até setembro, foram financiados 5,3 milhões de veículos, crescimento de 22,6% sobre os nove primeiros meses de 2023. Deste total 1,8 milhão foram 0 KM e 3,4 milhões usados.
São Paulo – Característica inerente ao Programa Mover, Mobilidade Verde e Inovação, é sua preocupação com a sustentabilidade ao longo do ciclo de vida dos veículos. E é aí que entra a área da qualidade dos processos, pois novas questões são lançadas, principalmente quando se fala da necessidade de estabelecer a reciclabilidade e o aproveitamento dos materiais usados no setor automotivo.
Foi o que apontou Margarete Gandini, diretora do departamento de desenvolvimento da indústria de alta-média xomplexidade tecnológica do MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, durante o 10º Fórum IQA da Qualidade Automotiva na quinta-feira, 10, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, cujo mote central foi O Papel da Qualidade na Mentoria da Competitividade do Setor Automotivo Nacional.
“O veículo no final de seu ciclo de vida não é lixo. É matéria-prima para o novo ciclo de produção. Esta é uma mudança de visão que precisamos ter na indústria. A qualidade do ciclo de vida do veículo é uma mudança sistêmica no pensar do veículo. Parte desde seu desenho até os insumos utilizados e seu aproveitamento.”
Gandini emendou que o tema da reciclabilidade também é importante frente de pesquisa e desenvolvimento. Afirmou que, no quesito sustentabilidade, está bastante arraigado no Brasil o uso de combustíveis menos poluentes, com maior mistura de biocombustíveis na gasolina e no óleo diesel, a exemplo do que foi proposto pela Lei Combustível do Futuro, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início do mês.
“Mas a reciclabilidade e o aproveitamento dos materiais no final do ciclo de vida do veículo é algo que precisamos avançar. E que a qualidade tem muito a contribuir.”
Conforme a diretora o ciclo de vida do produto exigirá trabalho conjunto de montadoras e fornecedores de suprimentos. Tanto que o MDIC iniciou discussão com o Senai para viabilizar trabalho com toda a cadeia sobre o assunto. “É uma grande mudança colocar no dia a dia a preocupação com todo o ciclo de vida. Uma mudança de pensamento também necessária ao governo.”
Gandini lembrou que, à época da vigência do programa de renovação de frota de pesados, no segundo semestre do ano passado, foram identificadas nas inúmeras sucateadoras e recicladoras do País apenas duas aptas a certificarem a reciclagem de caminhões e ônibus. “E, mesmo assim, ainda não se tem uma área de pesquisa dedicada a este segmento.”
Ela contou que este é um dos temas que sua equipe está conversando com a Senatran, Secretaria Nacional de Trânsito, uma vez que existe a previsão, na lei do desmonte, de se criar um banco nacional de peças usadas para ter rastreabilidade. O que nunca foi implantado.
“É fundamental pensarmos na desmontagem desse veículo, em como reciclar esses materiais e no descarte seguro deles”, disse. “O tempo dos desafios não passou. Eles continuam cada vez maiores. Precisamos, juntos, encará-los, e buscar novas soluções. Porque algo que vimos nos últimos anos é que fazer mais do mesmo não é suficiente.”
São Paulo – A Renault adicionou uma nova versão ao portfólio do Kardian: a configuração com motor 1.0 turbo de 125 cv de potência e câmbio manual de seis marchas. É o único SUV da categoria a oferecer esse tipo de opção para o consumidor brasileiro.
A versão Evolution com câmbio manual será vendida por R$ 107 mil, a nova opção de entrada do Kardian. A transmissão manual JX22 é produzida pela Horse, em Portugal, e importada pela Renault para a fábrica instalada no Paraná, responsável pela produção do Kardian que é vendido no País.
Os itens de série da nova versão de entrada são seis airbags, controlador de velocidade, limitador de velocidade, assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, quadro de instrumentos digital de sete polegadas, ar-condicionado digital, kit multimídia com tela sensível ao toque´de oito polegadas, faróis de LED, modo ECO, volante com ajuste de altura de profundidade, dentre outros.
Veja abaixo o preço de todas as versões do Renault Kardian: Renault Kardian Evolution manual – R$ 107 mil Renault Kardian Evolution automático – R$ 118,1 mil Renault Kardian Techno automático – R$ 130 mil Renault Kardian Première Edition – R$ 139 mil