São Paulo – A Iveco Bus vendeu três ônibus 17-280 para a Lancatur Transporte e Turismo, que opera em Santa Catarina. Estes são os primeiros ônibus da Iveco Bus na frota da operadora, que usará os veículos em fretamento, em rotas de média distância.
O ônibus 17-280 é produzido em Sete Lagoas, MG, equipado com motor N67 da FPT, que gera 280 cv de potência. Sua capacidade de transporte é de sessenta passageiros, incluindo o motorista.
São Paulo – Como solução para elevar a taxa de captação de carros usados de clientes na troca por um 0 KM a GWM buscou parceiros para estruturar um fundo de investimento, inicialmente com recursos próprios, mas que será alimentado por parcela das vendas de veículos da marca, a fim de financiar a compra do carro.
Estruturado pelo Banco Alfa e gerido pela Kanastra, startup de suporte tecnológico para fundos, o FIDC, Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, da GWM foi montado no fim do ano passado com o objetivo de dar um fôlego aos concessionários ao estabelecer prazo de até três meses para pagarem, sem juros, pelo valor de compra do veículo usado.
O fundo começou a operar com caixa de R$ 60 milhões provido pela montadora. Foram distribuídas cotas aos concessionários de forma proporcional às suas vendas e, assim, quem comercializa mais tem acesso maior a recursos do fundo. E a cada carro novo comercializado é recolhida uma contribuição que vai sendo devolvida ao FIDC – o porcentual, no entanto, não foi divulgado.
De acordo com Alexandre Oliveira, diretor de vendas e desenvolvimento de rede da GWM, o plano é multiplicar a cifra em pelo menos oito vezes e chegar a R$ 500 milhões em um prazo de três a quatro anos, considerando que o fundo capte, no mínimo, R$ 100 milhões por ano: “É preciso por nesta conta lançamentos de modelos com tíquete médio maior do que o de hoje, em torno de R$ 250 mil, e também a expansão da rede concessionária”.
A GWM comercializa, por ora, duas linhas no mercado, a do Haval H6 e a do Ora 03, e em dezembro abriu seu centésimo ponto de venda no País, sendo 79 concessionárias e 21 lojas em shoppings. São aguardados para este ano a evolução para 130 estabelecimentos e os lançamentos do SUV premium Tank 300 e do luxuoso Wey 07, de seis lugares.
Segundo Oliveira a grande vantagem da GWM é que ela “não foi colonizada”, assim como outras multinacionais que, geralmente, possuem uma cartilha a ser seguida pela filial: “Aqui temos a oportunidade de montar nossas propostas a partir de uma folha em branco, e foi assim quando pensamos em criar o fundo”.
Ele ressaltou que o modelo é inédito tanto para a marca, uma vez que foi elaborado para atender às necessidades locais, quanto para o País, onde os FIDCs são comuns para financiar carros novos, não usados.
Normalmente as redes concessionárias utilizam recursos do próprio capital de giro da empresa ou do grupo econômico que representa a marca – assim como era feito anteriormente pela GWM – para a aquisição dos veículos dados na troca. Caixa este que pode ser aplicado em outras finalidades e para outras marcas, em caso de grupo que represente mais de uma. Quando surgem dificuldades é comum recorrerem a intermediários, como outros lojistas, a fim de transferir o carro do cliente, o que diminui a margem de ganho por inserir mais um agente neste processo e que, consequentemente, tende a deteriorar a avaliação do usado.
“Com o FIDC as concessionárias têm acesso a recursos que possuem só uma destinação: comprar carro usado”, afirmou Oliveira. “Desta forma as possibilidades de remunerar melhor aumentam.”
Por exemplo: se com o dinheiro do próprio grupo o revendedor conseguiria pagar R$ 96 mil por um veículo, com três meses para pagar consegue elevar para R$ 99 mil sem se descapitalizar.
Objetivo é que concessionários consigam, a cada dez vendas, captar sete usados. Hoje a média das lojas da marca está em cinco veículos. Foto: Divulgação.
Outro ganho desejado pela GWM é o aumento da taxa de captação de veículos usados. Enquanto, na média, ela varia de 35% a 40%, o plano é alcançar porcentual de 70%, o que significa que a cada dez carros novos comercializados serão captados sete usados e, quem sabe, oito, chegando em 80%, estimou o executivo. Em dezembro esta taxa atingiu 52% já com o projeto piloto do fundo em ação.
O modelo de negócios da GWM de faturar direto para o cliente, com o mesmo preço a qualquer consumidor, não permite margem de negociação ao concessionário. Em uma revenda tradicional, por exemplo, é possível mexer no valor para ganhar a venda ou mesmo para reduzir o estoque de determinado modelo. Agora seus diferenciais serão trabalhados no pagamento pelo carro usado na troca.
Oliveira evitou projetar o quanto o plano deverá refletir no comércio de veículos da marca no Brasil: “Hoje em dia, cada vez mais, o cliente prefere entregar um carro na concessionária, seja por questões de praticidade ou de segurança. E este fundo estimula a venda do carro novo. Temos alguns cálculos, mas por se tratar de um programa novo, com nada semelhante no mercado brasileiro, vamos esperar seis meses a um ano para avaliar o impacto”.
São Paulo – A linha 2026 do Toyota Corolla Cross chega às concessionárias com mudanças na lista de equipamentos. A principal novidade é o sistema multimídia Toyota Play 2.0 com tela sensível ao toque de 10 polegadas — tinha 9 polegadas na versão anterior.
O SUV também ganhou, nas versões XRX, GR-Sport e XRX Hybrid Premium, a função Panoramic View Monitor, que conta com câmeras instaladas ao redor da carroceria para monitorar o veículo em 360º.
Estas versões passaram a oferecer também o Toyota Serviços Conectados, que permite que o usuário consulte por meio de um aplicativo o status do veículo, data de revisão, histórico de viagens, indicadores de consumo.
Na linha 2026 o Corolla Cross também entrou no programa Toyota 10, que oferece dez anos de garantia caso o proprietário faça as revisões na concessionária após o fim da garantia de fábrica de cinco anos.
O SUV oferece duas opções de motorização, uma híbrida que combina um motor 1.8 a combustão com dois motores elétricos, gerando 122 cv de potência, e outra apenas com motor térmico 2.0 de 175 cv. As duas trabalham acopladas a câmbio automático CVT.
Veja abaixo todos os preços e versões do Toyota Corolla Cross 2026:
Corolla Cross XR 2.0 – R$ 170,8 mil Corolla Cross XRE 2.0 – R$ 184 mil Corolla Cross XRX 2.0 – R$ 197,6 mil Corolla Cross GR-Sport 2.0 – R$ 206,5 mil Corolla Cross XRX Hybrid Premium – R$ 216 mil
São Paulo – A Omoda Jaecoo, que pertence ao Grupo Chery, abriu dezesseis vagas de emprego em nove áreas de atuação, como parte do seu processo de estruturação para iniciar as vendas no Brasil no primeiro trimestre. As vagas são para as áreas de vendas, pós-vendas, produto, engenharia de produto, marketing, logística, finanças, RH e corporativo e TI.
Os novos contratados já trabalharão no escritório que foi inaugurado, oficialmente, na quarta-feira, 15, em São Paulo, com capacidade para mais de cem colaboradores em área total de 844 m².
São Paulo – A Colômbia se juntou ao Brasil na lista dos mercados sul-americanos que registraram aumento na venda de veículos em 2024: seus mercado chegou a 201,2 mil unidades, que representaram 7,7% de crescimento sobre 2023, de acordo com dados divulgados pela Andemos, entidade que representa o setor no país.
O resultado foi alcançado graças ao bom desempenho do mercado no segundo semestre, quando registrou seis meses seguidos de crescimento após um primeiro semestre em queda. O maior volume mensal de 2024 foi atingido em dezembro, com 25,4 mil unidades vendidas, expansão de 27,6% sobre igual mês de 2023.
A Toyota encerrou 2024 como a marca mais vendida na Colômbia, com 27 mil veículos. Em segundo lugar ficou a Renault com 25,3 mil, seguida pela Kia com 24,3 mil unidades.
Nova liderança
Desde de dezembro a Andemos tem um novo presidente: Andrés Chaves sucedeu a Oliverio Garcia Basurto. O executivo é formado em direito, possui ampla experiência no setor público e privado e já atuou como vice-ministro dos transportes e como consultor internacional em bancos.
Sua agenda de trabalho será focada no avanço da eletromobilidade na Colômbia, fortalecendo o setor automotivo para suportar essa transição e buscando diálogo estratégico com o governo. Outros temas ligados a vendas e aos sindicatos também farão parte do dia a dia.
São Paulo – Para atender às normas L8 do Proconve, que entraram em vigor no começo do ano, a Stellantis alterou o powertrain dos utilitários Fiat Scudo, Peugeot Expert e Citroën Jumpy: eles ganharam motor turbodiesel 2.2 de 150 cv de potência.
A nova motorização oferta 30 cv a mais do que a antiga, que era usada pelos veículos que compartilham a mesma plataforma e possuem o mesmo conjunto mecânico.
O Fiat Fiorino e o Peugeot Rapid, que também compartilham plataforma e conjunto mecânico, adotaram novo motor GSE 1.3 flex de 107 cv de potência. Com a nova motorização o consumo com etanol melhorou 7,3% na comparação com o anterior, chegando a 8,7 km/l no ciclo urbano, e no rodoviário a melhora foi de 14,6%, gastando 1 litro para rodar 9,6 quilômetros.
São Paulo – O PAC, Centro de Distribuição de Peças e Acessórios da Volkswagen Caminhões e Ônibus, alcançou o maior faturamento de sua história em 2024, quando completou vinte anos de operação. No ano cresceu 17%, mesmo com todos os desafios enfrentados na cadeia de fornecimento.
O resultado é reflexo de plano da VWCO para ampliar seu portfólio de vendas e de melhorias nos processos logísticos para aumentar a disponibilidade de peças e elevar o nível de atendimento dos clientes das suas 145 concessionárias instaladas no Brasil. O aumento também foi puxado pelo avanço em mais de quarenta países que recebem os seus componentes.
São Paulo – Uma construtora brasileira e um comitê de compliance foram criados pela BYD para que o Ministério do Trabalho e Emprego suspenda os embargos parciais nas obras da fábrica de Camaçari, BA, onde a intenção é, até o fim do ano, montar os modelos Song Pro e Dolphin Mini em regime SKD. O nome da construtora foi mantido em sigilo pela empresa, que divulgou nota oficial dizendo “conhecer e respeitar as leis locais” e manter uma “cultura corporativa inclusiva” que “prioriza o cuidado com as condições dos trabalhadores”.
Em novembro uma reportagem da Agência Pública trouxe à tona maus tratos promovidos pela construtora chinesa Jinjiang, uma das contratadas pela BYD, a trabalhadores trazidos da China. No fim de dezembro uma operação do MTE, com apoio de outros ministérios e órgãos do governo, resgatou alguns operários que trabalhavam em condições degradantes e em sistema próximo à escravidão. Ali parte da obra foi embargada.
Nova estrutura está sendo construída pela BYD. Os prédios da Ford, ao fundo, não serão usados para a operação produtiva. Foto: Divulgação.
Segundo a BYD algumas operações de escavação e com uma serra circular, usada para corte de materiais na obra, foram paralisadas. O restante da obra segue seu curso normal e a previsão de inauguração, que em dezembro era no primeiro trimestre, foi alterada para “ainda em 2025”, com a empresa se esforçando para manter o prazo previamente divulgado.
O contrato com a Jinjiang foi rescindido e os trabalhadores que foram resgatados retornaram à China, com todas as verbas rescisórias quitadas, conforme apresentou a BYD em audiência com autoridades em 7 de janeiro. Aqueles que continuaram em Camaçari estão hospedados em hotéis, à espera de novas moradias.
A BYD também passou a oferecer seu refeitório para os trabalhadores terceirizados, que recebem as mesmas refeições dos seus funcionários. Uma das denúncias era que os chineses se alimentavam no local do trabalho, com condições de higiene degradantes.
Refeições dos terceirizados agora estão sendo oferecidas no mesmo espaço dos colaboradores BYD. Foto: Divulgação.
Comitê de compliance
Foi criado no começo do ano um comitê de compliance para acompanhar a conclusão da obra. É formado por representantes da BYD, escritórios de advocacia, especialistas em direito trabalhista e em segurança do trabalho e um consultor independente. O plano é fazer reuniões periódicas para acompanhar o cumprimento da legislação e implementar melhorias na obra de construção do complexo.
A BYD adquiriu o terreno da antiga fábrica da Ford em Camaçari do governo da Bahia e lá está construindo sua terceira fábrica brasileira – a companhia produz ônibus e placas solares em Campinas, SP, e baterias em Manaus, AM. O investimento supera os R$ 5,5 bilhões para a construção da nova estrutura: os prédios da Ford não serão usados para a operação de produção.
Camaçari, BA – Quando a notícia de que a Ford deixaria de desenvolver carros compactos e sedãs para focar em SUVs e picapes chegou ao Centro de Desenvolvimento da Bahia, onde ainda eram produzidos Ka e EcoSport, o diretor Alexandre Machado se preocupou: ele sabia da capacidade dos novecentos engenheiros empregados no Brasil de colaborar e liderar projetos globais. Mas como a expertise local eram justamente os segmentos dos quais a companhia estava se retirando a estrutura corria risco.
E era uma estrutura que não se limitava aos portões da fábrica de Camaçari, BA. A Ford liderou uma revolução automobilística e industrial na Bahia, formando alianças com órgãos como o Senai e ajudando a levantar projetos como o Cimatec, um grande polo de conhecimento e formação de inteligência industrial.
“Quando cheguei aqui, no começo dos anos 2000, não havia cultura industrial”, relatou Machado, que trabalhou na Ford durante o projeto de construção da fábrica, morou no México, Estados Unidos e Reino Unido e retornou a Salvador, BA, onde reside atualmente e lidera a área de desenvolvimento de produto da Ford América do Sul. “Muita gente trabalhava no setor de petróleo e gás, mas não tinha muita indústria. A Ford foi uma das precursoras.”
Todo este histórico e a competência da engenharia local foram apresentados à matriz para que fosse mantida a área no Brasil. Pouco depois veio a notícia de que as fábricas locais seriam fechadas, mas a engenharia persistiu. Hoje são 1,5 mil engenheiros e faturamento de R$ 500 milhões a R$ 600 milhões por ano, trabalhando em carros fabricados em outras localidades. Expertise em desenvolvimento de software e liderança de projetos de motores globais, o 3.0 V6 diesel que equipa a Ranger, a família de 2,3 litros e 3 litros a gasolina e o motor 1,5 litro a gasolina.
Cimatec Park, em Camaçari. Foto: Divulgação.
“Já não cabemos na nossa estrutura atual”, disse Machado em um dos prédios ocupados pela Ford no Cimatec Park, em Camaçari – a companhia deixou o terreno onde era a fábrica, atualmente na posse da BYD. O diretor, que projetou crescimento de 20% ao ano para a área, aponta para o lado: “Estamos construindo outro prédio a cerca de 2 quilômetros daqui. A matriz confia na Bahia”.
Cimatec Park
Antes de falar da estrutura desta nova etapa da Ford no Brasil é preciso explicar o que é o Cimatec Park. Uma das sedes do Senai Cimatec, instituição que se tornou referência em formação, pesquisa e desenvolvimento industrial e que faz parte do Sistema Fieb, Federação das Indústrias do Estado da Bahia, é um grande complexo tecnológico que atenderá a diversos segmentos industriais, como automotivo, aeroespacial, eólico, mecânico, farmacêutico.
Ocupa área de 4 milhões de m2, dos quais em torno de 10% foram construídos, em uma área do Polo Industrial de Camaçari. Completa a estrutura já conhecida do Senai Cimatec em Salvador, que oferece dinamômetro e outros laboratórios, que até são usados por outras montadoras.
Apenas uma pequena fração do que está projetado para o complexo já foi construído. Em meio aos prédios já de pé avista-se canteiro de obra de onde virá a expansão até o início do ano que vem. O novo prédio da Ford faz parte do projeto.
A estrutura da Ford no Cimatec
O Centro de Desenvolvimento e Tecnologia da Ford opera no Cimatec Park desde 2002 e é um dos nove mantidos pela companhia no mundo. Ali, especialmente, são desenvolvidos softwares e soluções para motores a combustão. Os 1,5 mil profissionais no Brasil dedicam 85% do tempo a projetos globais.
Alexandre Machado. Foto: Divulgação.
“A atual estrutura ficou pequena para a Ford e, então, parte dos engenheiros trabalha boa parte do tempo remoto, eles levam o laboratório para casa”, contou Machado, destacando que muitas das soluções que permitem este trabalho remoto foram desenvolvidas pelos próprios funcionários do Centro. “É conveniente para eles trabalharem em casa e para nós também, porque hoje falta espaço.”
Foto: Divulgação.
Mas a ideia é juntar todo mundo no espaço: no início de 2026 a Ford espera inaugurar o novo prédio com espaço para 1 mil pessoas, incluindo escritórios, laboratórios de desenvolvimento, área de treinamento e auditório.
A reportagem da Agência AutoData visitou as instalações de Camaçari, onde são desenvolvidos softwares, soluções de powertrain e está instalado um curioso espaço de desmontagem de veículos: as peças são retiradas, uma a uma, de modelos Ford e da concorrência, catalogadas e analisadas. O desafio passa a ser encontrar soluções para redução de peso e materiais alternativos para substituir os componentes em novas fases dos projetos.
Machado espera que, com o programa Mover, mais projetos globais possam chegar ao Brasil, que poderá oferecer custos melhores para o desenvolvimento com os incentivos previstos na política industrial: “Nossa intenção é gerar mais empregos aqui. Com o abatimento de imposto previsto no Mover conseguimos ser mais competitivos, ganhar projetos e crescer”.
São Paulo – A Porsche abriu a pré-venda dos novos Panamera Turbo E-Hybrid e Panamera Turbo S E-Hybrid, que já podem ser reservados em todas as concessionárias da marca no Brasil. Os preços são de R$ 1 milhão 366 mil e R$ 1 milhão 573 mil, respectivamente.
O Panamera Turbo E-Hybrid está equipado com motor V8 4.0 turbo, que foi totalmente revisado e passou por melhorias, e que trabalha junto com um novo motor elétrico de 140 kW. Juntos geram potência de 680 cv apoiados por câmbio automático PDK de oito velocidades.
Já a configuração Turbo S E-Hybrid possui motor V8 biturbo que também trabalha junto com motor elétrico de 140 kW, mais potente que o anterior, de 102 kW. Desta forma a potência que os dois motores geram é de 782 cv, tornando essa versão do Panamera a mais potente já produzida em série. O câmbio também é o automático PDK de oito marchas.