Fenabrave revisa para cima projeção de vendas de veículos em 2024

São Paulo – Lastreada em resultados melhores do que o esperado no primeiro semestre a Fenabrave, entidade que reúne os revendedores autorizados dos fabricantes de veículos no País, revisou para cima suas projeções deste ano. No início de 2024 ponderava crescimento de vendas da ordem de 12% e agora elevou o porcentual para 14,7%, o que representará, em doze meses, 2 milhões 647 mil emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus.

José Maurício Andreta Júnior, presidente da Fenabrave, justificou a revisão: “No início deste ano a Anfavea previa expansão de 7% e nós, com o umbigo no balcão das concessionárias, já esperávamos mais, 12%. Nós erramos para menos, porque na primeira metade do ano já houve aumento de 15% nas vendas. Como o volume do segundo semestre, historicamente, costuma ser 30% maior do que o do primeiro, calculamos esta previsão de quase 15% de crescimento em 2024”.

O dirigente adiantou que a entidade fará uma nova revisão em outubro, “mas aí pode ser para mais ou para menos”. Isto porque, segundo Andreta Jr., ainda há algumas indefinições no horizonte: “Ainda não sabemos quando as vendas voltarão ao normal após as enchentes no Rio Grande do Sul, mas se todos que perderam carros lá resolverem comprar pode até dar um repique nas vendas. Também não temos certeza sobre a queda dos juros para facilitar os financiamentos, pois é a volta do crédito que está aquecendo as vendas de automóveis e comerciais leves”.

Mais crédito para veículos leves

Andreta Jr afirmou que a participação das vendas financiadas de carros no varejo das concessionárias já voltou ao normal, respondendo por cerca de 70% dos negócios. A queda dos níveis de inadimplência reduziu a aversão dos agentes financeiros ao risco e aumentou as concessão de crédito: “Até pouco tempo de cada dez fichas que mandávamos só seis eram aprovadas para o financiamento e, agora, estamos aprovando oito em cada dez”.

A legislação de retomada do bem sem necessidade de autorização judicial, aprovada no início deste ano, também deixa os agentes financeiros mais confortáveis para aprovar financiamentos e reduzir os juros ao consumidor.

“Esta medida ajuda bastante no aumento de concessões de crédito, porque o banco passa a ter uma garantia resgatável, que é o próprio carro financiado, que antes era difícil de retomar por inadimplência, o que encarecia o custo do crédito e restringia as concessões”, avalia Marcelo Franciulli, diretor executivo da Fenabrave. “Mas o efeito disto na queda dos juros ainda demora um pouco, devemos verificar nos próximos dezoito meses.”

Por causa do clima mais favorável às concessões de crédito a Fenabrave elevou de 12% para 15% a perspectiva de crescimento nas vendas de automóveis e comerciais leves neste ano, prevendo o emplacamento de 2,5 milhões de unidades.

De janeiro a junho foram vendidos 1 milhão 77 mil veículos leves, com alta de 15,3% sobre o mesmo período de 2023. Em junho as vendas somaram 202,5 mil unidades, em alta de 10,5% sobre maio e de 12,7% ante o mesmo mês do ano passado.

“Esta alta, até o momento, tem relação direta com a disponibilidade de financiamentos”, avaliou Andreta Jr. “Houve um aumento médio estimado em mais de 11% [dados de maio do BC] na oferta de crédito pelos bancos e isso impulsiona o consumo, atrelado à maior confiança do consumidor e empresário na economia do País.”

Volvo Cars cobrará recarga de veículos de outras marcas em seus eletropostos

São Paulo – A Volvo Cars começará a cobrar pela recarga de veículos elétricos e híbridos plug in de outras marcas em seus eletropostos instalados no País. A cobrança, prevista para começar em 10 de julho, será feita pelo seu aplicativo, necessário para ativar o carregador e no qual o usuário deve cadastrar o seu veículo e um cartão de crédito. Os proprietários de qualquer modelo da Volvo estarão isentos de quase todas as cobranças previstas.

No total a Volvo Cars mantém 52 unidades de recarga rápida em rodovias e mais 1 mil unidades de recarga lenta instaladas em shoppings, mercados, hotéis e outros locais. Junto com a cobrança da recarga será instituída uma taxa de ociosidade, esta vigente inclusive para proprietários de veículos Volvo: será cobrado R$ 5 por minuto, após um prazo de quinze minutos, para quem mantiver seu veículo conectado ao carregador após a bateria alcançar 100% de autonomia.

Segundo Marcelo Godoy, presidente da empresa no Brasil, a intenção é tentar educar os usuários para que não ocupem a vaga se o veículo já estiver carregado. 

A taxa de ativação do eletroposto é de R$ 2,50 e será cobrada assim que o usuário conectar seu veículo. O kWh custará R$ 4, valor que é quase o dobro da média do mercado. Godoy argumentou que a empresa estudou muito bem o mercado antes de definir o valor: “É um valor mais alto, mas todos os nossos eletropostos oferecem um serviço de conveniência com restaurante, banheiro e segurança”.

O movimento de iniciar a cobrança das recargas é para gerar receita sobre um investimento de R$ 70 milhões que a Volvo está fazendo no País para chegar a cerca de cem eletropostos rápidos nas rodovias. A ação também serve como um recado para as outras marcas que vendem veículos elétricos, principalmente em grandes volumes, pois elas não estão olhando para a infraestrutura de serviços.

Segundo Godoy algumas marcas vendem os veículos elétricos e, quando são questionadas pelos clientes sobre a infraestrutura, afirmam que ainda não possuem uma rede própria, mas é possível usar a da Volvo para recarregar as baterias de qualquer modelo. Esse cenário não mudará desde que os usuários paguem pela energia. 

Dados coletados pela Volvo Cars mostram que 47% dos usuários dos seus eletropostos são proprietários de veículos da BYD, seguidos por clientes da Volvo que representam 24%. Os donos de GWM representam 13%, BMW 2%, Chery 2% e outras marcam ficam com os 12% restantes.

Mudança de regra é pior do que ausência de regras, alega Volvo Cars sobre imposto de importação

São Paulo – A indústria automotiva brasileira, que sempre defendeu a previsibilidade e regras claras, está indo no sentido contrário com o pleito, anunciado pela Anfavea no Seminário AutoData Revisão das Perspectivas 2024, de antecipar o retorno integral do Imposto de Importação para veículos eletrificados, segundo Marcelo Godoy, presidente da Volvo Cars. Para ele mudar as regras com o jogo em andamento é pior do que não ter regras:

“As condições foram colocadas e todo mundo concordou. Se elas são leves ou duras eu não posso julgar, mas foi o decidido e todo mundo topou. Mas quebrar as regras no meio do jogo é pior do que não ter nenhuma”.

Na semana passada o presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, pediu ao vice-presidente e ministro do MDIC Geraldo Alckmin, que os 35% de imposto de importação para híbrido e elétricos, previstos para retornar em julho de 2025, seja antecipado para já, para evitar a invasão de modelos, sobretudo chineses, no mercado. Para Godoy o movimento pode ligar um sinal de alerta em outras indústrias que importam e vendem no Brasil: “Se estão mudando o acordo no setor automotivo porque não farão com outros setores também?”

O presidente da Volvo Cars disse que Alckmin demonstrou ser contra a antecipação do cronograma. Para Godoy fechar o mercado com mais impostos não solucionará o maior problema da indústria, que é o custo Brasil. Ele usou como exemplo os gastos da Volvo Cars com frete marítimos: o valor pago para trazer veículos da China para o Brasil é o mesmo cobrado por um frete de Cariacica, ES, para o Estado da Bahia, segundo ele.

Para se preparar para o aumento do imposto de importação, que foi elevado em 10% no começo do ano e subiu para 18% em julho, a Volvo fez um reajuste médio de 7% em todos os seus veículos no começo do ano e definiu que nenhum outro aumento será promovido até dezembro. Godoy negociou diretamente com a matriz para efetivar essa estratégia no Brasil:

“Este ano a Volvo Suécia receberá menos do Brasil na comparação com os dois últimos anos. Acordamos que apertar a nossa rede não era uma opção, por isso negociamos com a matriz uma redução na rentabilidade. Isso reforça o compromisso da montadora com o Brasil: mesmo sem fábrica por aqui nós investimos em rede, funcionários e infraestrutura”. 

RAV Correntes agora é RAV Componentes

São Paulo – A RAV Correntes alterou seu nome para RAV Componentes. A empresa, com fábrica em São Marcos, RS, realizou a mudança para mostrar ao mercado que o seu escopo de atuação é maior, uma vez que quando foi fundada, em 2017, iniciou a sua operação com a produção de correntes mas, com o passar dos anos, seu portfólio foi ampliado e agora produz dobradiças, engates fêmea, ganchos, grampos, fixadores, pinos para o segmento de implementos rodoviários.

Stellantis investe mais US$ 55 milhões na Archer Aviation

São Paulo – A Stellantis anunciou investimento de mais US$ 55 milhões na Archer Aviation, fabricante de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical, conhecidas como eVTOL. O aporte é fruto da compra de 8,3 milhões de ações da Archer no mercado aberto pela Stellantis, que já investiu US$ 110 milhões na empresa em 2023. 

A Archer está finalizando a construção da sua primeira fábrica de produção em larga escala na Geórgia, Estados Unidos, que terá capacidade para produzir 650 aeronaves por ano em uma área construída de 32 mil m², com previsão de entrar em operação ainda este ano. As aeronaves serão usadas futuramente para o transporte de passageiros em viagens urbanas para agilizar o deslocamento em grandes cidades.

Volkswagen Financial Services e LM Soluções de Mobilidade captam R$ 1,8 bilhão

São Paulo – A VWFS, Volkswagen Financial Services Brasil, e a LM Soluções de Mobilidade captaram, juntas, R$ 1 bilhão 850 milhões. O braço financeiro da montadora, por meio do Banco Volkswagen, respondeu por R$ 1 bilhão, em sua décima-terceira emissão de letras financeiras. E a companhia de locação e gestão de frotas obteve R$ 850 milhões em sua primeira emissão de notas comerciais.

De acordo com Rodrigo Capuruço, CEO da VWFS para o Brasil e América do Sul, as operações reforçam o posicionamento da empresa como emissora recorrente no mercado de capitais, além de oferecerem aos investidores resiliência de carteira e liquidez no mercado secundário. Em 2023, segundo ele, a companhia cresceu 15,3% em ativos totais.

O CFO da LM Soluções de Mobilidade, Leonardo Rocha, afirmou que a primeira emissão de notas comerciais reflete o crescimento constante da empresa: “Temos 87 mil veículos, incluindo 4,9 mil caminhões, um aumento de 23,6% com relação ao primeiro trimestre de 2023. Além disso nossa frota alugada cresceu 32,8%, impulsionada pelos programas de assinatura”.

Mini inicia nova fase com a chegada da sua nova geração

Campos do Jordão, SP – O caminho do futuro da Mini no Brasil começou a ser trilhado com o lançamento de dois modelos, já integrantes da nova geração que acabou de estrear lá fora. Com dois motores elétricos e 306 cv o Countryman SE ALL4 e com um a combustão, o 2.0 aprimorado, o Cooper S chegam às concessionárias em duas versões, Exclusive e Top, mudanças visuais e uma estrutura completamente nova.

“De janeiro a junho, antes de chegar a nova geração, registramos crescimento de 26% nas vendas”, relatou o diretor de vendas e marketing Rodrigo Novello durante a apresentação dos dois modelos, em Campos do Jordão, SP: “Nossa expectativa é ampliar ainda mais e perpetuar este crescimento no mercado brasileiro. Mais novidades chegarão no futuro.”

O Countryman SE ALL4 já chegou elétrico: traz dois motores, dianteiro e traseiro, e baterias da quinta geração BMW, composta por 156 células, fornecidas pela CATL, divididas em cinco módulos montados pela BMW. São mais densas, pesam 436kg no total e garantem autonomia de 320 quilômetros pelo PBEV, Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, do Inmetro.

O modelo cresceu 136 mm no comprimento, passando a 4 m 43, 2 cm na largura, agora de 1 m 84, e 2 cm no entre eixo, com 2 m 69. Mais espaço para os passageiros e capacidade para o porta-malas, que ganhou 55 litros, passando a 460.

O que chama mais a atenção internamente, além do seu acabamento caprichado, é a central multimídia. Redonda, com tecnologia OLED, concentra quase todas as funções do veículo, que tem visual minimalista – além da tela conta com um painel de instrumentos mínimo, onde estão as funções de ligar e desligar, freio de estacionamento e as alavancas da transmissão.

A mesma central multimídia está presente no Mini Cooper S, este a combustão, com motor 2.0 que alcança 204 cv. Neste caso as dimensões foram mantidas, mas o carro é totalmente novo segundo Emílio Paganoni, chefe de treinamento do Grupo BMW no Brasil: “Toda a estrutura e suspensão são novos, da nova plataforma. O motor foi totalmente revisado”.

Também chega em duas versões, como o Countryman. Da Exclusive, que já é bem completa, para a Top diferenciam-se rodas, assentos, pacotes de ADAS e outros itens, como o head-up display, que fornece as informações ao motorista na altura de seus olhos. Ambos têm também o assistente pessoal, algo que começa a ser usual na indústria, que atende ao ser chamado por Olá, Mini.

O Cooper elétrico será uma das novidades no futuro próximo, bem como o Aceman, mostrado na China e que completará a família.

Preços

Mini Countryman SE ALL4 Exclusive – R$ 294 mil 990
Mini Countryman SE ALL4 Top – R$ 399 mil 990
Mini Cooper S Exclusive – R$ 239 mil 990
Mini Cooper S Top – R$ 269 mil 990

Grupo GAC anuncia investimento de US$ 1 bilhão no Brasil

São Paulo – Mais uma empresa chinesa está vindo ao Brasil: o Grupo GAC anunciou investimento de US$ 1 bilhão em cinco anos para estabelecer fábricas, centro de pesquisa e de desenvolvimento e depósitos para peças de reposição. Seu presidente, Feng Xingya, informou seus planos durante reunião com o vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin.

O encontro foi realizado em 7 de junho, durante visita do ministro à China. Xingya afirmou que a companhia está comprometida com o mercado brasileiro e falou a respeito do plano do GAC ​​no Brasil e a contribuição que pode trazer ao mercado brasileiro, especialmente nos aspectos de tecnologia da cadeia de valor e P&D.

Os pormenores não foram divulgados e o próprio MDIC manteve segredo a respeito do anúncio, só encontrado no site oficial do Grupo GAC. Local da fábrica, portfólio e demais planos ainda são desconhecidos.

A empresa se autodenomina como “a primeira fabricante chinesa com uma linha completa de P&D e produção de carros a gasolina, elétricos, híbridos completos e híbridos plug-in”. Com décadas de experiência em joint venture com a Honda e a Toyota foi classificada em 165º lugar na lista Fortune Global 500 de 2023 e está listada nas bolsas de valores de Hong Kong e Xangai.

No ano passado a GAC foi uma das cinco maiores montadoras da China com a produção e venda de 2,5 milhões de carros. Com mais de 110 mil funcionários obteve receita de US$ 70 bilhões, 6,4% dos quais foram investidos em P&D. A empresa pretende atingir produção e vendas totais superiores a 4,7 milhões de veículos e receita de US$ 137 bilhões até 2030.

Venda de veículos usados cresce 7% no primeiro semestre

São Paulo – No primeiro semestre as vendas de veículos seminovos e usados cresceram 7,2% na comparação com igual período do ano passado, somando 7,3 milhões de unidades, de acordo com dados divulgados pela Fenauto. Em junho foram vendidos 1,3 milhão de veículos, volume 10,2% maior do que o comercializado em junho do ano passado e 18% maior do que em maio.

Segundo o presidente da Fenauto, Enílson Sales, o resultado até o final do ano caminha para ser bastante positivo: “Temos mantido uma média, em geral, de cerca de 1,2 milhão de veículos comercializados por mês. Se fizermos uma conta simples para os próximos meses e somarmos ao já registrado até agora, poderemos chegar a mais de 15 milhões de veículos até dezembro”.

GWM inicia oferta de assinatura do Haval H6 por meio de locadoras

São Paulo – A GMW deu a largada em seu programa de assinatura de veículos. Em um primeiro momento estão disponíveis para serem alugadas as quatro versões do Haval H6 presentes no mercado brasileiro: o HEV2, o PHEV19, o PHEV34 e o GT. O compacto a bateria Ora 03 será incluído no portfólio em até sessenta dias.

É possível fechar contratos de locação com prazos de um a quatro anos e quilometragem de 1 mil quilômetros a 3 mil quilômetros. Como exemplo a GWM citou que planos de três anos e limite de 1 mil km têm mensalidades que partem de R$ 4 mil 390 para o HEV2 e de R$ 5,3 mil para o PHEV19. Carregador wallbox de 7kW está incluído no valor e não precisa ser devolvido ao término do plano.

A GWM projeta que até o fim do ano 10% da linha Haval H6 seja ofertada por meio de assinatura. Se considerarmos o volume de vendas da marca em junho, 2 mil 742 unidades, sendo 2 mil 153 deles híbridos, infere-se que a companhia espera locar em torno de duzentas unidades. Isto porque o mês foi considerado o melhor desde sua estreia no Brasil, há um ano, com a ajuda da chegada do PHEV19. De abril de 2023 a junho de 2024 são contabilizados 24 mil emplacamentos.

A operação será feita por meio de quatro locadoras, chamadas pela GWM de parceiras, uma vez que ajudaram a estruturar o programa: Localiza Meoo, Movida Assinatura, LM Assine Car e Unidas Livre. De acordo com Alexandre Oliveira, diretor de vendas e desenvolvimento de rede da GWM Brasil, embora os valores possam variar de empresa para empresa, eles serão os mesmos independentemente da região do País em que forem alugados, o que vale também para a cor escolhida, o que não altera o preço:

“Seguimos o mesmo preceito que para a venda de veículos, em que trabalhamos com preço único em todo o Brasil, seja para a compra feita por meio de um dos setenta pontos de venda, sendo cinquenta concessionárias, por meio do aplicativo da GWM ou pelo Mercado Livre. Da mesma forma que as peças também têm valor unificado”.

Isso ocorre, segundo o executivo, porque toda revenda da marca é um centro de distribuição, ou seja, ela não fatura o veículo como as concessionárias fazem tradicionalmente. Isto muda o prazo de entrega do carro, sustentou Oliveira: “Enquanto um processo de locação normal pode durar de setenta a noventa dias, o Assinatura GWM é concluído de dez a quinze dias”.

Hoje a empresa soma em torno de 3 mil carros nos CDs e a perspectiva é chegar a 7 mil até o fim de agosto, o que conferirá sessenta dias de estoque, com o objetivo de ampliar a oferta e agilizar o prazo de entrega tanto para a venda quanto para a locação.