Inteligência artificial integrada a veículos e fábricas começa a atingir escala operacional

São Paulo – A inteligência artificial integrada em veículos, fábricas, redes de suprimentos e plataformas digitais está indo além dos projetos-piloto para a escala operacional, permitindo resultados de mobilidade mais seguros, confiáveis e sustentáveis. É o que aponta a TCS, Tata Consultancy Services, empresa de serviços de TI, consultoria e soluções de negócios do Grupo Tata, em seu relatório Automotive Digital Twindex para Mobilidade Pronta para o Futuro 2026.

O documento destaca como a inteligência artificial, arquiteturas definidas por software e gêmeos digitais estão convergindo para remodelar veículos, fábricas, frotas e cadeias de suprimentos em sistemas adaptativos e de aprendizado.

Presidente de manufatura da TCS, Anupam Singhal, afirmou que para a maioria das pessoas a mobilidade tem a ver com confiança, chegar onde precisam ir com segurança, confiabilidade e conforto: “O que está mudando é como a inteligência está sendo tecida em veículos, fábricas e ecossistemas de mobilidade para apoiar essa confiança, muitas vezes sem ser notada”.

Um dos pontos ressaltados pelo relatório é que, à medida que veículos definidos por software, fábricas adaptáveis e plataformas conectadas amadurecem simultaneamente, a inteligência migra do design e planejamento inicial para resultados de mobilidade visíveis no mundo real. 

Outro tópico importante é que a engenharia e a manufatura estão evoluindo para sistemas adaptativos liderados por inteligência, permitindo aprendizado contínuo, tomadas de decisão mais rápidas e resiliência em todos os ciclos de vida do produto e da produção. Além disto fábricas e redes de suprimentos estão emergindo como ativos cognitivos, onde gêmeos digitais, inteligência artificial física e sistemas de feedback de malha fechada permitem que as operações sintam, decidam e respondam dinamicamente em escala.

O documento apontou, também, que os veículos estão transitando de produtos autônomos para ativos de inteligência artificial física conectados, aprendendo coletivamente por meio de dados de nível de frota para melhorar a segurança, confiabilidade, sustentabilidade e a experiência do cliente ao longo do tempo. 

Geely encerra primeira etapa de expansão da rede com inauguração de flagship

São Paulo – A Geely inaugurou sua vigésima-terceira concessionária no Brasil na quinta-feira, 22. Administrada pelo Grupo Itavema, que já tem outras duas da marca, a loja do Jardim Paulista foi concebida para ser uma flagship, o que aumenta sua importância dentro do planejamento da companhia.

Segundo a Geely a nova concessionária oferecerá uma experiência que vai além dos veículos no showroom, focando em conexão emocional, inovação e design, conceitos da marca que ficarão mais evidentes na revenda. 

Para 2026 a Geely tem confirmado o lançamento do EX5 EM-i, SUV híbrido plug-in que será produzido em São José dos Pinhais, PR, mantida em parceria com a Renault.

A inauguração da revenda paulistana representa, também, o encerramento da primeira fase de expansão da rede Geely no mercado brasileiro. Uma segunda fase foi iniciada, ao longo do primeiro semestre, com objetivo de alcançar quarenta pontos de vendas.

MDIC publica portaria que traz as regras de eficiência energética

São Paulo – Foi, enfim, publicada uma das mais importantes e aguardadas portarias que tratam da regulamentação do Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação: a que traz as regras de eficiência energética que montadoras e importadoras de veículos leves precisarão cumprir até 2030. Embora muitos dos itens já fossem de conhecimento das empresas sua publicação no Diário Oficial da União de quinta-feira, 22, é de vital importância pois funciona como um guia para que elas definam seus planos de motorização e vendas.

O ponto mais relevante, e que já era conhecido, é que a medição agora passa a ser feita na métrica do poço à roda, em vez do tanque à roda que era utilizada no Rota 2030. Para alcançar as metas as montadoras deverão entrar na onda da eletrificação, com mais ênfase nas que usam o etanol, que têm um peso maior no cálculo final.

Mas não é só isto: desta vez não bastará emplacar uma quantidade de veículos eletrificados para que a meta seja alcançada, pois o peso vai caindo conforme os anos vão passando. Assim, será mandatório, também, trabalhar nas eficiências dos motores a combustão.

O texto traz ainda a previsão de créditos extras para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras, como sistemas de climatização mais eficientes, que ajudam na redução das emissões e não são mensuradas nos testes de laboratório padrão.

Os prazos de entrega fixados foram 1º de novembro de cada ano, a partir de 2027, mas os períodos base de cálculo são de 1º de outubro a 30 de setembro.

A íntegra da portaria está aqui.

Volkswagen Tera MPI entra no Programa Carro Sustentável

São Paulo – O Volkswagen Tera MPI foi credenciado no Programa Carro Sustentável, do governo federal. A versão aspirada, de entrada, do SUV passa a contar com isenção total do IPI, o que, segundo a companhia, reduz em 2,55% seu preço final.

O credencialmento do modelo foi publicado no Diário Oficial da União. É a quarta versão de modelos Volkswagen a integrar o programa. As outras três são do Polo: Track, Robust e TSI manual.

Com transmissão manual e motor 1.0 de 84 cv o Tera MPI é oferecido no site da Volkswagen por R$ 108,4 mil. Com o desconto passa a custar cerca de R$ 105,6 mil.

Vem de série com seis airbags, frenagem automática de emergência, controle eletrônico de estabilidade e tração,  sistema de detecção de fadiga e outros itens. Recebeu cinco estrela no Latin NCAP.

Segundo a Volkswagen desde que o programa entrou em vigor, em julho, 45,2 mil unidades dos modelos elegíveis foram vendidos com isenção de imposto.

BMW bate recorde de vendas em seu trigésimo aniversário

São Paulo – No ano de seu trigésimo aniversário de Brasil a BMW registrou seu melhor resultado de vendas da história e manteve, pelo sétimo ano consecutivo, a liderança dentre as marcas premium. Foram 16,9 mil emplacamentos, desempenho 4,1% superior ao registrado em 2024, segundo a presidente e CEO do Grupo BMW, Maru Escobedo.

A Mini, outra marca do Grupo BMW, registrou outros 1,6 mil licenciamentos, volume 3,4% acima. As vendas do grupo subiram 4% de 2024 para 2025: “Um de cada três carros vendidos no segmento premium foi BMW ou Mini. Em 2026 vamos para a frente. Temos lançamentos programados e alguns desafios para superar”.

Sem entrar nos pormenores dos desafios, que incluem taxa de juros elevadas e o contexto instável internacional, Escobedo procurou, em conversa com jornalistas, destacar o comprometimento do Grupo BMW com o Brasil. Descartou planos de, com o prosseguimento do acordo União Europeia-Mercosul, encerrar a produção em Araquari, SC, que no ano passado somou 11 mil veículos, e elencou oportunidades que o tratado cria:

“Ele pode trazer benefícios com relação à importação de peças para a nossa produção, pois poderíamos ampliar o ritmo daqui. Estamos avaliando todos os cenários e a intenção é fazer com que a operação brasileira cresça”.

Maior parte das vendas é produzida no País

De acordo com a presidente do Grupo BMW do Brasil a produção de Araquari responde por cerca de 60% do volume comercializado pela BMW no mercado local. De lá saem o X1, que foi o seu modelo mais vendido no ano passado, o Serie 3 e o X5 PHEV.

Escobedo descartou, no curto prazo, introduzir um veículo 100% elétrico nos planos. E também disse que, ainda, não há planos de exportar para outros países da região:. “Temos flexibilidade e poderíamos produzir mais, mas hoje o plano é continuar abastecendo apenas o mercado brasileiro”.

Na média o índice de nacionalização dos carros que saem de Araquari é de 40%.

Caio exporta 100 ônibus para Angola

São Paulo – A Caio negociou a exportação de cem ônibus para a Angola e, com isto, a empresa se aproximou de 1 mil unidades circulando no país. Todos os ônibus são do modelo Apache Vip, encarroçado sobre o chassi Volkswagen 17-230.

Do lote de cem unidades cinquenta já foram embarcadas em dezembro e as outras seguirão até o fim do mês. O negócio foi fechado com a Adone Project Management, que é parceira da Caio, responsável pela incorporação dos veículos na frota angolana.

Reforma tributária expõe riscos de competitividade e pressiona caixa do setor

São Paulo – A reforma tributária do consumo, que cria o IBS, Imposto sobre Bens e Serviços, a CBS, Contribuição sobre Bens e Serviços, e o IS, Imposto Seletivo, representa a maior mudança estrutural no ambiente tributário brasileiro em décadas e impõe novo desenho de impostos que promete, por um lado, simplificação no longo prazo mas, por outro, traz riscos relevantes de curto e médio prazos à competitividade.

Este é o entendimento de Kleber Martins, especialista em desenvolvimento de negócios da RGC Consultoria, para quem não há dúvidas de que 2026 será o ano dos projetos de adequação das empresas à reforma tributária. E, no caso do setor automotivo, mais do que troca de impostos, impacta diretamente o custo de produção, o fluxo de caixa das fábricas, a estratégia de portfólio das montadoras e a competitividade das autopeças no mercado internacional.

O novo modelo de tributação proposto “altera profundamente”, em suas palavras, a lógica de competitividade da indústria automotiva ao reduzir, de forma estrutural, o peso dos incentivos fiscais estaduais e substituir o modelo atual por um IVA Dual com IBS e CBS. “Fábricas e cadeias produtivas que historicamente se beneficiaram da guerra fiscal passam a enfrentar o risco de perda de vantagem competitiva, uma vez que o novo sistema desloca o foco do incentivo tributário para a eficiência produtiva, a escala e o custo total de produção.”

IPI zerado traz “pegadinha”

Para Vitor Pina, diretor da CLA Brasil e especialista em reforma tributária, é fundamental que as empresas do setor façam seus cálculos este ano e estudem a melhor forma de gerir as finanças porque, a partir de 2027, PIS e Cofins deixam de existir e o IPI será zerado, para que entre em vigor a CBS.

Por um lado será bom por trazer a expectativa de redução de preços ou a maior previsibilidade do custo. Mas o Imposto Seletivo, que se parece com o IPI, segundo o especialista da CLA, se dará só no início da cadeia, ou seja, nas montadoras ou na importação, e será aplicado para os veículos também: “Aqui há insegurança grande porque o porcentual ainda não foi definido. Nem sequer teto ou limite”. 

Para veículos elétricos o IS foi mantido durante a transição. Então, futuramente, pode ser que volte a ser discutida a concorrência dos eletrificados com os carros a combustão. 

“Existe uma grande pegadinha na questão do IPI: ele será zerado mas, para alguns produtos que também são produzidos na Zona Franca de Manaus, como componentes e motocicletas, se fabricados fora da região, o imposto será mantido, com expectativa de alíquota de 5%, a fim de incentivar a permanência no local e assegurar a competitividade.” De acordo com Pina a lista com os itens beneficiados é aguardada para este ano. 

Outro ponto afeta as concessionárias já a partir do ano que vem, pois existe a possibilidade de o financiamento em geral ficar mais caro: a taxa de 4,65% do PIS/Cofins poderá mais do que dobrar, para 10,85%. E, em cenário de Selic ainda em patamar elevado, mesmo que termine 2026 aos 12,25% ao ano, conforme estimativa do Boletim Focus, o crédito poderá atrapalhar as vendas de veículos por mais um ano.

Vitor Pina, diretor tributário da CLA Brasil
Vítor Pina, da CLA Brasil, orienta que empresas inscrevam-se o quanto antes para pleitear compensação da perda de benefícios. Foto: Divulgação.

Guerra fiscal deixará de existir e custo do frete ficará em evidência

A transição gradual começará, efetivamente, em 2029, quando se dará o fim dos benefícios de impostos estaduais e municipais, lembrou Pina:

“Há empresas que estão em locais distantes, com grandes fábricas, e, embora já tenham recuperado todo o seu investimento, hoje o custo do frete é compensado pelos benefícios. Por exemplo: se desembolsam R$ 3 milhões a mais por mês pela distância, mas o benefício é de R$ 100 milhões, vale a pena. Sem isto, porém, o gasto com a logística passará a pesar”. 

Em 2029 o ICMS e o ISS serão apurados em 90% e a IBS, que os substituirá, responderá por 10%. Posteriormente a proporção será de 80%/20% e assim será até 2033, quando deixarão de existir.

Pensando em aliviar o baque às empresas o governo estabeleceu um plano de compensação das perdas e, para tanto, desde 2024 vem alimentando um fundo com recursos de R$ 160 bilhões. No apagar das luzes de 2025 a Receita Federal publicou a portaria 635 estabelecendo a obrigação da União de prover o pagamento durante o período transitório a benefícios instituídos até maio de 2023.

“Sabemos que, na prática, o valor é insuficiente. E, como ainda não temos a informação de quanto o governo ressarcirá cada contribuinte, nem como isto será pago, pode ser que por meio de créditos, e se será formada uma fila, há o risco de a empresa que demorar muito para pleitear este fundo ficar de fora do orçamento.”

O diretor da CLA ressaltou que, neste cenário, com a tributação no consumo e não mais na produção, deixa de ter relevância onde o veículo ou as autopeças são fabricados e o foco se voltará para onde serão comercializados:

“O consumidor começará a ver o preço real do produto e a alíquota do imposto e, assim, terá mais ferramentas para escolher pelo menor preço, o que impactará diretamente os planos de distribuição das concessionárias. Por exemplo: se em São Paulo o imposto for 28% e, em Barueri, 20%, ele certamente comprará onde está mais barato. Isto implicará drástica mudança na cultura na rede de revenda também, na construção do seu preço”.

Revisão dos modelos de custo é inevitável

O impacto da reforma tributária, está claro, não se resume às alíquotas mas à capacidade das empresas de internalizar corretamente o IVA, Imposto sobre Valor Agregado, nos seus modelos de custo, evitando resíduos tributários que pressionem margens em um setor já altamente competitivo, analisou Kleber Martins, da RGC. 

“Na indústria automotiva a reforma tributária redefine o conceito de competitividade. O diferencial deixa de ser o incentivo fiscal e passa a ser a capacidade de transformar crédito tributário em caixa, controlar o custo unitário de produção e desenvolver modelos comerciais estratégicos e sustentáveis financeiramente em toda a cadeia.”

Além disto a introdução do split payment, ou pagamento fracionado de impostos, representa mudança financeira relevante para o setor, ao retirar o imposto do caixa das empresas no momento da venda e eliminar o uso temporário do tributo como capital de giro.  

“Em uma cadeia longa e integrada, como a automotiva, este efeito se propaga por todos os elos, pressionando especialmente fornecedores tier 2 e tier 3, e tornando a monetização dos créditos tributários um fator crítico de competitividade.”

Todos os créditos que a empresa toma hoje e recupera assim que registra a nota fiscal, com a reforma, só poderão ser recuperados quando o imposto estiver efetivamente pago, ou seja, se o fornecedor pagar e apurar corretamente. 

Isto também poderá embolar o meio de campo de montadoras que costumam dar de noventa a 180 dias para pagar, pois terão que esperar o prazo, opinou Pina: “Se tiver pouco débito a compensar pode pedir em dinheiro a diferença, mas isto demora de seis meses a um ano e, no período, o dinheiro fica parado, ou seja, haverá perda do valor sem correção monetária. Hoje este dinheiro está em caixa e, geralmente, aplicado”. 

Martins observou que a partir da reforma a capacidade de transformar crédito em caixa, manter liquidez e sustentar financeiramente a cadeia produtiva passa a ser tão estratégica quanto a engenharia, a produtividade e a inovação: “Neste sentido, em termos de oportunidade, o uso inteligente dos regimes de aperfeiçoamento ou regimes aduaneiros especiais, principalmente de maneira sistematizada e consistente ao longo da cadeia produtiva, se apresenta como alternativa fundamental à ampliação da competitividade”.

Kleber Martins, especialista em desenvolvimento de negócios da RGC Consultoria
Para Kleber Martins, da RGC, um dos principais desafios será transformar crédito em caixa. Foto: Divulgação.

Quando buscar ajuda de associação

Por estes motivos os especialistas defendem que agora é a hora de mapear riscos e oportunidades. Pina contou ter um cliente de outro setor que terá sua carga elevada de R$ 8 milhões para R$ 150 milhões. Se as empresas fizerem seus cálculos e identificarem que sua atividade ficará inviável a orientação é buscar a associação do segmento – no caso das montadoras, a Anfavea, e dos fornecedores, o Sindipeças – e pleitear por outra solução em Brasília, DF. 

E o governo não está totalmente alheio ao tema: já abriu no início do ano a oportunidade para que empresas participem de projeto-piloto para levarem suas dificuldades operacionais e estratégicas à Receita Federal. 

“Assim há a possibilidade de promover a tempo alguma alteração para tornar viável a reforma em setores que se sentem mais impactados”, afirmou Pina. “Por isto é importante ter diagnóstico em 2026 e buscar alternativa enquanto há tempo.”

Eletra vende 105 ônibus elétricos para a Capital paulista

São Paulo – A Eletra vendeu 105 ônibus elétricos para as operadoras Transunião e Allibuss, que operam na Zona Leste de São Paulo. Os veículos produzidos em São Bernardo do Campo, SP, estão sendo entregues em lotes.

A Transunião comprou 85 ônibus e a Allibuss vinte. 

Todos os ônibus são do modelo básico, indicado para operações urbanas, com 12m10 de comprimento e capacidade para 72 passageiros. Com essa negociação a Eletra chegou a 70% de participação na frota paulistana de ônibus elétricos, que é de 1,2 mil unidades, segundo comunicado divulgado pela empresa.

Volare exporta micro-ônibus Access Urbano para Curaçao

São Paulo – A Volare contratou a exportação de oito micro-ônibus para Curaçao, adquiridos pela ABC, Autobusbedrijf Curaçao, operadora de transporte na Capital, Wilemstad, que está renovando os veículos usados no transporte urbano local. Todas as unidades são do modelo Access Urbano com piso baixo. 

O micro-ônibus Access Urbano tem capacidade para transportar até trinta passageiros sentados e oferece entradas USB, câmaras de monitoramento, sistema de áudio e vídeo com DVD e monitor no teto e preparação para instalação de wi-fi.

Stellantis completa 5 anos com 4,4 milhões de veículos vendidos na América do Sul

São Paulo – Fundada em 2021, após a fusão dos grupos FCA e PSA, a Stellantis atingiu a marca de 4,4 milhões de veículos comercializados na América do Sul, com crescimento acumulado de 22% no período. Somente no ano passado a Stellantis comercializou mais de 1 milhão de unidades, a primeira montadora a atingir a marca na região.

A Stellantis também celebrou o avanço das exportações em 2025, que superaram 158 mil veículos. A companhia opera com sete marcas na América do Sul: Abarth, Citroën, Fiat, Jeep, Leapmotor, Peugeot e Ram.

A Stellantis mantém ciclo de investimento de R$ 32 bilhões na América do Sul, com a intenção de modernizar suas fábricas e lançar quarenta veículos até 2030. Dezesseis serão apresentados ao longo de 2026.