AutoData - Só Toyota e Chrysler têm o que comemorar no trimestre
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09/05/2016

Só Toyota e Chrysler têm o que comemorar no trimestre

Por André Barros

- 09/05/2016

Apenas duas marcas dentro do top-10 do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves apresentaram dados positivos nesse primeiro trimestre. Uma delas, a Chrysler, pela óbvia inclusão das vendas do Jeep Renegade, que ainda não estava no portfólio no começo do ano passado. A outra, Toyota, superou até a Ford com seu desempenho no período.

Com 41,4 mil automóveis e comerciais leves comercializados de janeiro a março, a Toyota conquistou a quinta posição do ranking brasileiro, superando Renault e Ford, e apresentou um crescimento de 0,9% com relação ao primeiro trimestre do ano passado. Pode parecer tímido, mas o mercado no geral caiu 28,4% no período.

O desempenho garantiu 2,5 pontos de participação a mais para a marca japonesa, que fechou o trimestre, com 8,9%. Como a Ford, antes quarta colocada, e Renault, sexta no ranking, caíram 40,2% e 27%, respectivamente, a Toyota subiu dois degraus.

E só não subiu mais porque a Hyundai, que ocupava a quinta posição no ano passado, apresentou queda de apenas 5% nas vendas do período, e ganhou a quarta posição da Ford. A marca sul-coreana acrescentou 2,2 pontos de participação à sua fatia do mercado e ficou próxima dos 10%, marca estabelecida pelos executivos na cerimônia de assentamento da pedra fundamental da fábrica de Piracicaba, SP, em 2011.

O trimestre fechou com a liderança da General Motors. A companhia assumiu o posto em janeiro e não mais largou, mesmo com a queda de 32,3% nas suas vendas, para 75,8 mil unidades. A agora vice-líder Fiat caiu 44,4% no mesmo período, para 70,1 mil veículos, motivo que a fez perder o primeiro lugar.

A Volkswagen se manteve na terceira posição, com 63,2 mil unidades vendidas, recuo de 40%. Outra que permaneceu em seu posto foi a Honda, oitava colocada, com queda de 4,7% nos licenciamentos.

A Chrysler, que nem aparecia no ranking, ocupa agora a nona posição, à frente da Nissan, que ficou em décimo. O crescimento de 676% da marca estadunidense é facilmente explicado pelo desempenho do Jeep Renegade, que só chegou ao mercado brasileiro no segundo trimestre do ano passado.


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