A balança comercial do setor de autopeças registrou déficit comercial de US$ 1,09 bilhão no primeiro trimestre de 2016, segundo dados do Sindipeças divulgados na quinta-feira, 12. O resultado negativo é 38% menor do que o registrado no mesmo período de 2015.
De acordo com os números da associação tanto as exportações quanto as importações recuaram no acumulado dos três primeiros meses do ano, 18,4% e 28,1% respectivamente.
As vendas no setor de autopeças, para 156 países, totalizaram US$ 1,52 bilhão. Ao mesmo tempo as compras, oriundas de 134 países, chegaram a US$ 2,61 bilhões.
Em março, isoladamente, o déficit foi de US$ 379,7 milhões, redução de 30,7% ante mesmo mês de 2015. As exportações de autopeças chegaram a US$ 613,2 milhões, queda de 20,1%, e as importações foram de US$ 993 milhões, 24,5% abaixo.
No trimestre a Argentina foi a maior compradora de autopeças nacionais, com US$ 445 milhões, queda de 32,5% e participação no bolo total de 29,3%. Em segundo lugar vem os Estados Unidos, com fatia de 17%, e em terceiro o México, quase 9%.
Na outra ponta o acumulado de janeiro a março do Sindipeças aponta os Estados Unidos como os maiores vendedores de autopeças para o Brasil, com US$ 334 milhões, queda de 23,5% e participação de 12,8%. A seguir ficou a Alemanha, 11,2% do total, e China em terceiro, com 10%.
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