Bosch: receita de 78 bilhões de euro e alta nos negócios de mobilidade.

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A Bosch registrou no ano passado faturamento global de € 78 bilhões, volume 6,7% maior do que o registrado em 2016, informou em balanço divulgado na terça-feira, 30. As vendas para o setor automotivo, feitas pela divisão de mobilidade, representaram 61% do total, chegando a € 47,4 bilhões, alta de 7,8% ante os resultados de 2016.

 

Segundo a empresa "impulsionaram as vendas da divisão a forte demanda de sistemas de injeção de diesel e gasolina, bem como assistência ao motorista e sistemas de informação e entretenimento para veículos conectados". Também houve progressos em seus negócios no campo da eletrificação.

 

Sobre isso Volkmar Denner, presidente do conselho de administração da Robert Bosch, disse que, até 2030, as células de combustível desempenharão um papel fundamental no powertrain: “Estamos intensificando nossas atividades de desenvolvimento e expandindo gradualmente nosso portfólio de produtos”.

 

O lucro ajustado ante os juros e impostos aumentou para € 5,3 bilhões em 2017, contra € 4,3 bilhões em 2016. A margem operacional aumentou para 6,8% com relação aos 5,8% de 2016. Denner lembrou que os resultados foram maiores do que os projetados: “Excedemos nossas previsões de crescimento e melhoramos nossa rentabilidade. Em 2017 nossas vendas foram maiores do que nunca”.

 

Afora o setor automotivo a empresa também apresentou crescimento na receita em outras áreas de negócio. A divisão de bens de consumo correspondeu a 24% do faturamento global, crescimento de 4,5% ante a receita de 2016. A área de tecnologias para a indústria representou fatia de 8%, enquanto que a de energia ficou com os 7% restantes.

 

2018 – A meta para este ano é alcançar margem operacional de 7,5%. O comunicado diz que a Bosch projeta crescimento de vendas e ganhos em 2018, apesar da desaceleração esperada do crescimento econômico nos principais mercados, particularmente a China. Estabeleceu um objetivo para vendas adicionais de mais de 1 bilhão de euros até 2020, impulsionado pelo setor de conectividade.

 

Foto: Divulgação.