Tiggo 2 atrai clientes dos hatches e sedãs

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São Paulo – Nas concessionárias desde o fim de junho, o Tiggo 2 com transmissão automática alavancou a demanda pelo modelo. Considerado pela diretoria da Caoa Chery um “SUV democrático”, por oferecer preço atrativo comparado com seus concorrentes – a diferença, em muitos casos, supera os R$ 10 mil –, o modelo automático responde por mais de 60% do mix do utilitário esportivo produzido em Jacareí – e só não é mais porque a fábrica não opera, ainda, a todo vapor.

 

“Nossa rede diz que, devido ao preço, o modelo tem atraído muitos clientes de hatches e sedãs”, disse Henrique Sampaio, gerente de marketing da Caoa Chery. “É um carro de volume que ajudará a construir a nossa marca no mercado brasileiro”.

 

O Tiggo 2 automático custa R$ 66 mil 990 na versão Look, de entrada, e R$ 69 mil 990 na Act, com ampla oferta de equipamentos de conforto, segurança e entretenimento. Sampaio explica que o teto ficou em R$ 69 mil 990 para atender à crescente demanda do público PCD. “Hoje representa 10% das nossas vendas, mas estamos preparando a rede para que esse porcentual cresça”.

 

Este mês a unidade de Jacareí produzirá mais de 1,5 mil unidades pela primeira vez desde que a Caoa assumiu a operação. Deste volume, 80% são do Tiggo 2 e 20% do subcompacto QQ. A tendência é acelerar, até porque em setembro a fábrica ficará parada por duas semanas para que um novo modelo comece a ser produzido.

 

Em agosto a Caoa Chery vendeu em torno de 1 mil unidades, quase o dobro de junho, quando os emplacamentos foram coisa de 500 unidades – em julho as vendas ficaram em torno de 800 veículos.

 

Assim como na oferta com transmissão manual, o modelo traz sob o capô um motor 1,5 litro que alcança 115 cavalos com etanol. A transmissão Aisin, importada, tem quatro velocidades, decisão que, segundo Sampaio, foi tomada para que o Tiggo 2 atenda àquilo que propõe: um SUV com bom custo-benefício.

 

Fotos: Divulgação.