Em destaque

Trabalhadores mantêm greve na Renault em São José dos Pinhais

São Paulo – Os trabalhadores da Renault decidiram, em assembleia na segunda-feira, 27, manter a greve que completa uma semana na terça-feira, 28. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Sérgio Butka, afirmou que a paralisação continuará por tempo indeterminado ou até a Renault rever as 747 demissões que encerraram o terceiro turno e motivaram os funcionários a cruzarem os braços.

São Paulo – Os trabalhadores da Renault decidiram, em assembleia realizada na segunda-feira, 27, manter a greve que completa uma semana na terça-feira, 28. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Sérgio Butka, afirmou que a paralisação continuará por tempo indeterminado ou até que a Renault reveja as 747 demissões que encerraram o terceiro turno e motivaram os funcionários a cruzarem os braços.

“Enquanto a empresa não rever as 747 demissões não teremos condições de avançar na pauta proposta para a competitividade da planta.”

A Renault afirma ter promovido esforços para chegar a um acordo com o sindicato, pois precisa reduzir custos por causa do menor tamanho do mercado durante a pandemia. A relação empresa-trabalhadores começou a ficar estremecida em março, após não entrarem em acordo com relação a um lay off – depois, porém, houve acordo para a redução de jornada e de salário.

No Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, PR, são produzidos Captur, Duster, Kwid, Logan, Oroch, Sandero, Stepway e o utilitário Master, além de motores e blocos e cabeçotes em alumínio.

Foto: Divulgação.

vwco

Notícias relacionadas

vwco
vwco

Receba as principais notícias do setor automotivo diretamente no seu WhatsApp.

Receba diariamente as principais notícias do setor automotivo, análises de mercado e tendências da indústria no seu e-mail corporativo.

vwco