Ao avaliar a eficiência energética do conjunto das dezesseis maiores economias do mundo o Brasil ocupa a décima-quinta posição, antes do México, constatou pesquisa da agência de consultoria Market Research Future, com sede na Califórnia, informou comunicado distribuído pela Reymaster Materiais Elétricos na quarta-feira, 26.
Outra pesquisa, também citada, Mercado de Motores Elétricos para Aplicações Domésticas, revelou que nos próximos oito anos haverá crescimento de 5,87% no uso mundial apenas de motores elétricos domésticos. Aqui, de acordo com dados da Eletrobras Procel, energia elétrica é o insumo mais importante em operações industriais, cerca de 70% do total.
O País dispõe de lei específica contra o desperdício de energia, número 10 295, de 2002, lembra o texto da Reymaster. De acordo com Joelintom Geffer, seu promotor técnico Siemens e especialista em automação industrial, “ocorre que para atendê-la faz-se necessário uma quantidade imensa de informações, como volume de produção, distribuição e venda, estratégias de transporte, importações e exportações, naturalmente difíceis de serem obtidas”.
Para reverter o quadro, na prática, e rapidamente, Geffer propõe “a adoção de inversores de frequência”, que são aplicados em motores elétricos monofásicos e trifásicos: “É possível controlar a velocidade e torque do motor , resultando em menor consumo de energia elétrica e maior durabilidade de componentes mecânicos”.
Mais: os inversores de frequência, além da economia de energia, “são responsáveis pelo melhor desempenho das máquinas e equipamentos, têm menor necessidade de manutenção, protegem o motor de forma mais eficaz, economizam espaço na instalação e, principalmente, habilitam a transformação digital para a Industria 4.0”.