GR Yaris desembarca no Brasil com todas unidades vendidas

São Paulo – O primeiro lote do GR Yaris, a versão esportiva do hatch que deixou de ser produzido no mercado brasileiro, esgotou na pré-venda, iniciada em fevereiro. Segundo a Toyota as primeiras 99 unidades com câmbio manual e 99 com transmissão automática desembarcaram no Brasil já com seus donos definidos: eles pagaram R$ 354 mil 990.

Outro lote, com o mesmo volume, está previsto para o ano. Construído sobre a estrutura Gazoo Racing o Yaris envenenado pesa 1,3 tonelada. É equipado com o motor 1.6 turbo de três cilindros de 304 cv com 40,8 kgfm de torque e tem tração integral.

GWM atualiza Ora 03 com novas opções de pintura e rodas pretas

São Paulo — O GWM Ora 03 passou a ter novas opções visuais no mercado brasileiro. A GWM incluiu as cores Azul Electric e Cinza Zenith na linha e padronizou rodas pretas de 18 polegadas em todas as versões, que partem de R$ 169 mil.

O Azul Electric chega com proposta mais chamativa, combinando a carroceria com pinças de freio amarelas. Já o Cinza Zenith, antes restrito à versão mais esportiva, agora é oferecido no elétrico com acabamento monocromático e o mesmo pormenor nas pinças, reforçando o apelo visual.

As mudanças são apenas estéticas. O modelo mantém o conjunto elétrico com 171 cv de potência e bateria de 58 kWh, com autonomia de até 420 quilômetros no padrão WLTP, 315 quilômetros pelo Inmetro. Também seguem os equipamentos já oferecidos, como pacote de assistência à condução, sete airbags e recursos de condução semiautônoma.

Com a atualização o hatch amplia as possibilidades de escolha, mas sem alterações na parte mecânica ou de desempenho.

VW Caminhões e Ônibus embarca 119 veículos para Angola

São Paulo — A Volkswagen Caminhões e Ônibus concluiu a entrega de 119 veículos para clientes em Angola. O lote foi dividido por empresas ligadas à construção civil e ao poder público da província de Luanda. Do total 55 unidades foram destinadas à construtora Omatapalo, outras 4quarents à QGMI e 24 ao governo provincial.

As aplicações incluem transporte de carga, serviços urbanos e apoio a obras de infraestrutura.

As entregas reúnem caminhões das linhas Delivery e Constellation, além de ônibus Volksbus 17.230 EOD em configuração adaptada para operações severas, com maior altura com relação ao solo. Parte dos veículos recebeu implementos como compactadores de lixo e caçambas basculantes. Todos seguem o padrão Euro 3, exigido no mercado local.

Angola permanece como um dos principais destinos das exportações da Volkswagen Caminhões e Ônibus. Para 2026 a empresa projeta que novos embarques para Angola ultrapassem 250 unidades, além da continuidade das operações em outros mercados africanos, como África do Sul, Gana e Costa do Marfim.

Desde o início das operações no país, em parceria com o importador Grand Lakes, a Volkswagen Caminhões e Ônibus já enviou cerca de 11 mil veículos a Angola. Considerando todo o continente africano, o volume supera 18 mil unidades desde 1981.

TE Connectivity avança com nacionalização de tecnologias

Bragança Paulista, SP – Hoje um carro comum tem, em média, de 700 a 1 mil metros de cabos embarcados em chicotes – o número pode ser de até 4 quilômetros em um modelo de luxo com avançado nível tecnológico – que transmitem sinais e energia conectando mais de quarenta centrais eletrônicas, as ECUs, para comandar diversas funções, da luz de seta a sistemas avançados de direção autônoma. Nas pontas de cada um desses fios estão centenas de conectores dos mais diferentes tipos, alguns com dezenas de encaixes precisos. É exatamente este cenário de evolução acelerada que vem fazendo a TE Connectivity crescer no mundo todo e também no Brasil.

Daniel Malufi, vice-presidente da TE Connectivity responsável pela operação na América do Sul, classificou como positivo o atual momento da empresa na região, com fábrica que trabalha 24 horas por dia nos sete dias da semana: “Estamos bem posicionados com o aumento das tecnologias embarcadas nos veículos. Por isto nosso faturamento e investimentos vêm crescendo ano-a-ano mesmo quando a produção de veículos não cresce na mesma medida”.

Com faturamento global de US$ 17,3 bilhões em 2025 e mais de cem fábricas operacionais no mundo, trinta delas dedicadas ao setor automotivo, a fabricante de conectores e terminais automotivos tem atualmente mais de cem clientes no Brasil – os cinquenta maiores respondem por 90% do faturamento – e fornece seus produtos, principalmente, para grandes sistemistas que fornecem chicotes e ECUs às montadoras de veículos leves e pesados, além de máquinas agrícolas e de construção.

Na unidade automotiva da TE Connectivity nas Américas o Brasil, com cerca de 1,2 mil empregados, sedia uma das quatro fábricas na região – duas estão no México e uma nos Estados Unidos – e um dos cinco centros de engenharia, o único na América do Sul.

Operação alimentada por evolução tecnológica

A evolução tecnológica dos veículos produzidos no Brasil se reflete no atual ritmo frenético da fábrica localizada em Bragança Paulista, SP, inaugurada em 1976, duas décadas após a instalação da empresa no País. Hoje a unidade altamente automatizada opera com 55 injetoras, 27 prensas, dez linhas mecatrônicas e quatro de galvanoplastia, dentre outras instalações. Todos os ferramentais são produzidos dentro de casa e alguns são exportados para a empresa nos Estados Unidos.

A fábrica brasileira produz componentes com o mesmo padrão do resto do mundo — o que muda é a escala, assinalou Malufi: “Aqui é o único lugar no mundo onde precisamos produzir muitos itens sob um mesmo teto, porque nossos volumes são menores. Em outros países existem fábricas especializadas em determinados produtos”.

Diretora de vendas e marketing para a América do Sul Mônica Biazon relatou que a TE acompanha de perto as principais tendências tecnológicas para antecipar necessidades e ter o produto pronto para oferecer aos clientes: “Temos cerca de 10 mil engenheiros trabalhando em pesquisa e desenvolvimento no mundo e já temos doze sediados aqui em Bragança que trabalham para projetos globais”.

Em 2025 a TE Connectivity investiu US$ 830 milhões em pesquisa e desenvolvimento e registrou 15 mil patentes, somando requeridas e concedidas. Segundo a executiva, em muitos casos, é necessária certa proatividade para fazer todas essas soluções chegarem ao conhecimento de sistemistas e montadoras: “Sempre promovemos apresentações que indicam as tendências do setor e como podemos participar dos projetos dos clientes”.

“Temos no Brasil montadoras de todas as regiões”, observou Malufi, “e isto facilita o entendimento da engenharia para desenvolver soluções que servem para o mundo todo.”

Desenvolvimento localizado

No Brasil o salto evolutivo de exportar serviços de engenharia para outras unidades da TE no mundo começou há cerca de quatro anos. Mas pouco antes disto a empresa já havia escalado alguns degraus em sua capacidade de desenvolver conectores e terminais no Brasil, justamente para atender à maior demanda das montadoras por embarcar novas tecnologias nos veículos, principalmente propulsão eletrificada e sistemas avançados de assistência ao motoristas, os ADAS na sigla em inglês. Todos esses sistemas requerem centenas de conexões eletroeletrônicas.

Para encurtar o tempo de desenvolvimento de produtos no País e para atender às necessidades cada vez mais aceleradas dos clientes locais, em 2019 a empresa investiu US$ 1 milhão para instalar em Bragança Paulista uma área de laboratórios capazes de realizar centenas de ensaios, tanto para auditar a qualidade e validação de itens já desenvolvidos como para desenvolver novas soluções.

Desde então o centro já recebeu US$ 4 milhões em aportes para compra de equipamentos e instalação de mais laboratórios: “Antes a validação de um produto era feita em unidades no Exterior e podia demorar meses, hoje isso acontece em dias”, afirmou Xavier Jareno, gerente de marketing de produto da TE Connectivity.

Ele acrescenta: “Embora nossos maiores clientes sejam os sistemistas são as montadoras que nos encaminham os projetos e nos escolhem como fornecedor dos conectores que usarão em seus sistemas e chicotes. Por isto precisamos ter uma engenharia muito atuante”.

Nacionalização crescente

Apesar da indicação de localização crescente de desenvolvimento e produção de componentes cerca de metade dos itens comercializados pela TE no Brasil vem de fora, importados principalmente de unidades da empresa na Europa e nos Estados Unidos. Também é importada boa parte dos insumos utilizados nos processos industriais, principalmente metais e resinas. Na mão contrária cerca de 20% da produção em Bragança são exportados atualmente para a TE nos Estados Unidos e na Europa.

“Isto varia bastante de ano para ano: já foi mais de 30% e também já foi 10%”, disse Malufi. “Depende muito do fluxo de projetos dos nossos clientes.”

Mas os processos de nacionalização seguem avançando. Um dos exemplos é a produção em Bragança de conectores para cabos coaxiais que interligam telas e câmaras cada vez mais presentes nos carros nacionais. Há três anos também foi nacionalizada a antena de wi-fi, que torna possível outra funcionalidade cada vez mais oferecida pelas montadoras: a conexão com internet a bordo.

Outro exemplo são os cabos híbridos e seus conectores, que transmitem energia e dados, como acontece atualmente com os retrovisores externos que têm ajuste elétrico e uma câmara acoplada no mesmo componente.

Outra tendência que está trazendo novos negócios à TE Connectivity é a multiplicação de lançamentos de carros eletrificados produzidos no País. Tanto carros elétricos como híbridos utilizam mais cabos e mais conectores.

A adoção genérica de sistemas elétricos de 48V em substituição ao de 12V deverá causar mudanças na arquitetura elétrica dos veículos no futuro, prevê Malufi, com uso de cabos e terminais menores, o que economizará matérias-primas.

China, por enquanto, é oportunidade

A instalação no Brasil de montadoras de origem chinesa, ao menos por enquanto, não afeta nem para o bem e nem para o mal as operações da TE Connectivity. Para Malufi elas ainda são uma oportunidade distante: “Os chineses, neste momento, importam toda a parte eletroeletrônica dos carros que estão montando ou que montarão aqui. Primeiro eles nacionalizarão pneus, rodas, vidros e bancos, e a eletrônica vem por último. Portanto ainda está distante o fornecimento a estes fabricantes aqui”.

Mas o executivo apontou que a rápida evolução tecnológica dos fabricantes chineses é um importante vetor de crescimento para a empresa: “Com a acelerada eletrificação e adoção de tecnologias a China está acelerando o portfólio da TE. A maioria dos carros produzidos lá já usa nossos conectores fornecidos por nossas fábricas instaladas no país”.

Os chineses também estão se aproximando da operação no Brasil:

“Sempre recebemos visitantes da China, tanto da TE de lá como de clientes”, lembrou Mônica Biazon. “Eles têm interesse em observar e aprender como fazemos as coisas aqui.”

Afinal o negócio da TE Connectivity também é o de facilitar conexões.

Incêndio atinge fábrica da Caio em Botucatu

São Paulo — Um incêndio atingiu a fábrica de Botucatu, SP, da Caio na manhã da segunda-feira, 30. Segundo a empresa fabricante de carrocerias de ônibus urbanos o fogo foi controlado e não deixou nenhum ferido. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram uma grande nuvem de fumaça às margens da Rodovia Marechal Rondon, SP-300.

Em nota a empresa informou que o fogo ocorreu em uma das cabines de pintura.

“Com rápida atuação das brigadas de incêndio do Grupo Caio e do corpo de bombeiros de Botucatu as chamas foram rapidamente controladas, sem nenhuma vítima ou feridos.”

De acordo com a Caio a produção foi restabelecida durante a tarde.

Marcopolo testa o Volare híbrido com Sertran e bp bioenergy

São Paulo – A Marcopolo, em parceria com a Sertran Transportes e a bp bioenergy, empresa do Grupo bp que trabalha no setor bioenergético, anunciou o início de operação de demonstração do Volare Attack 10 híbrido flex. Lançado em 2024 o modelo tem tração 100% elétrica, gerador a etanol e autonomia de 500 a 650 quilômetros sem necessidade de infraestrutura de recarga, ampliando seu uso em regiões rurais e em operações contínuas.

O projeto-piloto será conduzido em uma das usinas da bp bioenergy para o transporte de funcionários, com rota operacional definida em conjunto com a Sertran, responsável pela condução do veículo. A engenharia da Marcopolo acompanhará continuamente a operação, avaliando o desempenho e realizando ajustes técnicos necessários.

O veículo utiliza arquitetura range extender, que une tração 100% elétrica à geração de energia por etanol. Uma bateria de alta tensão, com até 120 kWh, alimenta o motor elétrico WEG responsável pela tração. A reposição de energia é realizada por um motor Horse 1.0 Turbo, que trabalha exclusivamente como gerador, sem ligação mecânica com as rodas, reduzindo emissões e consumo.

Frasle Mobility aposta em sistema automatizado de logística em Extrema

Extrema, MG – Frente à maior concorrência no mercado de 0 KM, que conta com cada vez mais modelos, as empresas que fornecem ao mercado de reposição precisam adaptar-se e diversificar também sua oferta de peças e partes de veículos. Pensando nisto a Frasle Mobility apostou em sistema automatizado de logística que privilegia itens pequenos e fracionados para ganhar tempo, aliviar o trabalho do operador, reduzir custos e diminuir o prazo de entrega.

“O projeto 4Mobilty é uma resposta às demandas e necessidades do mercado de reposição independente, que responde por 90% das nossas receitas. O restante provém de exportação”, afirmou Marcelo Tonon, diretor executivo de supply chain para a América Latina da Frasle Mobility, para quem está havendo fragmentação de marcas que, ao que tudo indica, veio para ficar. “O nosso mercado há alguns anos era tomado por veículos populares de marcas tradicionais, como Volkswagen Gol e Fiat Palio. Hoje existem milhares de plataformas de produtos diferentes com frotas muito pequenas.”

O reflexo no segmento é que os distribuidores de peças do aftermarket, com diversas filiais espalhadas pelo País, passaram a comprar de forma fracionada. E a indústria teve de se adaptar.

A Frasle Mobility decidiu que o espaço onde funcionava o antigo centro de distribuição da Nakata, em Extrema, MG – adquirida pela empresa de Caxias do Sul, RS, em 2020, e incorporada em janeiro deste ano –, seria o lugar ideal para estabelecer a solução, ainda em fase inicial, em pré-teste desde fevereiro e finalizada em junho.

Solução ocupa um quarto do espaço no método tradicional 

Por ora 25 robôs autônomos – com potencial de chegar a cem – transportam diariamente 35 mil bins ou caixas de armazenamento de plástico, que podem chegar a 50 mil, em um espaço de 2 mil m², que equivale a 25% de área de 8 mil m² a 10 mil m² necessárias caso o sistema se mantivesse como o tradicional de armazenamento. Que, a propósito, ainda opera no local: lá existem 30 mil posições de pallets para abrigar, principalmente, amortecedores, caixas de direção e componentes de cardan. Trata-se, portanto, de um sistema misto.

Hoje a Frasle Mobility distribui cerca de 200 mil itens de pelo menos 40 mil SKUs, variações específicas dos produtos, com acréscimo de 1 mil a 1,2 mil anualmente por causa da velocidade dos lançamentos: “No ritmo de crescimento que temos tido nos últimos anos nosso espaço estaria saturado até dezembro”.

Foi a fórmula encontrada para crescer com menos área, atendendo ao fracionamento, com quantidade menor de pessoas e reduzindo drasticamente o risco inerente a este tipo de trabalho: “Aqui você nunca verá uma empilhadeira passando. O risco de material em altura associado ao do equipamento em movimentação deixou de existir”.

Com 40% das linhas de separação já automatizadas os robôs transportam produtos menores e mais leves, a exemplo de componentes de suspensão e direção, além de itens de metal borracha. 

“Opção a este sistema seria levar tudo para um centro de distribuição maior ou operar dois centros separados, o que geraria custo muito maior e tempo desnecessário”, assinalou o diretor, ao contar que, em vez de andar 20 quilômetros por dia para ir até a peça, ela agora vem direto ao operador. “Processos que demoravam de quatro a seis horas hoje são feitos em meia hora. Sem contar que seria necessário contratar até cem funcionários a mais em uma região de pleno emprego e com dificuldade de contratação de mão de obra.”

Prazo de entrega será reduzido a um terço

A automação dos processos reflete no prazo de entrega da peça: se antes o pedido chegava e o item era entregue em até cinco dias, sendo três, na média, agora já é possível entregar em dois dias. De acordo com Tonon em junho, quando 76% dos produtos elegíveis estarão automatizados – leia-se, treze das dezesseis linhas de famílias de produtos do centro de distribuição, que totalizam 6,5 mil itens – será possível baixar a um dia. Ou seja: será reduzido a um terço do que é praticado pelo sistema manual.

O foco é ganhar participação com os distribuidores: “Nossos clientes trabalham com mais de uma marca e grandes estoques porque o setor como um todo, desde as fábricas, passando pelos distribuidores, até o varejo, ainda carece de eficiência logística. A partir do momento em que conseguirmos dar mais segurança aos distribuidores, entregando mais rápido, ele pode tirar o que coloca de gordura em seu estoque”.

A solução deverá ser suficiente para atender a demanda até 2029: “Na hora em que estivermos trabalhando com 100% da solução ativa, com cem robôs e 50 mil bins, o custo logístico deverá cair pela metade”.

Sobre eventual aumento do consumo de energia elétrica Tonon disse que reduziu bastante por causa de empilhadeiras que deixaram de ser usadas: “Um robô deste consome o equivalente a uma lâmpada”.

A Frasle Mobility, adicionalmente, está trabalhando com projeto para gerar energia limpa a partir de painéis solares ainda este ano, sendo o objetivo inicial suprir eventual falta de eletricidade e uso desta fonte em horários de pico.

Parcela dos recursos de ambas as iniciativas integra ciclo de investimentos global de R$ 193 milhões de 2025 a 2029. Neste período é previsto que iniciativa dedicada às peças de pesados seja estabelecida.

Modelo deve ser replicado

A solução não é inédita na indústria da região, já adotada pelo e-commerce e pela Embraer, para separar componentes em sua linha de produção:  “Somos, porém, a única empresa do setor de reposição da América Latina a usar este sistema”.

Tonon afirmou que a ideia é checar a possibilidade de expandi-lo a outros CDs da empresa, em Caxias do Sul, São Leopoldo, RS, e Joinville, SC: “Estamos criando uma solução e um conceito que depois poderá ir para outros países, como Argentina, Colômbia e Reino Unido”.

Sistema híbrido leve chega à linha Jeep Commander

São Paulo – Depois de estrear no Jeep Renegade o sistema híbrido flex leve de 48v do projeto Bio Hybrid da Stellantis passa a ser oferecido, também, na linha do Commander. Duas versões do SUV de sete lugares, Limited e Overland, passam a contar com a tecnologia que, de acordo com a montadora, reduz em até 9,4% o consumo de combustível.

O sistema é o mesmo do Renegade: o T270 turboflex, de 176 cv, é associado à tecnologia MHEV composta pelo motor elétrico, a bateria de íon lítio e o conversor de 48v. Eles não propulsionam o veículo mas dão assistência ao torque nas etapas em que há maior emissão de CO2.

Outra novidade da linha Commander é o motor Hurricane, presente na versão topo de linha Blackhawk que, como no Compass, passa a ser flex.

Leves mudanças

Externamente o Commander recebeu um novo acabamento em todas as versões, com conjunto óptico com faróis com assinatura em led e a grade frontal, que destaca as sete fendas da Jeep.

Veja os preços e versões:

Jeep Commander Longitude T270 – R$ 228 mil 790
Jeep Commander Limited T270 MHEV – R$ 255 mil 690
Jeep Commander Overland T270 MHEV – R$ 283 mil 790
Jeep Commander Overland 2.2 turbodiesel – R$ 319 mil 990
Jeep Commander Blackhawk Hurricane Flex – R$ 329 mil 990

Lei argentina que proíbe compra de carros importados será extinta

São Paulo – Javier Milei, presidente da Argentina, poderá comprar o Volkswagen Touareg que usou nas primeiras semanas de seu mandato. Dentre uma série de medidas que estão sendo tomadas pelo governo argentino a proibição de órgãos da administração pública de adquirir modelos que não são produzidos localmente está para cair, informou o Argentina Autoblog.

Trata-se de lei criada em 1961 pelo presidente Arturo Illia com o objetivo de promover a indústria automotiva argentina. O problema é que ela já não vinha sendo cumprida há anos – e o uso do Touraeg por Milei é só mais um exemplo do jeitinho argentino que estava sendo adotado.

No caso do atual presidente o veículo fora cedido por empréstimo pela Volkswagen, algo usual inclusive no Brasil – BYD e GM, recentemente, cederam veículos para a frota presidencial em comodato. A mesma criatividade era usada em situações onde não havia veículos made in Argentina para compor a frota, como em equipamentos das forças armadas, polícia e bombeiros.

O projeto de lei que tramita no congresso argentino prevê acabar com esta lei sexagenária e colocar os importados em pé de igualdade com os fabricados na Argentina. A justificativa do autor, o ministro da Desregulamentação, Federico Sturzenegger, é tornar mais eficiente o uso do dinheiro dos contribuintes, relata o Autoblog:

“O Estado deve priorizar o uso mais eficiente possível do dinheiro dos contribuintes. A obrigação de comprar carros fabricados na indústria nacional impõe obstáculos ao uso eficiente dos recursos nacionais e, portanto, prejudica os cidadãos”.

Junto dela outras leis obsoletas deverão ser extintas, como a do apadrinhamento presidencial, que obriga famílias a nomear o presidente da nação como padrinho católico de seu sétimo filho. Popularmente conhecida como lei anti-lobisomem, tem como objetivo evitar a maldição de tornar um lobisomem a criança durante a lua cheia, como era a crença popular da época.

Também será extinta a Comissão de Criação de Coelhos, criada em 1988 para incentivar o consumo da carne do animal.

GAC anuncia Eduardo Sato como diretor comercial no Brasil

São Paulo — A GAC nunciou Eduardo Sato como seu novo diretor comercial em meio ao avanço dos negócios no País e à necessidade de organizar a operação para sustentar a expansão. Com mais de duas décadas de experiência no setor automotivo Sato construiu carreira na Toyota do Brasil, em vendas, desenvolvimento de rede, planejamento estratégico e gestão de negócios.

Ao longo do tempo participou da ampliação da operação comercial e da relação com concessionários em diferentes regiões.

Na nova função o executivo terá como foco estruturar a estratégia comercial da GAC, com responsabilidades que incluem a expansão da rede de concessionárias, definição de posicionamento de produtos e iniciativas visando à experiência do cliente.