ExpoFenabrave será realizada em agosto no São Paulo Expo

São Paulo – A Fenabrave realizará a 32ª edição de seu Congresso & ExpoFenabrave em 21 e 22 de agosto no São Paulo Expo. O evento, que por mais um ano terá a curadoria de Antonio Maciel Neto, ex-CEO das montadoras Ford e CAOA e fundador da Academia CEO, contará com workshops e palestras e, durante a abertura, são aguardadas as presenças de autoridades políticas e setoriais.

Até o momento estão confirmados como palestrantes o ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, que falará sobre o poder do agronegócio e seu reflexo no setor, o diretor de inovação e tecnologias emergentes da Microsoft, Waldemir Cambiucci, que discorrerá sobre a inteligência artificial e as novas oportunidades de negócios para o mercado da distribuição de veículos, e o CEO da BRF, Miguel Gularte, falando sobre o sucesso de marcas fortes em diferentes canais de venda.

O 32º Congresso & ExpoFenabrave ocupará os pavilhões 1 e 2 e, ao longo dos 25 mil m2, haverá em torno de duzentas marcas expositoras e cem startups. São aguardados 6,5 mil visitantes por dia.

Chico Tornearia investe R$ 15 milhões em nova fábrica

São Paulo – A Chico Tornearia, fornecedora de componentes para o setor automotivo, construiu nova fábrica com investimento de R$ 15 milhões, saindo de uma unidade que tinha 1,5 mil m² para a nova, de 7 mil m² de área construída em terreno de mais de 27 mil m². A nova unidade, localizada em Ana Rech, Caxias do Sul, RS, era um sonho antigo de Enderson Luis Leite, diretor e fundador da empresa, pois entendia que era necessário modernizar a sua operação para melhor atender aos clientes. 

Ele disse que a antiga unidade tinha a produção dividida em dois andares e não permitia grandes ampliações, diferentemente da fábrica nova que é plana e já foi construída pensando em uma futura expansão, com espaço para chegar a 17 mil m². Novos investimentos já estão sendo planejados pela empresa:

“Até o fim do ano que vem investiremos de R$ 4 milhões a R$ 5 milhões em novas máquinas, principalmente células automatizadas e robôs para automatizar a nossa produção”.

Estes equipamentos serão comprados na Coréia do Sul, de fornecedor do qual a empresa é bem próxima e do qual compra equipamentos desde 2006. A meta é ter três células robotizadas. 

A Chico Tornearia é especializada na produção de diversos componentes usinados e parte dos seus clientes são montadoras de veículos leves, pesados, máquinas agrícolas e de construção e implementos rodoviários. O segmento de reposição também faz parte dos negócios e o faturamento fica dividido 50% OEM e 50% aftermarket. 

Com a nova fábrica Leite acredita que novos contratos para futuros lançamentos serão fechados com montadoras, uma vez que a unidade passa maior credibilidade e foi toda modernizada, mostrando que a empresa está preparada para atender a volumes maiores no País. Para 2024 a expectativa é de crescimento no faturamento na comparação com 2023, já sentindo o efeito do investimento realizado:

“Com toda a mudança de estrutura que fizemos estamos projetando um crescimento de 10% a 15% este ano. Há projetos que não conseguíamos atender, antes, e que agora poderemos”.

A Chico Tornearia também pretende ampliar o quadro de funcionários, dos atuais 92 para 150, com o começo das contratações previstas para julho. Com mais funcionários e a expectativa de novos negócios chegando a intenção é abrir um segundo turno de produção na nova fábrica, que também possui área de lazer para os colaboradores usarem aos finais de semana, área de descanso e um novo refeitório.

Venda de veículos leves no Chile recua 10% no primeiro semestre

São Paulo – As vendas de automóveis e comerciais leves no Chile somaram 142,5 mil unidades de janeiro a junho, queda de 10,5% na comparação com igual período do ano passado, de acordo com a Anac, entidade que representa o setor automotivo no país. Segundo a Anac a retração é reflexo de uma série de fatores: baixo nível de investimentos, baixa geração de novos postos de trabalho, baixo nível de confiança dos consumidores, novas taxas aplicadas nos veículos que elevaram os preços, baixa atividade econômica. 

Em junho, os mesmo fatores afetaram o mercado automotivo chileno, que somou 22,6 mil unidades comercializadas, recuo de 0,5% com relação ao mesmo mês de 2023 e queda de 23% na comparação com maio. 

De janeiro a junho a Toyota liderou as vendas, sendo a única marca a superar 10 mil emplacamentos, com 11,2 mil unidades. Em segundo lugar ficou a Chevrolet com 9,6 mil, seguida de perto pela Suzuki com 9,3 mil. 

Caminhões e ônibus

As vendas de caminhões no período somaram 5,6 mil unidades, volume 12,1% menor do que o comercializado em iguais meses do ano passado. O recuo foi puxado pela baixa recuperação da economia local, assim como pelo baixo nível de investimentos no país em 2024.

Em junho as vendas de caminhões chegaram a 900 unidades, queda de 12% na comparação com igual mês do ano passado e recuo de 2,1% com relação a abril.

Os ônibus somaram 973 vendas no primeiro semestre, retração de 36,4% na comparação com o primeiro semestre de 2023. Em junho foram vendidos 104, alta de 76,3% sobre junho do ano passado e queda de 29,7% com relação a maio.

Vale, Komatsu e Cummins assinam acordo para desenvolver caminhão bicombustível

São Paulo – Vale, Komatsu e Cummins acordaram o desenvolvimento conjunto de caminhões bicombustíveis fora de estrada, movidos à mistura de etanol e diesel, para atenderem à indústria da mineração. Trata-se da primeira vez que veículos deste porte, com capacidade de 230 e 290 toneladas, rodarão com etanol.

O Programa Dual Fuel, como é chamada a colaboração das três empresas, foca na necessidade de se reduzir os lançamentos de carbono nas operações de mineração. De acordo com a Vale ele ajudará a atingir suas metas de diminuir em até 33% as emissões de CO2 nos escopos 1 e 2, até 2030, e de zerá-las até 2050.

Os caminhões adaptados utilizarão até 70% de etanol na mistura e reduzirão em até 70% o CO2 emitido com relação aos movidos a diesel. Nos próximos dois anos estão previstos o desenvolvimento, os testes e o estabelecimento dos motores movidos a etanol e diesel fabricados pela Cummins.

Stellantis abre terceira rodada do seu Programa de Estágio 2024

São Paulo – A Stellantis abriu a terceira rodada do Programa de Estágio 2024, com mais de duzentas vagas para as cidades de Betim, Itaúna e Belo Horizonte, em Minas Gerais, Goiana e Recife, em Pernambuco, Jaboatão e São Paulo, SP, e em Porto Real, RJ. As inscrições estão abertas até o 12 de agosto no site https://www.estagiostellantis2024.com.br/.

O estágio começará em setembro ou em outubro, dependendo da cidade, e os alunos devem ter a previsão de formação de 2025 a 2027 e estar matriculados nos seguintes cursos: administração, comunicação social, ciências contábeis, direito, gestão de projetos, pedagogia, design de produto, economia, engenharia automotiva, engenharia de controle e automação, finanças, jornalismo, publicidade e propaganda, relações internacionais.

Mercedes-Benz vende 36 Sprinter para o Ministério da Cultura

São Paulo – A Mercedes-Benz fechou a venda de 36 unidades da Sprinter para a MovCEU, iniciativa cultural itinerante do Ministério da Cultura dedicada à população de baixa renda. As primeiras, produzidas na Argentina, foram entregues em julho e já serão usadas em atividades culturais como biblioteca móvel, estúdio de produção audiovisual, cinema ao ar livre e palco para apresentações.

O MovCEU promoverá ações culturais com as Sprinter em cidades brasileiras com até 20 mil habitantes, levando a arte e o conhecimento à população com pouco ou nenhum acesso.

A negociação foi conduzida pelo concessionário Mardisa, de Brasília, DF, e os veículos estão sendo customizados em parceria com a Mobile Solutions Serviços Automotivos.

Scania planeja nacionalizar motor elétrico

São Bernardo do Campo, SP – A Scania anunciou recentemente que aportará R$ 60 milhões a fim de preparar suas linhas no ABC Paulista para fabricar chassi de ônibus elétrico a partir de 2025. O aporte integra ciclo de investimento de R$ 2 bilhões até 2028 e há planos de nacionalizar componentes do veículo que, a princípio, serão importados da própria montadora na Suécia, dentre eles o motor elétrico.

Foi o que afirmou o diretor de desenvolvimento de negócios da Scania Operações Comerciais Brasil, Marcelo Gallao:

“Começaremos a nossa jornada de descarbonização pelo ônibus. Esses R$ 2 bilhões são investimentos que passam por tecnologias verdes e incluem componentes para descarbonizar o diesel, o gás e o elétrico”.

Segundo Gallao além da modernização da fábrica é prevista a nacionalização do motor elétrico que poderá ser usado em ônibus e, também, em caminhões: “Como o sistema de produção é modular e os componentes do caminhão e do ônibus são comuns, tudo o que integra o ônibus pode ser utilizado no caminhão.”

Chamado de EMC 1-2, electrical machine central ou motor elétrico central, sendo o número um referente a quantidade de motores e, dois, ao número de marchas na caixa de câmbio, o componente pode ser aplicado, por exemplo em caminhões de distribuição de até 230 KW. De acordo com o executivo até mesmo a bateria do ônibus é intercambiável e poderá integrar um caminhão no futuro.

Pormenores acerca dos planos da Scania para estender a produção local aos caminhões elétricos, porém, ficarão para a Fenatran 2024, realizada na São Paulo Expo de 4 a 8 de novembro. Atualmente apenas dois veículos a bateria da marca foram importados para a PepsiCo.

Segundo Marcelo Gallao existe equipe dedicada a ampliar o porcentual de localização do chassi elétrico da Scania até que ele comece a ser produzido. Foto: Wagner Menezes/Divulgação.

Por ora, dentro do que foi anunciado para o ônibus elétrico made in São Bernardo do Campo e batizado de K230E B4x2LB, que começará a ser vendido durante a Lat.Bus 2024 entre 6 e 8 de agosto, também no São Paulo Expo, sabe-se que serão importados o motor elétrico, bateria e cabos laranja de alta voltagem.

Um dos itens produzidos localmente serão os pneus específicos para veículos elétricos, fabricados pela Goodyear em Americana, SP, que será fornecedora da Scania – o que não impedirá que, até setembro de 2025, quando a montadora iniciará a produção, outras marcas já possuam produtos adequados à forma de propulsão também.

A importância deste componente, disse o diretor de desenvolvimento de negócios, se dá pela durabilidade do produto. Um pneu normal dura 50 mil quilômetros em um ônibus a diesel mas com a tração elétrica o desgaste é maior e, portanto, ele seria suficiente para rodar menos da metade, 20 mil quilômetros.

Nacionalização começa com 20% e objetivo é chegar aos 60%

Gallao estimou que os primeiros ônibus elétricos serão entregues com 20% de localização em termos de valores: “Para classificar o índice de nacionalização o governo brasileiro considera a pior condição, em peso ou valor. Como a bateria é o item de maior valor, conta muito na localização. Em termos de peças mais de 60% do ônibus é local. Mas somente a bateria, por seu valor agregado e peso, eleva o porcentual de componentes importados para 80%”.

Mas o plano é que até setembro do ano que vem a situação mude, uma vez que há profissionais dedicados apenas a ampliar o porcentual de localização “e, é claro, trata-se de uma corrida, e por isto temos equipe de compras focada na nacionalização. É preciso acompanhar se o fornecedor passou nos nossos testes, se foi aprovado em qualidade e segurança e se foi homologado pelo Inmetro”.

A meta, conforme o executivo, é alcançar as regras para ter acesso ao Finame, com 60% de localização do valor ou do peso. Bateria é um item em que a montadora está de olho pois empresas no Brasil já estão ensaiando a produção local: “Hoje a bateria a ser usada no ônibus é sueca e Scania, fabricada pela Northvolt, mas é verde. E é muito difícil achar fornecedor no Brasil com componentes verdes que garantam ESG”.

Por enquanto serão importados para compor o veículo o motor elétrico, bateria e cabos laranja de alta voltagem. Foto: Divulgação.

Ele ponderou que embora de 70% e 80% da matriz energética brasileira seja renovável, geradas por fontes eólica, solar e hidráulica, a montadora contrata somente energia que não tenha origem fóssil para operar a unidade local, o que gera custo adicional. Sobre planos de a Northvolt produzir no País Gallao afirmou que, por enquanto, não: “É preciso ter um volume de vendas maior para justificar fábrica de baterias da Northvolt aqui”.

Na Suécia o processo de produção exclui eletricidade gerado por carvão e concentra-se em fontes limpas, o que resulta em uma liberação de CO2 70% menor: “Nós queremos um produto livre de emissões desde a fabricação. É por isso que demoramos um pouco mais até comercializar”.

Peugeot mostra primeiro versão elétrica do novo 2008

São Paulo – Mais uma vez, assim como aconteceu há cerca de um ano, a Peugeot mostrou primeiro, no mercado brasileiro, a versão 100% elétrica de seu SUV compacto reestilizado, o E-2008. Assim como já aconteceu na Europa o modelo inaugura no País o nova e refinada identidade visual da marca do leão.

As versões com motor a combustão do 2008, com o mesmo design, já estão em produção na fábrica de El Palomar, Argentina, que recebeu investimento de US$ 270 milhões para produzir o modelo sobre a plataforma CMP, a mesma sobre a qual é fabricado lá o hatch 208 lançado em 2020.

Mas a apresentação do E-2008, importado de Vigo, Espanha, aos potenciais clientes brasileiros, com direito a test-drive, começa antes do resto da família, já neste fim de semana na Casacor São Paulo, realizada no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, até o próximo 28 de julho.

Contudo as vendas da nova geração do SUV só serão iniciadas a partir de agosto, juntamente com o E-2008, este já escalado para ser a opção topo de linha. Os preços de toda a gama só serão divulgados no mês que vem, mas como a versão elétrica é a mais cara deverá custar acima dos R$ 200 mil.

A nova geração do 2008, lançada em 2019 na Europa e reestilizada no ano passado, chegou ao Brasil já no fim de 2022 somente na versão elétrica, por R$ 260 mil, mas após muitos descontos motivados pela concorrência chinesa nos últimos meses o preço caiu para menos de R$ 190 mil. Ao longo de 2023 a Peugeot vendeu cerca de quinhentas unidades do modelo a bateria, e este ano o estoque do E-2008 antes da atual reestilização foi zerado com 150 vendas.

Neste período todo a primeira geração do 2008, lançada no mercado brasileiro em 2015 e passando por algumas reestilizações, seguiu sendo produzida em Porto Real, RJ, e até agora é vendida no site da Peugeot em duas versões com o motor 1.6 aspirado de R$ 110 mil e R$ 115 mil, e duas turbo com o 1.6 THP, de R$ 130 mil e R$ 135 mil.

Lançamento mais importante desde o 206

Rafael Filon, gerente de marketing de produto da Peugeot América do Sul, avaliou que “o 2008 será o mais importante lançamento da marca no País desde o 206”, hatch que foi primeiro Peugeot produzido aqui, a partir de 2001.

Para o E-2008 as expectativas são bem mais tímidas: o modelo será vendido e receberá assistência técnica nos E-Centers da rede, instalados em 32 das mais de trezentas concessionárias no País. Ainda que seja um número limitado é uma evolução ante os dois pontos especializados inaugurados em 2021. “Se houver demanda vamos aumentar esta rede mas avaliamos que no momento já atende o nosso público”, afirmou Filon.

Os principais clientes dos carros elétricos da Peugeot, segundo suas pesquisas, são jovens de 35 a 45 anos com famílias formadas, de alta renda, que estão experimentando a eletromobilidade pela primeira vez para uso urbano, e geralmente o modelo a bateria é o segundo carro da família.

Feição renovada e refinada

O 2008 é o primeiro Peugeot no País a ostentar a nova identidade visual global da marca, como o logo retrô do leão fixado na nova grade frontal emoldurada pelas duas lanternas em três filetes verticais de LED que formam a assinatura luminosa do veículo – que os designers da empresa dizem ser “as marcas das garras do leão”, em substituição ao filete único que era chamado de “dente de sabre”.

O novo visual é muito mais um refinamento daquele apresentado em 2019 do que uma grande mudança, cumpre a função de renovar o modelo sem perder características que já eram admiradas em seu belo design.

Por dentro o novo E-2008 manteve o acabamento caprichado, com bancos revestidos em couro Alcântara, aveludado. O quadro de instrumentos digital de 10 polegadas i-Cockpit 3D, posicionado ao nível dos olhos e acima do pequeno volante, ganhou novo design de telas.

No centro do painel está o inédito sistema de infoentretenimento Peugeot i-Connect, com tela sensível ao toque de 10,3 polegadas de alta definição, com respostas semelhantes às de um smartphone. Aliás o telefone agora pode ser espelhado com conexão Bluetooth, sem cabo, pelo sistemas Apple CarPlay ou Android Auto. O recarregador sem-fio no console central, segundo a Peugeot, é três vezes mais potente do que o utilizado na versão anterior do carro. Também estão disponíveis uma tomada USB-A e três USB-C, duas delas para quem vai nos assentos traseiros.

Outra novidade é o sistema Visio Park 360°, que integra câmeras dianteira e traseira que transmitem imagens de alta definição à tela da central, com visão geral do entorno do veículo.

Mais potência e autonomia

A Peugeot também aplicou melhorias em todo o sistema de propulsão elétrica do E-2008. A potência do motor aumentou 15%, de 136 cv para 158 cv, com torque máximo de 260 Nm e velocidade máxima eletronicamente limitada a 150 km/h. A capacidade da bateria também subiu de 50 kWh para 54 kWh, com expansão da autonomia, de 234 para 261 quilômetros segundo padrões brasileiros do PBEV/Inmetro.

Para o recarregamento o novo E-2008 conta com um carregador monofásico de 11 kW, superior ao anterior de 7,4 kW, o que permite uma recarga rápida de 80% em até 30 minutos em estações de 100 kW, em comparação aos 40 minutos da versão anterior.

O seletor de câmbio e-Toggle permite a mudança de condução de forma ágil, com opção de três modos: Eco, Normal e Sport.

O E-2008 traz de série o sistema de segurança Peugeot Driver Assist, que integra alerta de ponto cego, alerta de colisão, frenagem de emergência automática, comutação automática de farol alto, reconhecimento de sinalização de velocidade, detector de fadiga, piloto automático adaptativo ACC, alerta e correção de permanência em faixa. O modelo também vem com freios ABS, distribuição eletrônica de frenagem, cintos de segurança de três pontos para todos os passageiros, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis, seis airbags, assistência de partida em rampa e freio de mão com acionamento elétrico.

Banco CNH Industrial altera sua estrutura organizacional

São Paulo – O Banco CNH Industrial anunciou mudanças em sua estrutura organizacional, com novos executivos à frente da diretoria comercial e de seguros e na  de commercial lending, e a criação de uma nova área de gestão de produtos financeiros. Fernanda Baltazar (foto acima) é a nova diretora comercial e de seguros, sucedendo a Márcio Contreras, que assumiu o cargo de diretor de marketing comercial da New Holland para a América Latina.

Marcelo Dalcuche assume novo cargo no Banco CNH Industrial

Marcelo Dalcuche é o novo diretor de commercial lending, sendo que seu último cargo no banco foi como diretor de business solutions.

Jucivaldo Feitosa assumiu nova área do Banco CNH Industrial

Na nova área de gestão de produtos o diretor é Jucivaldo Feitosa, que está há mais de dez anos no banco e já foi diretor de outras áreas.

Fiat comemora 125 anos de história

São Paulo – A Fiat foi fundada em 11 de julho de 1899, em Turim, Itália, e agora completa 125 anos de operação. Uma história, segundo sublinha a fabricante, sustentada por pilares como inovação, acessibilidade e design, passando por modelos marcantes como o 4 HP, seu primeiro carro, e outros como S61, S76, Topolino, Nuovo 500, 600, 127, 147, Panda, Uno, Tempra, Tipo, Palio, que ajudaram a companhia a conquistar dezenas de mercados.

Em 1973 a marca chegou ao Brasil, após acordo fechado pela empresa com o governo de Minas Gerais, para a construção da fábrica de Betim, que começou a operar em 9 de julho de 1976, com a produção do Fiat 147, carro que fez história no mercado brasileiro.

Depois disto a Fiat fez história sendo a primeira a produzir no País picapes e furgões leves e também pioneira no no lançamento de um veículo com computador de bordo, que foi o Prêmio, o primeiro modelo com turbo de fábrica, o Uno Turbo, e o Tipo foi o primeiro veículo nacional com airbags.