thyssenkrupp obtém certificado de energia limpa para unidade de São Paulo

São Paulo – A thyssekrupp conquistou o certificado I-REC, International Renewable Energy Certificate, para sua fábrica de São Paulo, da divisão Springs & Stabilizers, especializada em molas e barras estabilizadoras para veículos. Trata-se de uma garantia de que, no período de outubro de 2022 a setembro de 2023, a empresa utilizou 100% de energia elétrica provinda de fontes renováveis.

Segundo o CEO da divisão Springs & Stabilizers da thyssenkrupp para o Brasil, Alessandro Alves, o I-REC os coloca em vantagem competitiva no mercado automotivo, “posicionando a empresa como parceira confiável em um cenário em que o consumidor procura, cada vez mais, por soluções sustentáveis e inovadoras”.

Globalmente a thyssenkrupp busca tornar-se carbono neutro até 2050. E até 2030 objetiva a redução de 30% nas emissões diretas de CO2 relacionadas aos processos produtivos e à energia utilizada, escopos 1 e 2, respectivamente, além da diminuição de 16% das emissões indiretas na cadeia de valor da empresa, escopo 3.

Sete anos após falência pagamentos a trabalhadores da Karmann-Ghia são concluídos

São Paulo – Chegou ao fim imbróglio que se arrastou por sete anos, desde o decreto da falência da Karmann-Ghia em São Bernardo do Campo, SP, em 23 de novembro de 2016. Os pagamentos de salários atrasados e verbas rescisórias aos cerca de seiscentos trabalhadores da época, iniciado em 2022, foi concluído em dezembro.

A companhia, que abriu as portas em 1960 na Via Anchieta, fabricou os icônicos SP1, SP2 e o Karmann-Ghia coupé, veículos que por décadas foram sinônimo de status para os brasileiros. Nos últimos anos de atividade a Karmann-Ghia realizava serviços de estamparia e ferramentaria para sistemistas e montadoras.

O desenrolar da negociação que parecia não ter um horizonte passou por pelo menos três suspensões da falência, acampamento de meses dos operários diante da fábrica a fim de tentar preservar o espólio da massa falida – o que não impediu a retirada de maquinários, que seriam utilizados para o pagamento –, e pela expectativa de tornar o local uma cooperativa em que os próprios operários fariam a autogestão da produção.

Foi a partir do interesse da vizinha Wheaton, fabricante de frascos de vidros, também situada na Anchieta, que a situação começou a ser revertida e uma saída concreta foi apresentada. Em 2018 a empresa já havia sinalizado a vontade de alugar um dos pavilhões da área de 5 mil m2. Seu desejo era efetuar a compra, o que foi postergado para 2020, uma vez que havia disputas judiciais envolvendo a Karmann-Ghia, o que tornou inviável a sua aquisição.

Entretanto, no ápice da pandemia, a Wheaton anunciou o arremate do parque industrial em leilão, em valor de cerca de R$ 58 milhões, embora a companhia não o confirme. De acordo com a empresa a decisão integra seu plano de expansão, mas o uso do espaço, que inicialmente seria o de armazenamento dos produtos, ainda está sendo projetado.

Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Carlos Caramelo, que acompanhou o drama dos operários desde o início, a Karmann-Ghia foi vítima de sucessivos golpes, o que dificultou encontrar uma solução de curto prazo para a fabricante de autopeças e seus funcionários.

“Quando pensávamos que alguém assumiria a empresa e os trabalhadores poderiam voltar a trabalhar ou, então, ao menos receber seus direitos, surgia mais um revés. Novos investidores anunciavam a penhora de alguma máquina como garantia para obter um empréstimo e depois descobríamos que o equipamento já havia sido penhorado antes. Ou então eles conseguiam recursos e simplesmente desapareciam da empresa. A Karmann foi alvo de muita bandidagem.”

Trabalhadores acamparam na fábrica por meses a fim de tentar reter o espólio, mas maquinários foram sendo retirados por clientes e credores. Foto: Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos do ABC/Adonis Guerra.

Outra situação lembrada pelo sindicalista foi que, diante da indefinição de pagamentos tanto a credores como a fornecedores e funcionários, empresas começaram a retirar, via decisão judicial, seu ferramental, que estava em comodato com a fabricante. Caso da Fiat, maior cliente e responsável por 70% do faturamento da Karmann-Ghia. E de empresas terceirizadas que reivindicavam a posse de equipamentos assegurada em contrato.

“Em 2022 tivemos vitória definitiva na Justiça, quando os pagamentos de atrasados começaram a ser efetuados. No entanto isto significou que uma parcela de trabalhadores apenas, que integravam ação coletiva do sindicato, seriam contemplados.”

Os demais, que moveram processos individuais, foram recebendo aos poucos e, segundo ex-funcionário que procurou a Agência AutoData e pediu para não ser identificado, todos os profissionais receberam valores referentes a salários atrasados e verbas rescisórias.

“Não é possível afirmar que os depósitos referiam-se exatamente àquilo a que tinham direito. Muitos operários com quarenta anos de empresa acabaram conseguindo o mesmo que um com dez anos. O dinheiro que entrou foi gerado pela venda do terreno para a Wheaton e também pela retomada de ativos que o administrador judicial conseguiu reverter para o trabalhador. Mas, mesmo assim, consideramos uma vitória, pois pudemos encerrar de forma satisfatória a situação da falência da Karmann-Ghia. Muitas empresas não têm história com este mesmo desfecho.”

Instalações da Karmann-Ghia foram adquiridas pela vizinha Wheaton, fabricante de vidros, em 2010. Foto: Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos do ABC/Adonis Guerra.

O princípio do fim

As dificuldades financeiras da Karmann-Ghia começaram com a crise econômica de 2008 e a consequente queda na demanda pelos serviços, agravada pela suspensão das linhas de produção dos Volkswagen Kombi e Gol G4. Em 2015 a empresa operava com apenas 40% do faturamento.

A empresa passou pelas mãos de diversos gestores, incluído integrante da família real, dom Eudes Maria Regnier Pedro José de Orleans e Bragança, trineto do imperador dom Pedro II e bisneto da princesa Isabel, de 2010 a 2014, quando vendeu a empresa a Maristela Nardini, que pagou apenas uma das 52 parcelas do valor acordado, de R$ 17,8 milhões.

Em maio de 2016, após pedir reintegração de posse, a titularidade da empresa voltou a dom Eudes. Mas não houve o acerto de contas e, em novembro daquele ano, foi decretada a falência. Na época o passivo ultrapassava R$ 300 milhões. Do total R$ 8 milhões eram dívidas trabalhistas, R$ 50 milhões eram dívidas bancárias e com fornecedores e R$ 140 milhões com tributos.

Venda de veículos no Chile caiu 26% em 2023

São Paulo – As vendas de automóveis e comerciais leves no Chile somaram 313,9 mil unidades em 2023, volume 26,5% menor do que o registrado em 2022, de acordo com dados divulgados pela Anac, entidade que representa as empresas que operam no mercado local. A retração foi causada pelas dificuldades de acesso ao crédito para financiamentos que os consumidores encontraram ao longo do ano e pela queda na atividade econômica do Chile. 

De janeiro a dezembro a Toyota liderou as vendas com 25,9 mil unidades. Em segundo lugar ficou a Chevrolet, que vendeu 21,3 mil, seguida pela Hyundai, 20,8 mil.

Após o resultado de 2023 a Anac projeta para 2024 vendas de 320 mil a 340 mil automóveis e comerciais leves, volume que representará alta de 2% a 8%. A projeção é baseada no crescimento da economia chilena, que pode variar de 0,5% a 1,5%, no recuo da inflação global e do país, na maior disponibilidade de crédito.

Pesados – Os caminhões registraram em 2023 queda de 21,1% na comparação com 2022, com 12 mil 650 unidades. O segmento de ônibus teve queda de 1,6% em 2023 na comparação com o ano anterior, somando 3,1 mil veículos comercializados, volume que foi puxado pela chegada de novos veículos para o transporte de passageiros nas principais cidades do país. 

Para 2024 a Anac revelou apenas a projeção para caminhões, 12,9 mil unidades, que representarão alta de 2% sobre o ano passado.

Volvo Cars bate recorde de vendas no Brasil

São Paulo – Em 2023 a Volvo Cars atingiu o seu melhor resultado de vendas no Brasil, com 8,6 mil unidades, crescimento de 65% na comparação com 2022. O resultado foi impulsionado pelas vendas em dezembro, quando entregou 1 mil 66 unidades.

O novo presidente da empresa no Brasil, Marcelo Godoy, disse que o resultado de 2023 reflete o sucesso da Volvo no Brasil, prometendo novidades para 2024: 

“É com muito orgulho que assumo a presidência da Volvo Car Brasil. Os resultados de vendas em 2023 comprovam o sucesso e destaque que estamos ganhando no setor automotivo. A Volvo tem crescido cada vez mais ano a ano e tenho a certeza de que em 2024 não será diferente: temos grandes anúncios por vir”.

Uma das novidades que será lançada em 2024 é o EX30, modelo elétrico que já está em pré-venda desde o ano passado.

Setor de implementos rodoviários fechou 2023 com leve queda nas vendas

São Paulo – A venda de implementos rodoviários somou 151 mil unidades em 2023, queda de 2,4% na comparação com 2022, de acordo com dados divulgados pela Anfir, entidade que representa as fabricantes nacionais.

O presidente José Carlos Sprícigo disse que o resultado financeiro foi positivo: “Tivemos um ano rentável: comercializamos menos produtos mas isto não afetou a capacidade do setor logístico de transportar carga”.

A sustentabilidade dos negócios foi garantida pela chegada do quarto eixo, que oferece maior capacidade de carga. Outro fator positivo foi a locação de implementos, que avançou no ano passado. 

Avaliando as vendas por segmento os pesados representaram a maior parte dos negócios, puxados pela construção civil e agronegócio, com 90,3 mil implementos emplacados, volume 8,6% maior do que o comercializado em 2023. Os leves seguem com dificuldades e encerraram o ano com queda de 15,2%, com 60,7 mil unidades. 

As exportações somaram 5,4 mil unidades, volume 8,1% maior do que o registrado em 2023.

Para 2024 a Anfir não divulgou sua projeção exata. Mas o presidente Sprícigo disse que a expectativa é boa, lembrando da Fenatran, tradicional feira do setor que costuma impulsionar os negócios. 

Chevrolet patrocina o BBB e promete Novo Spin no primeiro trimestre

São Paulo – Pelo segundo ano consecutivo a Chevrolet é a patrocinadora do Big Brother Brasil, reality show promovido pela Rede Globo. A marca aproveitará a elevada audiência do programa para apresentar novidades que chegarão ao longo de 2024 – e confirmou que serão seis lançamentos.

O primeiro deles, e que fará uma aparição no programa que estreia na segunda-feira, 8, é o novo Spin, que chega ainda no primeiro trimestre. Outras novidades serão reveladas no Big Brother Brasil, que tem encerramento previsto para 16 de abril.

Segundo a General Motors participar do programa é importante e integra a seus planos multiplataformas, pois a audiência do BBB extrapola a televisão e segue no streaming e redes sociais.

Iconic amplia o uso de resina reciclada em suas embalagens

São Paulo – A Iconic, que comercializa lubrificantes das marcas Texaco e Ipiranga no Brasil, anunciou o aumento do uso de PCR, resina reciclada, em algumas embalagens dos seus produtos. Elas passam a ter uma camada tripla de PCR, que representa 40% de toda a sua composição, após estudos realizados internamente para garantir a vida útil do material, dentre outras questões como resistência e compressão.

BMW abre programa de estágio em São Paulo

São Paulo – O Grupo BMW abre as inscrições para o seu programa de estágio 2024 na terça-feira, 9, em São Paulo. Os interessados devem ter formação prevista a partir de 2025 e cursar administração, ciências contábeis, ciências atuariais, ciências econômicas, ciências da computação, engenharias mecânica e de produção, comunicação, marketing, publicidade e propaganda, relações internacionais e comércio exterior, psicologia ou gestão de recursos humanos.

O início do estágio está previsto para março, de segunda a sexta-feira, e pode se prolongar por até dois anos. Os interessados devem acessar o link https://bmw.gupy.io/jobs/6459866 e realizar a inscrição.

Setor de autopeças projeta faturamento de R$ 248 bilhões em 2024

São Paulo – A expectativa de continuidade da retomada das vendas de veículos 0 KM em 2024 traz na sua esteira maior otimismo também por parte dos fabricantes de peças e componentes. Enquanto a Anfavea projeta incremento de 7% nas vendas, que poderão alcançar 2 milhões 450 mil unidades, e de 4,7% na produção, para 2 milhões 470 mil unidades, o Sindipeças espera um faturamento nominal de R$ 247,7 bilhões, 4% acima ao obtido no ano passado, cujo balanço ainda não foi fechado mas que tem expectativa de R$ 238,2 bilhões em receita, 1,9% a mais do que em 2022.

Cláudio Sahad, presidente do Sindipeças, destacou que o crescimento de 2023 ocorreu nos segmentos de reposição, que ganhou força após a pandemia com a maior demanda por parte dos veículos usados, e exportação. O fornecimento para montadoras possivelmente foi menor do que em 2022.

Ele referiu-se ao fato de que, no ano passado, 60,4% da receita devem ter sido geradas pelas montadoras — em 2022 este índice foi 61,4%. As vendas para o aftermarket devem ter respondido por 22,5% do total, ante 21,7% no ano anterior. A participação das exportações, de acordo com levantamento realizado pela entidade, também avançará de 13,8% para 14%.

“Em 2024, no entanto, a previsão é de crescimento nominal maior, de 4%, para R$ 247,7 bilhões. Os investimentos, que sofreram redução em 2023, podem crescer 2,1% este ano, totalizando cerca de R$ 6 bilhões.”

A perspectiva é a de que as encomendas das montadoras voltem a crescer, respondendo por 61,1%, ao passo que a reposição deverá ter leve recuo, para 22,3%, e as exportações deverão voltar ao peso de 2022, com 13,5%.

Quanto aos investimentos mencionados por Sahad, no ano passado, devido à menor demanda por veículos – por causa do cenário de juros elevados, crédito escasso, economia em recuperação e, no caso dos pesados, mudança para o Euro 6, que elevou os preços dos veículos de 15% a 30% – foi colocado o pé no freio dos aportes, que devem recuar 13%, para R$ 5,82 bilhões – em 2022 foram investidos R$ 6,7 bilhões.

Para este ano o presidente do Sindipeças aposta na redução da Selic, que deverá fechar o ano de 8,5% a 9% pois a inflação também deverá diminuir, para 4% a 4,5%: “As condições de crédito melhorarão e a seletividade dos bancos deverá ser mais branda, pois a inadimplência deverá declinar”.

Brasil pode ser referência na exportação de carros flex e seus componentes

Sahad defende a manutenção do País como polo produtor de motores a combustão, uma vez que, diante da transição à eletrificação de regiões como Estados Unidos e Europa, o Brasil pode beneficiar-se e reposicionar a indústria automotiva brasileira mundialmente.    

“O Brasil pode ser um hub de exportação de modelos flex. Após vinte anos e 40 milhões de unidades produzidas 85% da frota circulante no País é bicombustível.”

Para ampliar as exportações pondera que é preciso que a reforma tributária, promulgada no fim do ano passado, reduza o custo Brasil e a carga de impostos que deixam o produto local mais caro:

“Temos tudo para assumir este protagonismo. Dados recentes mostram nossa liderança na América do Sul, temos importantes relações com México e alcançamos os mercados dos Estados Unidos e do Canadá”.

O levantamento da entidade aponta para receita de US$ 9,2 bilhões a partir das exportações de autopeças em 2023, avanço de 11% ante 2022, ao mesmo tempo em que as importações recuaram 5%, para US$ 18,4 bilhões. Para este ano a perspectiva é a de que as exportações cresçam 8% e gerem US$ 9,9 bilhões, e os ingressos de produtos aumentem 1%, para US$ 18,6 bilhões. Com isto o déficit da balança comercial poderá recuar 6,1% ao passar de US$ 9,2 bilhões para US$ 8,6 bilhões.

As exportações de veículos deverão encerrar 2023 com recuo de 17,1%, para 398,7 mil unidades, devido ao encolhimento de mercados como os do Chile e da Colômbia, além da escassez de divisas na Argentina. Este ano, porém, é aguardada alta de 2%, para 407 mil unidades.

Produção de veículos avança 14% na Argentina

São Paulo – As montadoras instaladas na Argentina produziram no ano passado 610,7 mil veículos, volume que representa avanço de 13,7% com relação às 536,8 mil unidades de 2022. Ao longo de 2023 as exportações avançaram 1,1% e somaram 325,9 mil unidades.

Os dados foram divulgados pela Adefa, entidade que reúne as empresas fabricantes de veículos no país vizinho. No ano passado foram comercializadas 449,4 mil unidades no mercado interno, alta de 10,2% frente a 2022, de acordo com informações da Acara, associação que representa as concessionárias.

Segundo o presidente da Adefa, Martín Zuppi, apesar de os números terem ficado abaixo das projeções do início do ano, os volumes registaram melhora na comparação anual: “Isto foi, sem dúvida, produto do empenho e do árduo trabalho conjunto que assumimos com a cadeia de valor para que a nossa atividade não seja ainda mais afetada pelo contexto local desafiante que o setor atravessou durante o ano”.

Zuppi lembrou que o setor possui capacidade para produzir 1,3 milhão de veículos por ano e que realizou investimentos que superam US$ 6,5 bilhões de 2017 a 2023 no desenvolvimento de produtos globais, na incorporação de novas tecnologias nas fábricas e na geração de emprego.

Em dezembro foram produzidos 36,9 mil unidades, leve recuo de 0,4% frente às 37,1 mil unidades do mesmo mês em 2022, e 34,6% abaixo das 56,5 mil de novembro. Segundo a Adefa isto se deve ao fato de que o último mês de 2023 contou com apenas treze dias úteis de atividades, oito a menos do que no penúltimo mês.

As exportações em dezembro também recuaram 28,2% ante novembro, com 21,8 mil unidades. Em comparação ao último mês de 2022 o recuo foi de 3,5%.

Sobre as projeções para 2024 Zuppi disse que está aguardando o desempenho do primeiro trimestre para então ter uma ideia mais clara de como será o ano:

“É preciso ponderar que existem diversos assuntos pendentes na agenda que são estratégicos e têm impacto direto nas operações e nos negócios do setor, como a dívida comercial, os impostos e as retenções nas exportações, para os quais já foram estabelecidos canais de diálogo com as novas autoridades para então obter previsibilidade no desenvolvimento da atividade”.