São Paulo – As vendas líquidas da Phinia ao longo do segundo trimestre totalizaram US$ 890 milhões, alta de 2,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. Foi o que apontou balanço da empresa divulgado segunda-feira, 11.
Excluindo os efeitos cambiais, com US$ 18 milhões de impacto positivo, e o encerramento de contratos de manufatura em 2024, com impacto negativo de US$ 5 milhões, a alta foi de 1%, ou US$ 9 milhões, impulsionada principalmente por ajustes de preços junto aos clientes, em especial os relacionados à recuperação de tarifas.
Quanto ao lucro líquido de US$ 46 milhões, com margem de 5,2%, houve aumento de US$ 32 milhões e 3,6 pontos percentuais na comparação anual. O EBITDA ajustado somou US$ 126 milhões, com margem de 14,2% – crescimento de US$ 9 milhões e 0,6 ponto percentual com relação ao mesmo período de 2024.
Os resultados foram impulsionados por efeitos cambiais favoráveis, ganhos com eficiência de fornecedores e volume/mix de vendas, parcialmente compensados por maiores custos com pessoal e tarifas.
Diante dos resultados, a empresa atualizou suas projeções de vendas líquidas para o ano, que agora devem ficar de US$ 3,3 bilhões a US$ 3,4 bilhões. Excluindo impactos cambiais e a descontinuação de contratos em 2024 tem-se queda de 3% nas vendas, com expectativa de estabilidade ao longo de 2025.
A estimativa para o lucro líquido vai de US$ 140 milhões a US$ 170 milhões, e o EBITDA ajustado de US$ 455 milhões a US$ 485 milhões. A margem líquida deverá variar de 4,2% a 5%, e a margem EBITDA ajustada, de 13,7% a 14,1%.
São Paulo – Leilane Correia é a nova gerente sênior do negócio de soluções para combustíveis e lubrificantes da Basf na América do Sul. Ela também responderá pela regional de químicos de desempenho, divisão que inclui mineração, aditivos para plásticos, catalisadores industriais e soluções para petróleo.
A executiva iniciou carreira na empresa em 2017, como trainee de vendas para a área de tintas automotivas, depois passou a coordenadora de negócios e tornou-se consultora de estratégia para a indústria automotiva.
Nos últimos três anos foi gerente de negócios digitais na área de Go To Market para a América do Sul, responsável pelas estratégias de marketing digital, e-commerce e distribuição por meio do portal shop@Basf, consolidando a presença online da empresa na região.
Correia é formada em engenharia química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com intercâmbio com a Universidade Técnica de Berlim, na Alemanha, e tem MBA em gestão de vendas pela Esalq USP.
São Paulo – Com 41 mil 630 emplacamentos em julho a Volkswagen alcançou o melhor resultado nas vendas para o mês desde 2014. O desempenho levou à fatia de mercado de 15,9%, o maior porcentual desde 2021.
Contribuiu o fato de o modelo mais vendido no mercado brasileiro, o Polo, ser o líder desde abril. No mês passado foram 12 mil 940 unidades.
O T-Cross também permaneceu como o SUV mais comercializado, com 9 mil 22 unidades. E o Virtus, que lidera o segmento dos sedãs compactos, vendeu 3 mil 863 unidades.
São Paulo – De janeiro a julho a produção de motocicletas registrou o melhor resultado dos últimos catorze anos, chegando a 1 milhão 141 mil unidades. É o terceiro maior volume da história para o período, de acordo com dados da Abraciclo, entidade que representa as fabricantes nacionais.
Na comparação com iguais meses do ano passado houve crescimento de 12,4%.
Em julho a produção chegou a 140,3 mil motocicletas, queda de 4,7% na comparação com o mesmo período de 2024 e recuo de 9% com relação a junho. Esta retração já era esperada pela entidade, por causa das férias programadas para o mês, período em que as montadoras aproveitam para fazer manutenção nas linhas de produção:
“A indústria segue mantendo um ritmo consistente de produção para atender à procura do mercado. No entanto o segundo semestre pode ser bastante desafiador devido ao cenário macroeconômico,” disse o presidente Marcos Bento.
O varejo registrou o melhor resultado da história de janeiro a julho, com 1 milhão 222 mil unidades emplacadas, volume 12,2% superior ao comercializado em iguais meses do ano passado. Em julho as vendas chegaram a 193,2 mil unidades, segundo melhor resultado da história para o mês, só perdendo para 2008, com alta de 23,1% sobre idêntico mês do ano passado e de 7,7% na comparação com junho.
No acumulado do ano foram exportadas 21,3 mil unidades, incremento de 13,1% sobre iguais meses de 2024. Em julho houve retração de 14,1% na comparação com igual mês do ano passado, com 2,7 mil unidades embarcadas, volume que também foi 12,6% menor do que o exportado em junho.
Atibaia, SP – Desde 1978, quando a Fiat apostou no lançamento de picape derivada de automóvel, no Brasil, com o 147 Picape, entendeu a importância do segmento. Passando pela líder de vendas Strada, apresentada vinte anos mais tarde, e pela Toro, em 2016, que segundo a empresa redefiniu o segmento e agora recebe facelift para a linha 2026, que chega às concessionárias esta semana.
Segundo Frederico Battaglia, vice-presidente da marca Fiat América do Sul, as seis versões da Toro, sendo quatro com motor turbo 270 flex 1.3 e duas com 2.2 turbodiesel, são suficientes para encarar a concorrência, uma vez que, em suas palavras, têm “oferta completa e competitiva”.
“A Toro sempre teve participação de mercado constante na indústria. Ela é muito sólida em seu desempenho comercial, inclusive depois da chegada de primos dentro da própria empresa. Não temos medo da concorrência.”
Fiat Toro 2026. Foto: Divulgação.
Sobre a possibilidade de canibalização, considerando que o consumidor da topo de linha da Toro possa migrar para a Titano, uma categoria acima, Battaglia disse que a montadora entende que, além dos preços, as propostas de valor são diferentes.
“Quem anda com Toro e Titano na cidade tem experiências muito diferentes. Os perfis de consumidores que procuram por estes carros são relativamente pouco sobrepostos. Tem clientes de Toro que vieram de D picape assim como B picape. Mas acho que nossa oferta é muito assertiva. E, de qualquer forma, o importante é ficar em dúvida com relação a dois Fiat.”
Em julho foram emplacadas 3 mil 985 unidades da Toro, de acordo com dados da Fenabrave, o que a coloca como a quarta mais vendida dos comerciais leves, em ranking liderado pela Strada, com 12 mil 895 unidades. Lançada no ano passado a Titano aparece em décimo-quinto lugar, com 415 veículos. No acumulado dos sete meses do ano a Toro mantém a posição, com 27 mil 317 unidades, e a Titano sobe à décima-terceira, com 4 mil 401.
Para efeito de comparação o preço da topo de linha da Toro, a Ranch Diesel, é R$ 228,4 mil, e o da Titano de entrada, a Endurance, R$ 234 mil.
Fiat Titano 2026. Foto: Divulgação.
Por enquanto, de acordo com Battaglia, não é considerada a possibilidade de ampliação da produção em Goiana, PE, unidade que atualmente opera em três turnos para produzir os SUVs Jeep Renegade, Compass e Commander, e as picapes Fiat Toro e Ram Rampage.
A unidade receberá R$ 13 bilhões – do total de R$ 30 bilhões que a companhia aportará em todas as suas operações no País até 2030 – e fabricará novo híbrido a partir de 2026.
Frederico Battaglia, vice-presidente da marca Fiat América do Sul. Foto: Soraia Abreu Pedrozo
Mercado externo
O executivo estimou que em torno de 90% do volume produzido da Toro é comercializado no próprio país, e o restante é exportado. A ideia, por ora, é manter este patamar, ampliando aos poucos a presença em outros países, principalmente os da América do Sul.
“A Argentina, onde são produzidos Cronos e Titano, é o nosso segundo mercado na região. Além disto o Paraguai tem mercado parecido com o brasileiro e, no Uruguai, a marca é líder.”
A Fiat estima a venda de mais de 600 mil carros na América do Sul este ano, sendo 1,3 milhão em todo o mundo.
“Strada e Argo eram mais presentes e constantes no ranking, e o Mobi chegou agora. No ano passado, quando tivemos o IPI reduzido temporariamente, houve um boom para o Mobi também”, afirmou Frederico Battaglia, vice-presidente da marca Fiat América do Sul.
No mês passado, de acordo com dados da Fenabrave, foram comercializados 12 mil 895 unidades da Strada, o que manteve a picape na liderança dos comerciais leves, mas a deixou na segunda posição do ranking geral, encostada no Volkswagen Polo, com 12 mil 940.
Battaglia lembrou que a iniciativa se estenderá até o fim de 2026. Embora tenha início em novembro o IPI Verde, capítulo do Mover, Programa de Mobilidade Verde e Inovação, que cobrará menor imposto de veículos que poluam menos e tenham mais etapas de industrialização no País, “a demanda cresceu de maneira surpreendente”:
“Veremos se continuará assim até o início de 2027, quando entrará em vigor a reforma tributária. Mas nós imaginamos que a tendência deva seguir na mesma linha.”
Sobre as regiões em que há tendência de adesão pelos veículos Battaglia apontou que as vendas deverão ser proporcionais ao mercado, sendo que São Paulo, representante da maior fatia, sente mais, seguida do Sul e do Nordeste. “Talvez o Centro-Oeste sinta menos, pois lá o mercado de picapes é mais pujante.”
Por ora ainda não é considerado um terceiro turno em Betim, MG, de onde saem os modelos de entrada: “A produção como um todo está bastante comprometida. Nossa fábrica roda em dois turnos cheios. Estamos com a capacidade produtiva em patamar interessante e agora, sentindo melhor a demanda, conseguimos remixar conforme ela se manifestar.”
IPI Verdeestimula híbridos leves da marca
Diante da proposta do IPI Verde, e do fato de que veículos híbridos flex terão descontos de impostos, Battaglia admitiu que a nova legislação acelera a chegada do híbrido para a linha de picapes, principalmente a Toro, sem pormenores.
“Começamos pelos SUVs, uma vez que os modelos que possuem versões híbridas da marca são Pulse e Fastback. Mas os próximos passos seguirão planejamento das marcas da Stellantis. A lógica implementada será a de mercado.”
Sobre se os híbridos fabricados localmente deverão seguir a tendência dos que já estão no mercado, os MHEV, o executivo disse que a tendência é a de que HEVs sejam comercializados por meio da marca chinesa parceira Leapmotor, por exemplo, e os híbridos leves pela Fiat.
“O elétrico puro, no momento, justifica pouco ter produção local. E os outros tipos de hibridização, se houver demanda diferente, tendencialmente chegarão antes.”
São Paulo – A Ram anunciou a chegada das novas picapes 2500 e 3500 ao Brasil, com motor Cummins 6.7 turbodiesel de 436 cv de potência. Ambos os modelos são as duas picapes a diesel mais potentes do mercado nacional, segundo a montadora. O câmbio é automático de oito marchas.
O visual dos dois modelos também foi renovado, com faróis de led redesenhados, assim como a grade frontal — o logo da Ram foi reposicionado. Na traseira as lanternas de led também trazem novo desenho. Internamente a grande mudança é a central multimídia, que é nova e tem tela de 14,25 polegadas, a maior disponível em uma picape no País.
RAM 3500 Laramie Night Edition
A lista de itens de série das duas picapes oferece quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, kit multimídia, ar-condicionado digital e automático com saída para o banco traseiro, piloto automático adaptativo, assistente de manutenção de faixa, leitor de placas e câmera 360º.
A 2500 Laramie tem preço sugerido de R$ 560 mil e a 3500 tem duas configurações, a Laramie Night Edition e Longhorn, R$ 620 mil e R$ 680 mil.
São Paulo – Desde 6 de agosto a primeira concessionária Geely do Brasil está de portas abertas em São José dos Pinhais, PR. A Geely Globo segue o padrão global da empresa, com showroom de 402 m² e sete unidades do elétrico EX5 expostas para os clientes.
Até dezembro a empresa pretende ter rede de 23 concessionárias instaladas em dezoito cidades. Atualmente, junto com a revenda de São José dos Pinhais, a Geely mantém 22 lojas em shoppings centers, que também funcionam como pontos de vendas e exposição do SUV.
Dourado, SP – O Chevrolet Onix desde seu lançamento, em 2012, sempre foi reconhecido por oferecer, antes de seus concorrentes, tecnologias inéditas para o segmento de entrada. Assim liderou o mercado brasileiro por seis anos consecutivos, de 2015 a 2020, até perder o posto para a picape Fiat Strada em meio à crise dos semicondutores, que fez a General Motors reduzir a produção em Gravataí, RS, para focar em mercados maduros, e mais lucrativos.
A liderança não foi mais recuperada e o posto de vanguarda em tecnologia para carros de entrada deixou de existir, pois seus concorrentes avançaram bastante. Desde 2019, quando passou a ser montado sobre a plataforma GEM, o Onix não passava por uma grande atualização.
Passou agora: já está nas concessionárias a linha 2026, com alterações no design frontal e incorporação de tecnologias inéditas para a linha Onix, embora não necessariamente para o segmento. E uma mudança importante no conjunto mecânico, com a troca da polêmica correia banhada a óleo por uma mais resistente, reforçada com fibra de vidro, mas com a mesma tecnologia.
As mudanças vieram na esteira do programa Carro Sustentável, que reorganiza a cobrança do IPI nos veículos – e zera a alíquota para os veículos de entrada: “O Onix é o único modelo com motor 1.0 turbo a ter o IPI zerado”, disse Paula Saiani, diretora de marketing de produto da GM América do Sul.
Mas, para fazer parte do programa, a GM precisou retirar os cavalos que o hatch havia ganho no começo do ano, quando entrou em vigor a L8 do Proconve e o motor turbo teve nova calibração e alcançou 121 cv quando abastecido com etanol. Retornam os 115,5 cv no turbo e mantidos os 80 cv no aspirado.
Todas as versões com transmissão manual estão credenciadas no programa, do sedã Onix Plus e do hatch Onix. A de entrada, 1.0 hatch manual com motor aspirado, parte de R$ 99 mil 990. “Conseguimos ter uma redução maior do preço na versão de entrada”.
O que mais mudou?
Ouvindo as sugestões de seus consumidores, identificadas em pesquisas, a GM mexeu no para-choque dianteiro do modelo e elevou o ângulo de ataque, agora em 18 graus. A mudança, feita com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, permite com que os modelos tenham menos dificuldade de superar buracos e valetas comuns nas ruas e estradas brasileiras.
Junto do novo para-choque vieram nova grade frontal, faróis em full led e rodas, agora aro 15 em toda a linha.
O interior passa a ter opção do novo cockpit virtual da GM, já aplicado em outros modelos, que integra o painel de instrumentos de 8 polegadas com a tela multimídia sensível ao toque de 11 polegadas. Também foram alteradas as espumas dos bancos e outros acabamentos internos.
A linha Onix tem duas novas cores, azul e vermelho, como opção. E passaram a ser de série a chave inteligente, OnStar com wifi, retrovisores elétricos, banco com ajuste de altura, ajuste de altura do volante, faróis dupla-parábola com DRL e as rodas aro 15.
São Caetano do Sul, SP – A primeira de vinte concessionárias planejadas pela Lecar para o ano foi inaugurada na noite de quinta-feira, 7, no ABC Paulista. A empresa 100% nacional, que pretende iniciar a produção de seus modelos em Sooretama, ES, em 2026, ainda não tem nenhum carro pronto para oferecer: no local são exibidos protótipos de seus dois modelos, o Lecar 459 e a picape Campo.
Mas clientes interessados podem reservar um dos modelos mediante um sinal de R$ 9 mil e aguardar a entrega, prevista para o segundo semestre de 2026. Ambos têm o preço de R$ 159,3 mil. O espaço, administrado pela Lopes Blindados, que será parceira na blindagem dos modelos Lecar, serve também para divulgação da marca, como contou, entusiasmado, seu fundador, Flávio Figueiredo Assis.
“A meta é chegar a vinte concessionárias até dezembro. A segunda será inaugurada nos próximos dias em Brasília. Temos negociações abertas com mais de trezentos empresários que têm interesse no nosso negócio, desde os que já estão no mercado de concessionárias até os de outros segmentos”.
Flávio Figueiredo Assis, fundador da Lecar
As concessionárias não terão estrutura de pós-venda: a ideia da Lecar é criar centros de serviços espalhados pelo País para atender aos clientes das regiões onde forem instalados. As revendas ficarão focadas apenas na venda dos veículos.
Produção daqui a um ano no Espírito Santo
Enquanto estrutura a rede, ainda sem carro para entregar aos clientes, Assis trabalha para iniciar a produção em série dos modelos Lecar. A previsão é que o primeiro entre em linha em agosto do ano que vem. O empresário aguarda as autorizações, que “deverão sair até a semana que vem”, para iniciar as obras.
Por enquanto não existem veículos disponíveis nem para testes de rodagem e nem para homologação. Assis disse que em novembro os protótipos funcionais serão apresentados, no Salão do Automóvel, com motor e outros pormenores.
Lecar Campo
Com muito trabalho pela frente, e pouco tempo até agosto de 2026, a Lecar já definiu alguns dos seus fornecedores: a Horse entregará o motor 1.0 turbo, a Suspensys a suspensão, a Fras-le os freios e o motor elétrico será da WEG. Os modelos Lecar terão a tecnologia híbrida flex, sempre tracionados pelo motor elétrico, enquanto o motor a combustão será usado para alimentação da autonomia – é o mesmo sistema do Volare Attack 9.
Assis disse que como os componentes que serão instalados no Lecar já foram desenvolvidos por fornecedores não será necessário garantir grandes volumes de encomendas às empresas, o que ajuda a tornar viável a operação. No caso das peças estampadas, porém, que são próprias dos modelos Lecar, será necessário um trabalho maior, que será feito pela ArcelorMittal, em fábrica próxima ao terreno da Lecar.
Estratégia comercial
Tanto o 459 como a picape Campo começarão a ser entregues em agosto de 2026. Alguns meses depois a empresa pretende iniciar a produção do SUV Tático, mas Assis admitiu que esse projeto demorará mais.
Lecar 459
No caso da Campo, que terá o porte de uma Fiat Strada, a ideia é que ela consiga ser comprada via Finame, para atender ao público do agronegócio. Assis disse que o projeto foi desenvolvido com este foco, pois o público-alvo são produtores rurais ou de outros segmentos que usam a picape para trabalhar.
O Lecar 459 e a picape Campo estão anunciados no site da empresa por R$ 159,3 mil, preço que deverá ser mantido até dezembro. Com o passar dos meses, porém, o sinal de R$ 9 mil pedido pela empresa deverá aumentar: seu fundador acredita que em novembro, no Salão do Automóvel, esteja em torno de R$ 30 mil:
“Acho que o preço ainda está abaixo do que seria possível cobrar caso já estivéssemos estabelecidos pois entregaremos muita tecnologia de ponta, como o motor híbrido flex e assistentes de condução. Como estamos chegando agora temos que pedir um pouco menos do que achamos que os produtos valem”.
O projeto de produção da Lecar envolve investimento de R$ 860 milhões, sendo que a maior parte é formada por linhas de financiamento do governo e o restante é capital próprio de Assis, que atuava no mercado financeiro e vendeu suas duas empresas, a Lecard e a Lebank.