Empresas colombianas fecham negócios na Fenatran

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CompartilheImplementos Rodoviários
20/10/2017

A Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, em parceria com a Apex, Agência Nacional de Promoção de Exportações e Investimentos, promoveu durante a Fenatran uma rodada de negócios com compradores de empresas de diversos países, como Colômbia, Bolívia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

 

Maria Claudia Mendoza, gerente geral da Juannas, sediada em Bogotá, Colômbia, e que atua nas áreas de mineração, eletricidade, infraestrutura viária e construção civil, revelou a compra de sistemas hidráulicos da Hidromas e de implementos da Rossetti. "Também abrimos negociação com a Grimaldi”, disse a executiva. “O evento é muito importante para conhecer melhor o mercado brasileiro e sua indústria. É a minha segunda participação na Fenatran. Na primeira, aproveitamos para nos aproximar dos fornecedores.” Antes do evento, a Juannas já tinha importado um caminhão Scania, com implemento da Rossetti.

 

A Transportes Montejo, também de Bogotá, enviou para o evento o gerente de manutenção, Javier Lara. “Somos especializados no transporte de carga seca e pesada. É a minha primeira vez na Fenatran. Está sendo muito importante para nos aproximarmos de algumas empresas, como a Random, de quem já somos clientes”.

 

A exportação do Brasil para outros países da América do Sul também causa interesse nas empresas colombianas. "A expectativa é de que o volume continue a crescer, mesmo com a recuperação da economia nacional", disse Maria Claudia Mendoza. "Não pode ser apenas uma oportunidade de negócio por causa do mercado em queda. Espero que com a recuperação do mercado nacional esse assunto seja tratado com a mesma importância, pois é necessário manter esse bom relacionamento entre os países. Um acordo bilateral Brasil-Colômbia também ajudará a fortalecer nossa relação”.

 

Vendas atingiram R$ 17,5 milhões 

As 23 empresas associadas à Anfir encerraram a Fenatran satisfeitas e acreditando na consolidação da recuperação do mercado. De acordo com Alcides Braga, presidente da Anfir, o evento consolidou o movimento de recuperação que a indústria está experimentando nos últimos meses. "Desde o primeiro dia, percebemos um ambiente de negócios mais forte.”

 

Durante os cinco dias, foram negociadas aproximadamente 150 unidades no segmento Leve, de carroceria sobre chassis. Já nos pesados, reboque e semirreboque, foram aproximadamente 2 mil produtos negociados, com expectativa de vender mais 1,2 mil nos próximos meses.

 

As fabricantes acreditam que o volume de negócios chegou a R$ 17,5 milhões, correspondendo aos pedidos tirados ao longo do evento e que serão consolidados nos próximos meses.