Exportações no bimestre batem recorde com 112,7 mil unidades

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CompartilheBalanço da Anfavea
06/03/2018

As exportações do setor automotivo seguem em alta, com 66 mil 314 unidades embarcadas em fevereiro, alta de 42,9% com relação ao mês anterior, de acordo com os dados divulgados pela Anfavea, na terça-feira, 6. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve uma pequena queda de 1,2%, mas no acumulado do ano o setor bateu outro recorde de exportações, com 112 mil 712 vendidas para outros países, contra 105 mil 143 em igual período do ano anterior.

 

Para Antonio Megale, presidente da Anfavea, a quebra de recorde no primeiro bimestre mostra a força que as exportações ganharam no Brasil e reafirma a possibilidade de uma nova quebra de recorde ao fim de 2018, superando as 745 mil unidades embarcadas no ano passado. “Os acordos comerciais estão fortalecendo cada vez mais as exportações”, disse o presidente.

 

Com relação aos principais importadores dos veículos brasileiros, a Argentina segue em primeiro lugar recebendo 74% do volume exportado, seguida pelo México, 7%, Chile, 6%, Uruguai, 4%, Colômbia, 3% e Peru, 3%. “Destes países, é necessário destacar o crescimento de 65% das exportações para o Chile e que o acordo com a Colômbia ainda não reflete nos números, mas esperamos que isso aconteça nos próximos meses”, avaliou Megale.

 

Em valores, as exportações foram de 1 bilhão 479 milhões 527 mil no mês, sendo o melhor fevereiro da história. Na comparação com o mês de janeiro a alta foi de 43,1%. Com relação ao mesmo período do ano passado o aumento foi de 23,7% e no acumulado do ano a alta foi de 24,8%, sendo também o melhor bimestre da história. Segundo a Anfavea, um conjunto de fatores foi responsável por esse crescimento, como maior volume embarcado, novos mercados e produtos mais atrativos.

 

Caminhões

 

Foram 2 mil 702 unidades exportadas, alta de 44,9% na comparação com janeiro. Com relação ao mesmo período do ano passado, a expansão foi de 27,3% e no acumulado o crescimento foi de 43,3%.

 

O principal destino dos caminhões nacionais foi a Argentina, seguida por Chile, Rússia, Peru e Colômbia.

 

Foto: Divulgação.