Com livre comércio, Nissan estuda trazer mais modelos do México

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26/04/2019

São Paulo – A Nissan avalia a importação de modelos produzidos no México como forma de complementar sua oferta local, disse o seu presidente, Marco Silva: “Vemos o livre-comércio como oportunidade para melhor integrar nossas fábricas na América Latina. Importar modelos complementares é visto como algo normal”.

 

O antigo sistema de cota que regia a balança comercial de veículos dos dois países deixou de existir em março. A medida foi considerada abrupta pela indústria nacional, que sempre defendeu a adoção do livre-comércio de forma gradual. O temor é o de que a abertura do mercado enfraqueça a produção brasileira, fazendo com que perca competitividade frente aos veículos estrangeiros.

 

A Nissan mantém produção no México, que abastece aos Estados Unidos e a outros mercados. No mercado interno é líder de vendas. De acordo com dados da Amia, a associação das fabricantes instaladas naquele País, em janeiro foram emplacadas 26,4 mil unidades de veículos Nissan, 11,7% a menos do que em janeiro do ano passado. O mercado mexicano passa por período de crise nas vendas.

 

Foto: Divulgação.