São Paulo – Em mês marcado por paradas na produção por causa das férias coletivas concedidas aos trabalhadores as empresas fabricantes de veículos instaladas na Argentina produziram 31 mil 935 unidades, volume 20,2% inferior ao de junho, apesar de ser 49,8% superior ao de julho do ano passado, mês em que as atividades retornavam após severa quarentena aplicada pelo governo local para conter a covid-19.
Os números foram divulgados pela Adefa, a associação que representa as montadoras daquele país. Daniel Herrero, seu presidente, ressaltou que muitas empresas concederam férias coletivas, que afetaram os volumes do mês: “De toda forma estamos vendo valores de produção e vendas superiores ao período pré-pandemia, o que demonstra o grande trabalho que o setor vem realizando”.
No resultado acumulado de janeiro a julho saíram das linhas de montagem 225,5 mil veículos, 109,3% a mais do que as 107,8 mil unidades do mesmo período do ano passado.
As exportações, em julho, somaram 23,2 mil unidades, avanço de 1,9% sobre junho e de 141,1% sobre igual mês de 2020.
“Julho registrou números muito positivos de exportação", disse Herrero, "sendo o melhor mês, até agora, do ano. O que mostra recuperação também nos mercados para onde enviamos veículos.”
No acumulado do ano as exportações cresceram 108,6% com relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 131 mil 54 unidades.
As vendas ao mercado interno somaram, em julho, 32,3 mil unidades, de acordo com a Acara, que representa o setor concessionário argentino. No ano são 243,1 mil os veículos comercializados naquele país.
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