Locadoras deverão encerrar ano com frota de 1,5 milhão de veículos

São Paulo – As empresas de aluguel de veículos deverão encerrar 2023 com frota de 1 milhão 560 mil unidades. Trata-se do maior volume de automóveis e comerciais leves para o setor já registrado na história do setor no Brasil. A projeção foi divulgada pela ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, durante o 18º Fórum Internacional do Setor de Locação de Veículos.

De janeiro a outubro foram adquiridos 436 mil 579 veículos, o que equivale a 24,76% de todos automóveis e comerciais leves vendidos no País durante este período – historicamente as locadoras são responsáveis por absorver mais de 20% das vendas. No mês passado, por exemplo, foram compradas 54 mil unidades.  

Segundo a ABLA a projeção de compras para novembro e dezembro é de 50 mil carros novos por mês, e a estimativa é fechar o ano com 540 mil veículos 0 KM. Para o ano que vem a expectativa é a de que, devido ao alto custo das passagens de avião e às variações cambiais, continue havendo estímulo a viagens com veículos alugados e, consequentemente, ao negócio.

Os nichos de terceirização de frotas e veículos por assinatura deverão continuar sendo os principais responsáveis pelo aquecimento da demanda. No caso do veículo por assinatura havia aproximadamente 80 mil unidades na modalidade ao fim de 2020, enquanto que, em outubro, essa quantidade dobrou, para 160 mil.

Toyota SW4 ganha nova versão de entrada com mudanças visuais

São Paulo – A Toyota segue ampliando as versões de cada modelo comercializado no Brasil. O SUV SW4 ganhou a configuração SRX Platinum, na opção de entrada, que será produzida junto com as outras na fábrica de Zárate, Argentina. As primeiras unidades chegarão em todas as revendas até o fim deste mês por R$ 380 mil e R$ 386,3 mil na configuração de sete lugares, segundo comunicado divulgado pela empresa. 

Na dianteira o SW4 SRX Platinum traz novos para-choques, grade redesenhada e pormenores em preto brilhante. Na lateral os estribos pretos são novos e na traseira a novidade é o para-choque. A lista de itens de série inclui multimídia com tela de 9 polegadas e conectividade com smartphones, sistema de visão 360º, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, sistema de pré-colisão frontal com frenagem emergencial, alerta de mudança de faixa.

O motor é o mesmo das demais versões, o 2.8 de 204 cv de potência, acoplado a transmissão automática de seis marchas.

Veja abaixo todos os preços e versões:

SW4 SRX Platinum – R$ 380 mil
SW4 SRX Platinum 7S – R$ 386,3 mil
SW4 Diamond – R$ 433,5 mil
SW4 GR-Sport – R$ 447,6 mil

Produção da Marcopolo na África do Sul avança 65%

São Paulo — A produção de ônibus da Marcopolo em sua unidade da África do Sul foi ampliada em 65% e o volume fabricado de janeiro a setembro, 269 unidades, superou todo o ano de 2022, 266 unidades. O desempenho fez com que a participação de mercado passasse de 39% para 47,3%, expansão de 21%.

O motivo para a maior procura pelos produtos deriva da retomada do transporte rodoviário no pós-pandemia, o que reforçou a demanda a partir do aumento do custo das passagens aéreas. Com isto operadores começaram a renovar sua frota.

Destaque para a Intercape, que adquiriu 26 ônibus, sendo dezesseis Paradiso New G7 1800 Double Decker e dez Paradiso New G7 1200, e para a Intercity Express, que incorporou à frota dez unidades Paradiso New G7 1200.

Stellantis inaugura hub de economia circular na Itália e estuda ter um no Brasil

São Paulo – No complexo de Mirafiori, em Turim, Itália, a Stellantis inaugurou na quinta-feira, 23, seu primeiro hub de economia circular, resultado de investimentos na casa dos 40 milhões de euros. O centro faz parte da divisão SUSTAINera, já presente no Brasil por meio de uma operação de remanufatura de peças, que integra as atividades da nova unidade, a primeira de diversas que a companhia pretende ter em todo o planeta.

“Nosso primeiro hub foi estabelecido em Turim e servirá como aprendizado”, disse o CEO global Carlos Tavares, em conversa virtual com jornalistas. “Nossa ideia é ter pelo menos um na América do Norte, um na América Latina e um na África e Oriente Médio. Ainda não sabemos quando, mas estes são os nossos planos”.

Tavares argumentou que a própria sustentabilidade destes centros depende de ter unidades espalhadas ao redor do mundo. Citou a logística como exemplo, pois para que a finalidade dele seja alcançada poucos quilômetros deveriam ser percorridos pelas peças e veículos, e, consequentemente, menos CO2 emitido. Mas há outras particularidades, como as necessidades de cada região e as especificidades para a reciclagem.

O hub de Mirafiori fará a remanufatura de peças e de veículos e a desmontagem dos veículos ao fim de sua utilidade. Ao adotar a remanufatura dos carros a Stellantis pretende alongar a vida útil deles: trocar as peças desgastadas por novas ou remanufaturadas, recuperá-lo esteticamente quando necessário e emitir certificados para que eles voltem ao mercado, como carros usados. 

A remanufatura das peças, já adotada no Brasil, seguirá os mesmos moldes. Compõem o cardápio inicial componentes usados, desgastados ou defeituosos como motores, transmissões e baterias de veículos elétricos. A expectativa é gerenciar mais de 50 mil peças até 2050 e elevar para 150 mil até 2030.

Quando chegarem ao fim de seu ciclo os veículos irão para a reciclagem, na qual algumas peças, ainda em condições, poderão ser reutilizadas na remanufatura ou reencaminhadas como material de reciclagem.

“Estamos industrializando a recuperação e reutilização sustentável de materiais, criando tecnologias e capacidades avançadas conforme crescemos nesta área. Sabemos que o nosso compromisso de remanufaturar, reparar, reutilizar e reciclar não só aliviará a pressão sobre o nosso planeta, mas também trará valor financeiro à Stellantis, protegendo nosso futuro compartilhado conforme transformamos rapidamente o nosso modelo de negócio de produção e consumo”.

A companhia calcula que a sua unidade SUSTAINera será uma das mais promissoras, com objetivo de gerar mais de 2 bilhões de euros em receitas até 2030.

Omoda e Jaecoo chegam ao Brasil em operação independente da Chery

São Paulo — Duas marcas chinesas pertencentes à Chery, que antes da fusão com a Caoa manteve operação solo no Brasil, estream no mercado brasileiro em 2024. Segundo informou em comunicado serão importados, inicialmente, dois modelos Jaecoo e um Omoda, dando início a uma nova operação, independente da Caoa Chery.

Os veículos, disponíveis em diferentes versões, serão equipados com motorizações híbrida leve, híbrida plug-in e 100% elétrica. A empresa disse que está investindo no País, embora não tenha divulgado valores, e formando sua equipe local, com o escritório em processo de seleção.

A Omoda se classifica como uma marca de espírito jovem, comprometida com veículos “de design avançado e tecnologia do futuro”. A Jaecoo é especialista em off-road que quer liderar uma nova tendência neste segmento urbano.

Segundo a empresa o recente anúncio do governo brasileiro a respeito da volta do imposto de importação para veículos eletrificados, a partir do ano que vem, não muda seus planos de chegada ao Brasil.

Novo SUV compacto da Toyota entra em produção em dezembro de 2024

São Paulo — A Toyota programa para dezembro de 2024 o início da produção de seu novo produto, um SUV compacto com motor híbrido flex, que deverá ser o Yaris Cross. Segundo seu presidente para o Brasil, Rafael Chang, todos os novos modelos Toyota terão pelo menos uma versão eletrificada:

“Acho importante lembrar que nosso índice de eletrificação está aumentando, porque não é futuro, é presente”, afirmou durante sua apresentação no Congresso AutoData Perspectivas 2024, organizado em 21 e 22 de novembro no Espaço Fit Eventos, em São Paulo. “Para nós, mais do que uma nova tecnologia pois existe uma real redução de carbono.”

A companhia projeta para o ano que vem crescimento sustentável, em um mercado de 2,3 milhões de unidades “ou um pouco mais”. As três fábricas no Estado de São Paulo, em Sorocaba, Indaiatuba e Porto Feliz, estão a todo vapor, com produção de 200 mil unidades ao ano, operando em suas capacidades máximas, patamar que deve ser mantido no ano que vem.

No Brasil a Toyota oscila de 8% a 10% de participação de mercado, com a preocupação de atender ao cliente e ser sustentável no futuro: “O share é consequência”.

A meta de Chang é manter, também de forma sustentável, 12% de participação de mercado na América Latina. As exportações vão bem: cerca de 40% do que é produzido no Brasil são enviados para 22 países.

Mais investimentos

Chang esteve há um mês no Japão para discutir com a matriz os novos planos de investimento para o Brasil, até 2030. Mas nem mesmo parte do motor híbrido flex que hoje equipa versões Corolla e Corolla Cross deverá ser nacionalizada. A razão é sempre a escala.

Agora, com o novo compacto hibrído flex, a Toyota quer ganhar escala no mercado interno e externo: “No processo de eletrificação temos de colocar na discussão a rede de fornecedores, porque são parte fundamental na indústria e no apoio às montadoras. Vemos com bons olhos a chegada de mais veículos industrializados e junto com a chegada de outras marcas concorrentes. Isso tudo vira escala”.

A montadora também faz estudos para tornar realidade um inédito modelo PHEV, híbrido flex plug-in, sem fornecer pormenores, contudo, de em que carro estrearia esta nova tecnologia.

Da mesma forma Chang admite estar estudando a continuidade ou não da linha Yaris, já em fim de ciclo, para o mercado brasileiro. Ou seja: 2024 será um ano de importantes decisões para manter a Toyota como protagonista no setor automotivo.

Mercedes-Benz espera que o Mover traga previsibilidade aos negócios

São Paulo — Na expectativa do crescimento do mercado, acompanhado de aumento na produção e em exportações, a Mercedes-Benz espera um 2024 positivo, segundo expôs Roberto Leoncini, seu vice-presidente de marketing, vendas e serviços, durante o Congresso AutoData Perspectivas 2024, organizado de 21 a 22 de novembro no Espaço Fit Eventos, em São Paulo.

Focada na descarbonização a companhia também tem boas perspectivas com a nova fase do Rota 2030, o Mover, e com qual ou quais soluções apresentará e planejará a sua infraestrutura. Leoncini destacou ainda a possibilidade dos combustíveis sintéticos que, junto com os biocombustíveis, podem ser alternativas no rodízio de soluções que cada cliente vai ter à disposição conforme sua operação.

Os novos parâmetros do Mover, em sua opinião, deverão trazer a previsibilidade dos negócios e facilitar os investimentos para a cadeia: “Trará segurança para que elas desenvolvam soluções para serem utilizadas aqui. Porque dificilmente encontraremos fora daqui soluções com as características de nosso País”.

O vice-presidente espera que o Mover traga incentivos ao desenvolvimento que permitam às indústrias enxergar no longo prazo e, em função disto, trazer os investimentos e ter algum tipo de apoio do governo em inovação, novas tecnologias, em novas soluções, tornando o Brasil num polo exportador: “Alguns outros países têm características similares às nossas em pavimentação, infraestrutura, alta variação de temperatura”.

Economia positiva

Na macroeconomia Leoncini estimou que o PIB seja de 1,5% alinhado ao mercado. O dólar em R$ 5 a R$ 5,05, a taxa Selic com expectativa de 9,25%, “embora eu desejasse que fosse menor”. A inflação estável, de 3,90% a 3,92%, muito focada na meta.

No mercado de caminhões, Leoncini não projeta números, mas aposta que fique maior do que este ano, 94 a 97 mil unidades: “A produção acompanha o tamanho do mercado, e queremos crescer junto com ele”.

Em sua visão as exportações crescerão: “Para nos proteger da taxa de câmbio temos que crescer, pois nossos veículos têm muito bom desempenho em outros países e ainda somos fornecedores de Euro 3 e Euro 5 para alguns países”.

A Mercedes-Benz também terá uma série de novos serviços no âmbito da descarbonização, porque quando se fala de elétrico se fala de gestão de carregamento de baterias e outros serviços que virão sob demanda em veículos de zero emissões e serviços digitais.

Com o Euro 6 estabilizado, em preço e em oferta no portfólio de caminhões e ônibus, um PIB positivo, o agronegócio sendo o carro-chefe no transporte de carga, programas do governo, com retomada da construção de casas populares e o PAC, importantes para as grandes obras e os caminhões off-road, a Mercedes-Benz tem um amplo portfólio para atender a estes segmentos, Leoncini disse.

No segmento de ônibus espera-se a renovação no segmento rodoviário e nos sistemas urbanos, além do programa Caminho da Escola.

Em dia com a agenda ESG

Em descarbonização o portfólio da Daimler Truck conta com a marca Mercedes-Benz e outras, e no segmento de ônibus o eO500U, atração do estande na Bus World na Bélgica, que está na linha de produção em São Bernardo do Campo, SP.

“Seremos um hub para exportar este chassi ao mundo, além de soluções elétricas, como caminhão de lixo, e cavalos mecânicos e chassis de caminhões em várias capacidades em baterias, e estamos atentos para ver o que será melhor no Brasil.”

O Mover também gera expectativa nos estímulos aos investimentos de veículos autônomos, a exemplo do caminhão desenvolvido pelo Ypê e mais de 1 mil unidades de caminhões autônomos em parceria com a agrotech Grunner, para a colheita de cana e agora expandindo para outras colheitas, vasto potencial para que substitua máquinas agrícolas.

“A Mercedes-Benz tem a maior frota de caminhões autônomos nível 4 em circulação no País para ambientes confinados, cada vez com maior demanda por causa da dificuldade em encontrar motoristas, em ambientes confinados, no meio do nada, realizando serviços repetitivos. Isso é um desafio maior pois temos muitas oportunidades para nossos caminhões autônomos no ano que vem e também para desenvolver soluções vocacionadas.”

Volvo acredita em ano melhor depois de queda

São Paulo — Após um ano de retração nas vendas de 15%, pouco melhor do que os 20% projetados pela empresa no começo de 2023, a Volvo Caminhões prevê que 2024 será melhor, com redução da taxa Selic, retomada do setor de construção civil e agronegócio resistente às intempéries.

“Ainda não temos uma visão clara do que será 2024, mas existem alguns fatores positivos. Primeiro é a agricultura que está apontando um ano forte, apesar do El Niño com muita chuva que está afetando o Rio Grande do Sul. Mas, no geral, a previsão é que o ano seja um pouco melhor na produção”, afirmou Alcides Cavalcanti, diretor de operações da Volvo Caminhões no Congresso AutoData Perspectivas 2024, organizado de 21 a 22 de novembro no Espaço Fit Eventos, em São Paulo.

Além da agricultura Cavalcanti apontou outros setores como importantes para a retomada nas vendas. A mineração estável, projetos florestais para celulose com rotas de transporte mais longas e outras apostas, como a construção civil. O executivo, no entanto, evitou cravar um número de variação do mercado.

Como é um polo exportador a fábrica da Volvo em Curitiba, PR, sentiu a perda nas vendas externas em 2023 puxada pela Argentina e espera uma melhora em 2024: “A gente tinha que administrar a Argentina. Tinha demanda, mas não conseguíamos fornecer os caminhões porque não havia certeza de receber. O mercado deu uma reduzida forte, mas Chile e Peru continuam estáveis”.

Cavalcanti também anunciou que a Volvo Caminhões está trabalhando com três tecnologias para descarbonização: gás, hidrogênio e elétricos, além dos propulsores a combustão mais eficientes: “O FM elétrico, apresentado na última Fenatran, por exemplo, já foi testado em várias aplicações [no Brasil] com autonomia de 400 quilômetros e já está em fase de negociação com alguns clientes no segmento de pesados”.

Já sobre a renovação da frota de caminhões no País Cavalcanti mostrou-se otimista quanto à possibilidade de o programa de reciclagem do governo se tornar permanente:

“A frota do Brasil é muito antiga. Então realmente acreditamos que um plano de renovação perene, no qual as regras estejam claras, o mercado seja devidamente avisado de como deve funcionar, pois do jeito que foi feito não deu tempo para as montadoras colocarem o programa em marcha”.

Stellantis planeja para 2024 maior investimento da história

São Paulo – Após anunciar as plataformas eletrificadas para os novos projetos no Brasil o Grupo Stellantis deve anunciar ciclo de investimento recorde já em 2024. Foi o que projetou Carlos Kitagawa, CFO da Stellantis para a América Latina, durante o Congresso AutoData Perspectivas 2024, organizado de 21 a 22 de novembro no Espaço Fit Eventos, em São Paulo.

Kitagawa não cravou uma data exata para o início do novo ciclo mas deu a entender que será a partir do ano que vem, pois as novas plataformas eletrificadas Bio Hybrid entram em produção já a partir de 2024: “A nossa região é muito significativa para a Stellantis no mundo e nós temos, sem dúvida, a crença de que continuaremos a investir muito forte aqui. Então, sim, estamos prestes a anunciar o maior investimento da indústria automotiva aqui do Brasil e isto será em breve porque inclui nosso processo de descarbonização”.

O executivo confirmou que sobre a plataforma Bio Hybrid serão produzidos carros híbridos flex leves, autorrecarregáveis e plug-in a até 100% elétricos, desenvolvidos e fabricados no Brasil com índices relevantes de fornecedores locais.

A Stellantis é a principal beneficiada dos incentivos federais para montadoras no Nordeste do País. Com fábrica em Goiana, PE, o grupo recebe benefícios cuja renovação até 2032 está em discussão no Congresso, inserido no projeto de reforma tributária. O chefe financeiro diz que a empresa é a favor da medida:

“Tomamos a decisão de investir em uma região que não tinha tradição industrial. Estamos lá há oito anos e a indústria automotiva sabe o quanto precisamos de tempo para maturar o investimento em um polo. Em Pernambuco já atraímos 38 fornecedores para nosso parque e, mesmo assim, ainda temos um gargalo muito grande com relação às montadoras do Sul e Sudeste que já têm seu parque industrial estruturado”.

O objetivo do grupo é aumentar o número de fornecedores instalados na região dos 38 atuais para cinquenta até o ano que vem e chegar a cem no fim da década.

A ida da planta da Jeep para o Nordeste gerou uma série de custos, como comprar de fornecedores distantes e depois enviar de Pernambuco os carros prontos para os maiores mercados do Sudeste, além de gastos com treinamento de pessoal.

“O custo de transformação, no fim das contas, acaba representando 5% do custo de um carro porque grande parte dos gastos para produzir um veículo é formado 80% de material que compramos de todo o Brasil, e trazer peças de São Paulo, do Sul para produzir, industrializar e depois trazer para o grande mercado consumidor. Isto tudo forma um gargalo de desenvolvimento.”

Volkswagen é a Empresa do Ano do Prêmio AutoData

São Paulo – A Volkswagen foi eleita a Empresa do Ano pelos participantes do Congresso AutoData Perspectivas 2024. O anúncio foi feito na tarde da quarta-feira, 22, no Espaço Fit Eventos, em São Paulo, onde foi realizado o evento. Neste ano a novidade foi que os participantes do congresso elegeram a empresa vencedora por meio de votação em um totem instalado ali.

Pouco antes o ex-COO da Stellantis América Latina, Antonio Filosa, atual CEO global da Jeep, recebeu virtualmente o troféu de Personalidade do Ano. Ele foi eleito pelos leitores da revista AutoData e da Agência AutoData na votação encerrada no começo de novembro – todos os vencedores já haviam sido revelados mas a Personalidade do Ano foi divulgada apenas no evento.

Antonio Filosa foi eleito a Personalidade do Ano. Foto: Bruna Nishihata.

Posteriormente foram entregues os prêmios aos representantes dos vencedores das quinze categorias, também eleitos pelos leitores de AutoData. A cobertura completa estará na edição 406 da revista, de dezembro.

Veja as empresas vencedoras: