Corolla agora tem motor 2.0 de Porto Feliz

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03/09/2019

São Bernardo do Campo, SP – Embora a novidade mais marcante da décima-segunda geração do Toyota Corolla produzida em Indaiatuba, SP, seja a opção de motor híbrido flex em uma das suas versões, a produção local de um motor a combustão é, também, marco importante para a companhia aqui. Pois será a primeira vez que o sedã trará sob o capô motor produzido em fábrica de Porto Feliz, SP, que recebeu R$ 600 milhões em investimento para ter em suas linhas o 2.0 Dynamic Force.

 

Com a expansão a fábrica alcançou capacidade para produzir 174 mil motores/ano, incluindo os 1.3 e 1.5 que equipam Etios e Yaris produzidos em Sorocaba, SP. Segundo Celso Simomura, vice-presidente de compras e engenharia, só para o Dynamic Force foram desenvolvidos doze fornecedores locais.

 

Não significou, no entanto, aumento de nacionalização: por embutir amplo conteúdo eletrônico muitos componentes ainda são importados: “A geração anterior tinha em torno de 70% de itens localizados. Mantivemos esse porcentual com o motor novo, pois o nível de tecnologia embarcada não permitiu avançar”.

 

Bloco, cabeçote e bielas são produzidos em Porto Feliz. Aisin, Barossi, Benteler, Bosch, Cestari, Dana, FM, Freudenberg-NOK, GKN, HBA, Mahle, Schaeffler fornecem outros itens como bombas, mangueiras, tubos, cárter e pistões.

 

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Nas contas da Toyota o motor nacional entrega 15% a mais de potência do que seu antecessor, alcançando 177 cv. O consumo foi reduzido em 9% na comparação com o 2.0 da geração anterior do Corolla. Outra novidade importante é a transmissão CVT com tecnologia Direct Shift: com o auxílio de engrenagens na caixa o carro alcança desempenho melhor na baixa rotação, aprimorando a arrancada – e solucionando uma das reclamações dos clientes do sedã.

 

Dotado de sistema flex fuel o Corolla 2.0 será, nas contas da Toyota, responsável pela maior parte das vendas – 3,5 mil unidades mensais, ante 1 mil do híbrido. Também possui catálogo mais amplo, com três versões: GLi, XEi e Altis. O câmbio manual foi aposentado na linha Corolla.

 

A GLi, de entrada, traz ar-condicionado manual, direção elétrica, computador de bordo com tela de 4,2 polegadas e sistema multimídia Toyota Play com tela de 8 polegadas sensível ao toque, com conexão para smartphones dos sistemas Android Auto e Apple CarPlay – outra demanda dos clientes. Por R$ 99 mil 990.

 

Na XEi o cliente tem ar-condicionado automático, controle de velocidade de cruzeiro, sistema de partida por botão e faróis de neblina em LED. Por R$ 110 mil 990.

 

Por fim a Altis, topo de linha da gama, oferece faróis dianteiros em LED, pacote de segurança Toyota Safety Sense, ar-condicionado automático dual zone, banco do motorista com regulagem elétrica, teto solar elétrico e sensor de chuva. Por R$ 124 mil 990.

 

Foto: Divulgação.