Portfólio importado garante crescimento expressivo. Além de dez novidades para 2025 a Ford cogita desenvolver tecnologia híbrida flex.
São Paulo – A Ford comemorou resultados expressivos conquistados em 2024, quando concluiu a estruturação da operação de importação de veículos no Brasil, segundo seu CEO para a América do Sul, Martín Galdeano: “Serão 48 mil unidades negociadas em 2024, aumento de 70% sobre o ano passado. Estamos todos contentes: a rede de distribuidores e todos aqueles que se empenharam para conquistar este resultado”.
Para 2025 a expectativa é de continuar melhorando a oferta de produtos no País, com dez lançamentos, de atualizações dos modelos já ofertados à chegada de novos. Um deles, já anunciado, é uma versão do supersportivo Mustang com transmissão manual, contou Marcel Bueno, diretor de marketing da Ford para a América do Sul: “Será uma peça de colecionador, pois traremos pouquíssimas unidades para aqueles que realmente são apaixonados e que terão a possibilidade de trocar as marchas deste puro-sangue”.
Galdeano comemorou as 30 mil Ranger vendidas no Brasil, o maior volume da história da Ford no País. Por isto já está programado o aumento de 15% da produção na Argentina, que passará a 70 mil unidades em 2025:. Tivemos um crescimento de 7 pontos porcentuais nas vendas das versões topo da gama, que representam hoje 50% do volume no Brasil”.
Além do resultado no mercado Galdeano observou aos jornalistas, durante encontro para o balanço do ano, que está no radar da companhia o desenvolvimento da tecnologia híbrido flex. Sem operação fabril no País a Ford exportaria a tecnologia. Por exemplo para o México, onde é produzida uma versão híbrida da picape Maverick, já vendida no Brasil.
No caso da Ford, que tem à sua disposição no País o Centro de Desenvolvimento e Tecnologia, que funciona no Senai Cimatec de Camaçari, BA, esta operação pode ser beneficiada com os créditos de 50% a 70% do Mover, dependendo do investimento em P&D e infraestrutura de laboratório no Brasil.