Desemprego atinge 13,5 milhões de pessoas no País

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A taxa de desemprego no Brasil, no 2º trimestre de 2017, foi estimada em 13%, o que representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação. Este indicador apresentou queda de 0,7 pp com relação ao trimestre anterior, 13,7%. Quando comparada com o 2º trimestre de 2016,11,3%, a taxa aumentou 1,7 ponto porcentual. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, Pnad Contínua, relativa a abril, maio e junho, divulgada pelo IBGE.

 

A subutilização da força de trabalho recuou de 24,1% no primeiro trimestre de 2017 para 23,8% no segundo trimestre. O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 26,3 milhões de pessoas no País no período. No primeiro trimestre, eram 26,5 milhões nessa condição. Embora tenha recuado o total de desocupados, houve aumento no montante de trabalhadores subocupados.

 

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, “nos estados onde houve aumento da desocupação não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego”.

 

De acordo com a pesquisa, houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade. Na região Norte a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%.

 

Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%.

 

Já a taxa de rendimento médio real de todos os trabalhos fechou o segundo trimestre em R$ 2 mil 104, enquanto a massa de rendimento médio real ficou estável em R$ 185,1 bilhões.