São Paulo – A produção da Marcopolo reagiu no último trimestre de 2021, com alta de 37% ante os três meses anteriores, o que pode sinalizar recuperação do setor, um dos que mais sofreu durante a pandemia. Tanto que o volume fabricado ao longo de todo o ano passado ainda está aquém do total de 2020: as 7,3 mil unidades dedicadas ao mercado interno tiveram redução de 18,2% e, as 1,8 mil exportadas, queda de 18,7%.
A produção de ônibus da marca em outros países, por sua vez, apresentou expressivos crescimentos, embora em menor escala. Na Argentina, as 843 unidades representaram expansão de 263,4% frente ao ano anterior. No México, os 1 mil 63 veículos significaram alta de 46,8% em relação a 2020 e, na África do Sul, os 240 ônibus demonstraram aumento de 41,2%.
Em seu balanço a Marcopolo afirmou que apesar da ligeira redução na participação do mercado brasileiro, de 58,7% para 56,9%, ainda mantém a liderança no segmento. O recuo foi justificado “pela ausência de grandes entregas de ônibus urbanos direcionados ao programa federal Caminho da Escola e também pela queda no volume das exportações”.