Caxias do Sul, RS — A Ouro Verde, de Curitiba, PR, especializada na gestão da terceirização de frotas, apurou receita líquida operacional de R$ 256,9 milhões no primeiro trimestre, avanço de 41,2% sobre igual período de 2021. De acordo com a empresa o fortalecimento da participação empresa no mercado brasileiro contribuiu para o desempenho positivo nos seus diferentes segmentos de operação.
Por segmento no mercado de veículos leves a Ouro Verde conquistou receita líquida de R$ 125,7 milhões no período, avanço de 55,1%. O desempenho é reflexo do crescimento de 121,7% nos contratos de gestão e terceirização de frotas e de 80,2% na venda dos ativos.
Em equipamentos pesados e maquinários a receita líquida somou R$ 131,2 milhões, com crescimento 30%, exclusivamente nos contratos de gestão e terceirização de frotas.
Na avaliação de Cláudio Zattar, presidente e CEO da companhia, “temos grandes oportunidades de expansão. Observamos uma mudança cultural no ambiente corporativo brasileiro, no qual as empresas reconhecem e comprovam os benefícios dos serviços terceirizados de frotas para os seus negócios. Investimos na operação para responder à demanda do mercado e seguiremos focados na ampliação da base de clientes. Planejamos expandir a atuação para novos setores da economia”.
No primeiro trimestre o investimento chegou a R$ 424,1 milhões, crescimento de 43,4% com relação ao mesmo período do ano anterior, com 98% do valor alocado em renovação e expansão da frota. A frota atual da companhia é de 27 mil 641 veículos leves e 9 mil 976 modelos pesados e maquinários, altas de 51% e 33%, respectivamente. O total é de 37 mil 617 ativos, alta de 45,7% sobre o mesmo período de 2022.
Zattar anunciou como metas para o ano o aporte de R$ 100 milhões na compra de cem caminhões elétricos.
A Ouro Verde é controlada desde 2019 pela Brookfield, gestora global de ativos. A acionista investiu R$ 170,5 milhões no primeiro trimestre.