“Este é um setor que vem crescendo”, constatou Paulo Miguel Júnior, vice-presidente da entidade. “Empresas de transporte perceberam que seus negócios são de logística e não de veículos, portanto estão migrando suas frotas, ao optarem por pagar pelo uso e não pela posse.”
O dirigente acrescentou que como os setores de construção civil, logística e agronegócio seguem aquecidos, este produto deve continuar sendo buscado para ser ofertado por meio de aluguel, tanto que todas as montadoras dispõem de empresa própria para esta finalidade.
Os emplacamentos de ônibus e micro-ônibus também tiveram destaque no ano passado, ao expandir 27,9%, com 2,7 mil unidades, o que levou a frota total a 8,8 mil veículos, avanço de 10,5%.
“Tivemos um ano aquecido em 2024 e, talvez em 2025, com a continuidade de investimentos de programas públicos, a demanda deverá se manter em alta.”
A compra de motos disparou quase 90%, com 70,5 mil unidades. A frota foi ampliada em 81,4%, para 140,8 mil veículos: “Este é um mercado que está crescendo muito no Brasil. Seja para logística, entregas de supermercados, drogarias e outras encomendas, além do serviço de moto táxi”.
O número de locadoras no Brasil aumentou 19,2%, no ano passado, para 31,4 mil empresas – inclusas as 7,7 mil dos outros meios de transporte, como motos, caminhões e ônibus. Com isto o número de empregos foi ampliado em 7,5%, superando, pela primeira vez, a marca de 100 mil funcionários: 105,6 mil.
Foi o que afirmou o presidente da Abla, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, Marco Aurélio Nazaré, durante entrevista coletiva de imprensa na terça-feira, 25:
“Existe um forte potencial no negócio de aluguel de carros apesar do momento em que vivemos. A questão é que a atividade demanda muito capital intensivo e com custo muito alto, com o maior juro real do mundo. Ao mesmo tempo temos procura por nossos produtos e serviços, o que faz com que tenhamos de seguir investindo. E nos obriga a ajustar as tarifas para termos a sustentabilidade do nosso negócio”.
O dirigente relatou, ainda, que nos últimos dois anos foi observada forte depreciação dos seminovos, o que fez com que o intervalo da compra do 0 KM para a venda do usado aumentasse, o que coincidiu com o aumento do custo do capital:
“Temos nos perguntado: como conviver com esses problemas? Precisamos ser resilientes o suficiente para nos adaptarmos e ajustarmos nossa gestão para manter a capacidade de geração de caixa. Por este motivo comparemos o mesmo número de carros de 2024, cerca de 650 mil, ou até um pouco menos, o que dependerá do quão agressivas as montadoras serão com suas políticas comerciais, cientes de que compramos de 25% a 30% da produção nacional”.
Nazaré afirmou que se a Selic subir mais – o que é aguardado, uma vez que a projeção do Boletim Focus é que a taxa encerre 2025 a 15% ao ano – o volume de emplacamentos deverá diminuir. Ele reconheceu, contudo, que o potencial de crescimento deste mercado “é muito grande, podendo duplicar ou triplicar”.
O reflexo na redução da rentabilidade das locadoras foi mostrado no ano passado com a renovação de frota em detrimento da ampliação do volume, que aumentou 3%, para 1,6 milhão de unidades. Com isto a idade média da frota baixou de 18,3 meses para 17,5 meses.
Aquisição de veículos para locação é focada em modelos de entrada
Outro ponto é que os veículos adquiridos tiveram seu tíquete médio reduzido de R$ 112,6 mil em 2023 para R$ 105,9 mil em 2024, o que deverá seguir baixando este ano, segundo Paulo Miguel Júnior, vice-presidente da Abla.
Os modelos mais adquiridos no ano passado foram veículos de entrada, como hatches e sedãs pequenos que, somados, representaram 50% das compras. Os SUVs ainda têm participação relevante na frota, de 22,4%, decorrente de aquisições de anos anteriores, mas a tendência é que a aquisição diminua.
“Trata-se de mix de veículos mais baratos que se enquadram ao perfil atual do usuário brasileiro, que não tem tanta renda disponível para a locação de veículos”, disse Miguel Júnior. “Por isto tivemos de baixar o tíquete médio, o que não quer dizer que o custo do carro diminuiu. E esta é tendência explicitada por empresas de mercado aberto.”
Dados da Abla mostram que o Volkswagen Polo Track foi o modelo mais emplacado pelas locadoras no ano passado, com quase 65 mil unidades. Junto com a Fiat, as fabricantes representaram mais da metade das aquisições das locadoras, tendo a GM na terceira colocação, com 14,8% de participação.
Quanto aos eletrificados foram emplacadas 7,9 mil unidades, alta de 108,5%, sendo a maioria híbridos leves e plug-ins, o que compõe frota de 14,9 mil unidades, que avançou 77,4% no ano passado. Segundo o vice-presidente modelos 100% elétricos têm mais saída em carros por assinatura e logística.
Em 2024 foram investidos R$ 68,7 bilhões para a compra dos automóveis e comerciais leves novos, alta de 17,8%. Sobre a destinação dos veículos alugados 54% foram de longo prazo, em contratos feitos por empresas ou clientes de carro por assinatura. Enquanto que o de curto prazo, dedicado ao turismo de lazer e negócios e para motoristas de aplicativo, respondeu por 46%.
Nazaré acredita que, dadas as condições econômicas, a procura pela locação de longo prazo aumentará em maior escala do que a de curto prazo, que sofre mais com capacidade de pagamento limitada: não raro as empresas parcelam em até dez vezes valores a partir de duas diárias.
“Neste cenário de crédito caro e escasso e de preços dos carros ainda elevados a locação torna-se mais vantajosa do que a compra de veículos, que implica, principalmente, custos de aquisição, manutenção e depreciação.”
São Paulo – A Volare apresentou seu primeiro micro-ônibus movido a GNV, gás natural veicular, ou biometano: unidades do Fly 10 estão em circulação em Guarulhos, SP, e em Belo Horizonte, MG, e foram apresentadas no Seminário do Seclima, organizado pela Prefeitura de São Paulo.
Equipado com três cilindros de combustível, capazes de armazenar 360 litros de GNV ou biometano, proporciona autonomia de até 450 quilômetros, dependendo da aplicação. O sistema está disponível no Fly 10 para segmentos urbano, executivo e escolar.
A tecnologia deverá ser expandida para outros modelos do portfólio Volare, que conta também com o Attack 10 híbrido, elétrico e flex, apresentado no ano passado. Seu desenvolvimento demorou quatro anos e a sua operação reduz em até 96% as emissões de material particulado e em até 84% os gases que causam efeito estufa.
São Paulo – A Ducati anunciou a chegada de uma nova motocicleta para o mercado brasileiro, a Hypermotard 698 Mono RVE, que teve sua montagem limitada a cem unidades na fábrica de Manaus, AM. Elas foram distribuídas para as concessionárias, com preço de R$ 95 mil, e algumas já foram vendidas.
O CEO Daniel Paixão disse que a expectativa para o ano é de produzir cerca de 1,3 mil motocicletas na fábrica instalada no PIM, Polo Industrial de Manaus: “Nosso portfólio é todo nacional. A fábrica é dedicada ao mercado brasileiro e não exportamos, mas buscamos localizar todos os produtos que vendemos por aqui”.
Daniel Paixão, CEO da Ducati no Brasil
Na comparação com 2024 o volume de produção e vendas ficará estável, segundo o CEO.
A Hypermotard 698 Mono é a primeira Ducati supermotard monocilíndrica de uso urbano, equipada com o motor Superquadro Mono de 695 cm³, o mais potente da sua categoria no País, com 77,5 cv de potência. Este motor é derivado do Superquadro de 1 mil 285 cm³ de cilindrada que equipa a 1299 Panigale, utilizando algumas tecnologias de ponta como válvulas de admissão em titânio e camisas do cilindro em alumínio.
São Paulo – A explicação para a chegada de tantas marcas chinesas ao mercado brasileiro nos últimos meses está nos números: o Brasil é sexto maior mercado do mundo, com vendas projetadas na faixa de 2,8 milhões de unidades, somados leves e pesados, em 2025.
“Não existe marca global, seja asiática ou europeia, que não tenha o Brasil no radar”, disse Ronaldo Znidarsis, CEO da Zeekr. Ele participou do Fórum Direções: Conexão Brasil-China, organizado pela revista Quatro Rodas na terça-feira, 25, em São Paulo. Henrique Sampaio, diretor de marketing e produto da SAIC, que planeja começar a vender seus carros no segundo semestre, concordou e acrescentou: “O brasileiro absorve muito rápido as novidades. E hoje o que há de mais novo na indústria automotiva vem da China”.
Para fazer companhia à Chery, agora Caoa Chery, e Jac, já por aqui há mais de uma década, chegaram GWM e BYD e, mais recentemente, anunciaram início de operações, somente no segmento de leves Neta, Zeekr, Omoda Jaecoo, Leapmotor, Geely, GAC e SAIC – e há outras em tratativas avançadas e em outros segmentos, como a Foton.
“Temos contrato assinado com duas marcas e estamos fechando com uma terceira, de vários segmentos”, afirmou Oswaldo Ramos, consultor da PRA Consultoria e Serviços Automotivos. “Não posso revelar os nomes pelos contratos de confidencialidade. Mas existem mais negociações.”
A atratividade do mercado brasileiro serve ao planejamento, na China, de ampliar suas exportações de veículos devido ao excesso de capacidade. Segundo Cláudia Trevisan, diretora executiva do CEBC, Conselho Empresarial Brasil China, de sexto em 2019 a China passou a maior exportador do mundo no ano passado, superando Estados Unidos, Alemanha, Japão, Coreia do Sul e México: “Eles miram a Rússia, de onde as montadoras ocidentais saíram [por causa da guerra com a Ucrânia], os países do Golfo, a África e a América Latina”.
Esta visão para o Exterior mexe também no planejamento de desenvolvimento de produto: os chineses começaram a pensar em carros que não sejam para seu público doméstico, segundo Sampaio, da SAIC: “As áreas overseas das empresas chinesas são as que mais crescem. Com a competitividade do mercado local, onde existem mais de 150 marcas, é na exportação em que estão as maiores margens. Nos bastidores eles trabalham mais em desenvolvimento de híbridos, já de olho no Brasil”.
Preço por aqui não deverá ser problema, mesmo com a recomposição do imposto de importação para eletrificados.
“Os planos da GAC foram feitos já prevendo o retorno do imposto”, disse Marcello Braga, diretor de marketing da empresa que tem planos de iniciar sua operação ainda no primeiro semestre. “Haverá esforço para não repassá-lo ao consumidor e, mais à frente, pretendemos a produção local para escapar desta questão tributária.”
Produzir no Brasil está nos planos
A Caoa Chery é, hoje, a única a produzir carros, em Anápolis, GO – e tem uma fábrica parada em Jacareí, SP, na qual a Omoda Jaecoo, que é do Grupo Chery, está de olho. Mas quase todas divulgam plano de produzir seus veículos por aqui.
Das que participaram do Fórum Quatro Rodas as exceções são a Jac, que chegou, no passado, a anunciar produção em Camaçari, BA, mas abortou o plano, e a Zeekr, que pertence ao Grupo Geely e foca no segmento de luxo. A GAC tem plano de investir US$ 1 bilhão, a BYD constrói sua fábrica na cidade onde a Jac cancelou seus planos e a GWM programa ainda para o primeiro semestre a inauguração de sua unidade em Iracemápolis, SP. A Leapmotor, que integra a Stellantis, não confirmou oficialmente, mas tem à disposição toda a estrutura do grupo por aqui.
E a SAIC, que entrará com a marca MG, disse que seus planos serão divulgados no segundo semestre, segundo Sampaio: “Quem vem com intenção de entrar forte no mercado brasileiro precisa ter uma fábrica”.
No início de abril a Geely, que fez parceria com a Renault, revelará seu primeiro carro e seu planejamento de vendas e produção local, na fábrica de São José dos Pinhais, PR.
“Nós vendemos quase 30 mil unidades no ano passado e temos uma fábrica com capacidade para 50 mil veículos por ano”, disse Ricardo Bastos, diretor de assuntos institucionais da GWM. “Inauguraremos uma fábrica com mais de 50% de capacidade usada.”
Até que ponto é uma invasão chinesa?
Para Sérgio Habib, presidente da Jac Motors, os chineses estão chegando em grande número de marcas mas não devem ameaçar os volumes das montadoras já consolidadas: “Para competir aqui, de igual para igual, é preciso ter um hatch com motor 1.0 flex. Sem essa jabuticaba, sem carros com preços inferiores a R$ 160 mil, a chamada invasão chinesa não deverá superar os 10% do mercado”.
Ele alertou também para as vendas de 100% elétricos, que têm caído – embora a dos híbridos, puxados pelos MHEV da Fiat, e dos PHEV tenham seguido trajetória oposta: “Ao fim deste ano os elétricos não representaram mais do que 2,3% das vendas”.
São Paulo – O Grupo Sada anunciou Luísa Medioli como responsável pela recém-criada diretoria de sustentabilidade e pela condução de todas as iniciativas da empresa nesta área. Formada em relações internacionais pelo IBMEC a executiva também tem MBA em administração de negócios pela Rotterdam School of Management.
Antes de assumir a posição Medioli trabalhou diretamente na agenda de inovação e estratégia do Grupo Sada, liderando o estabelecimento do mapa estratégico dos cinquenta anos da empresa.
Em outra vertical de negócios, a rede de concessionárias Deva, também foi anunciada mudança, tendo Luca Medioli como responsável pela nova gerência comercial. Com a reorganização as gerências comerciais de vendas a governos e de vendas corporativas estão subordinadas à gerência executiva.
O executivo anteriormente integrou a área de planejamento e análise financeira. Formado em administração pela PUC MG ele está concluindo o MBA em engenharia de produção na USP.
São Paulo – A Phinia anunciou David Angelo como o novo gerente de marketing para o mercado de reposição da América do Sul. Sua missão será reforçar a presença da marca por meio do desenvolvimento de produtos e da comunicação com diferentes públicos de interesse estratégico para a empresa.
Com 22 anos de carreira, dos quais oito deles na Alemanha, o executivo acumula experiência com consultoria de campo e treinamento para empresas do mercado de reposição além de gestão de categorias de produtos e desenvolvimento de marca própria para empresas do segmento de distribuição.
Formado em mecatrônica automotiva pela BK Lüttfeld, com especialização em tecnologia de automóveis pela IHK Darmstadt/SEAT, na Alemanha, David trabalhou na Agria-Werke e na Autohaus Stegelmann, e na Rede Pitstop e Fortbras, no Brasil.
São Paulo – As vendas de veículos, na Colômbia, somaram 31,5 mil unidades no primeiro bimestre, alta de 15,8% sobre iguais meses do ano passado, de acordo com dados divulgados pela Andemos, entidade que representa o setor de veículos no país. Em fevereiro foram comercializados 17,1 mil veículos, volume 9,6% maior do que o registrado em igual mês do ano passado e 18,8% maior do que as vendas de janeiro.
No bimestre os SUVs representaram mais da metade das vendas, com participação de 53,8% e 16,9 mil unidades. Os hatches aparecem em segundo lugar com 7,9 mil vendas e participação de 25,2%, e as picapes ficaram na terceira colocação com 2,4 mil unidades e market share de 7,6%.
No ranking por marca a disputa ficou aquecida por Renault e Kia: a primeira vendeu 4,5 mil unidades até fevereiro e a segunda 4,3 mil. Em terceiro lugar ficou a Toyota com 3,2 mil.
São Paulo – A GAC Motor anunciou que fechou parceria com o banco Santander para que os carros da marca, que começarão a ser vendidos no Brasil no segundo trimestre, possam ser adquiridos por meio da Santander Financiamentos.
O primeiro lote com cerca de trezentos veículos de três modelos de sua submarca GAC Aion, vindos da China, deverá desembarcar no País em meados de abril.
São Paulo – A indústria de blindagem veicular bateu recorde no Brasil no ano passado, pela quarta vez em sequência: segundo a Abrablin, Associação Brasileira de Blindagem, foram 34,4 mil veículos blindados, crescimento de 17,5% sobre 2023. O quinto ano consecutivo de recorde, em 2025, é esperado pelo setor, que se prepara para atender à forte demanda crescente pelo serviço.
Para Michel Haddad, diretor de relações com OEMs do setor automotivo e de inteligência de vendas da blindadora Carbon, a expectativa é avançar mais de 10% em 2025. Em entrevista exclusiva à Agência AutoData ele disse que, após investir R$ 75 milhões em 2024 e crescer 40%, a empresa já possui um novo ciclo de investimento em andamento:
“Serão aplicados R$ 50 milhões em 2025 para ajudar na ampliação de nossas operações e para uma nova fábrica de vidros. O valor também será usado para elevar o volume de veículos blindados no ano, aumentando o nosso faturamento de R$ 470 milhões em 2024 para R$ 600 milhões em 2025”.
A expectativa da Carbon é blindar 6 mil veículos em 2025, uma expansão de 25% sobre o volume do ano passado.
A nova fábrica de vidros, citada pelo executivo, ficará instalada em Jarinu, SP, com previsão de iniciar suas operações ainda no primeiro semestre, unindo-se às outras duas instaladas em Atibaia e Mogi das Cruzes, também no Estado de São Paulo. A fábrica de blindagem da empresa está instalada em Barueri, SP.
Michel Haddad, diretor da Carbon
Segundo o diretor hoje a Carbon é líder do mercado de blindados. Ele disse que o grande diferencial da empresa para conquistar novos clientes está no prazo da blindagem, que no seu caso leva cerca de 22 dias úteis, enquanto as demais empresas precisam de dois meses.
As expectativas da Carbon para o mercado seguem em linha com as da Abrablin, que não espera um recuo em 2025 e acredita que o mercado pode crescer, mas depende de alguns fatores, segundo o seu presidente, Marcelo Silva:
“Depende da economia do Brasil: se ela crescer e a venda de veículos novos for representativa o mercado de blindagem acompanha e cresce, como acontece historicamente. Uma projeção neste momento não é possível, mas acreditamos que o setor não oscile para baixo, em razão da cultura de blindagem já estar bem presente na mente das pessoas, para além de questões de segurança”.
Marcelo Silva, presidente da Abrablin
A cultura da blindagem citada pelos executivos se refere ao público que entra no segmento e não sai mais. Em alguns casos o cliente pode até comprar um carro mais barato do que o anterior mas mantém a blindagem em busca de mais segurança.
O Brasil é uma referência global em blindagem veicular. O mercado cresce ano a ano porque quem blinda o seu primeiro veículo em tese não deixa de blindar os seguintes. A blindagem tem avançado para além do Sudeste, com demandas crescente no Sul e no Nordeste, afirmou o presidente da Abrablin.
A entidade calcula que a frota blindada em circulação no País gira em torno de 400 mil unidades.
Demanda pela blindagem nacional no Exterior
A blindagem da Carbon levantou o interesse da Volvo Cars, que atualmente é parceira global da empresa e oferece seus veículos blindados de fábrica para os clientes no mundo todo. Parte dessa demanda é atendida pela Carbon, que já exportou modelos Volvo para diversos países.
Novos projetos com outras montadoras em formato parecido estão em negociação pela empresa, que busca avançar também com vendas externas uma vez que no Brasil já detém varias parcerias comerciais. Neste caso as montadoras mantêm a garantia de fábrica do veículo após a blindagem realizada pela Carbon.