São Paulo – A Ram Rampage, que recentemente superou a marca de 45 mil unidades vendidas desde o seu lançamento, em 2023, traz novidades para a linha 2026, que teve redução nos preços que chega a R$ 30 mil, de acordo com a Autoesporte – caso da topo de linha R/T, a única com o motor 2.0 Hurricane 4 Turbo a gasolina, com 272 cv de potência e 400 Nm de torque.
Esta versão também recebeu nova calibração no conjunto de suspensão e agora os pneus Pirelli de medida 235/55 R19 vêm com a tecnologia Seal Inside, que permite que o veículo continue rodando em caso de perfurações de até 5 mm.
Nas versões diesel segue o motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv de potência e 450 Nm de torque. Para as versões Rebel, Laramie com pacote Night Edition, e R/T foi agregado o acabamento escurecido nas lanternas. A Big Horn, modelo de entrada, sai de fábrica com sensores de estacionamento na dianteira.
Confira as versões e os preços
Rampage Big Horn 2.2 Turbodiesel 2026 – R$ 226 mil 990 Rampage Rebel 2.2 Turbodiesel 2026 – R$ 252 mil 990 Rampage Laramie 2.2 Turbodiesel 2026 – R$ 262 mil 990 Rampage R/T 2.0 Turbo Gasolina 2026 – R$ 269 mil 990
De acordo com a Autoesporte, que fez os cálculos da mudança dos valores de tabela, a Big Horn 2025 custava R$ 242 mil 990 e, portanto, chega com redução de R$ 16 mil.
A Rebel era vendida por R$ 270 mil 990 e o custo diminuiu em R$ 18 mil. A Laramie custava R$ 283 mil 990 e ficou R$ 21 mil mais barata. E a RT baixou R$ 30 mil.
São Paulo – BYD e Honda foram as marcas que mais ganharam participação no mercado brasileiro de janeiro a junho. A nona e a oitava mais vendida, respectivamente, registraram crescimento nas vendas na casa dos dois dígitos: 48,5% no caso da BYD e 24,9% no da Honda. A marca chinesa ganhou 1,2 ponto de participação no mercado e a japonesa 0,8 ponto, além de, cada uma, subir um degrau no ranking.
Ganharam a posição da Nissan, que foi, dentre as dez mais vendidas, a que mais perdeu participação e vendas: queda de 15,3% e 0,7 ponto porcentual a menos. Outra com redução na casa dos dois dígitos foi a Chevrolet, 13,7% de recuo nos emplacamentos e 2,2 pontos de participação a menos.
A Volkswagen, vice-líder, também aumentou em dois dígitos as vendas: 11% de elevação, o que garantiu mais 1,1 ponto de fatia no mercado. Chegou mais perto da líder Fiat, que registrou aumento de 7,7% nos licenciamentos e 0,7 p.p. a mais.
A Renault também registrou crescimento de vendas, ao passo em que Toyota, Hyundai e Jeep fecharam o período com queda.
São Paulo – Com presença confirmada do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a GWM programou para a sexta-feira, 15, a inauguração da sua fábrica de Iracemápolis, algumas vezes adiada. O primeiro modelo a sair das linhas será o SUV Haval H6. As linhas começam operando em um turno, empregando cerca de quinhentos e trinta trabalhadores.
O H6 será produzido em suas quatro versões: uma híbrida convencional e três híbridas plug-in, com diferentes potências. Todas unem um motor a gasolina com outro elétrico – a opção flex ficou para o ano que vem. Até o fim do ano a programação é abrir um novo turno, agregar mais quinhentos trabalhadores e produzir outros dois modelos, a picape Poer P30 e o H9, com motor 2.4 turbodiesel e transmissão automática de nove marchas.
“A fábrica já está operando na produção de veículos pré-série, dos três modelos”, disse disse Ricardo Bastos, diretor de assuntos institucionais da GWM. “Na inauguração oficial mostraremos um veículo de série pronto, exatamente como ele será vendido nas concessionárias.”
O lançamento da picape Poer P30 e do SUV H9 está previsto para setembro, com o início das vendas sendo abastecido por unidades importadas. Outra novidade programada é o SUV híbrido plug-in Wey 07, para outubro, e ainda sem previsão de produção local.
Para o ano que vem, quando a fábrica estará operando em dois turnos e com três modelos correndo em duas linhas, a expectativa é somar mais de 30 mil unidades produzidas. De acordo com Bastos o próximo passo será chegar a 50 mil unidades por ano a partir de 2028.
O processo vai além da montagem de veículos, disse o diretor. Na unidade será realizada toda a soldagem da carroceria e a pintura. As peças estampadas chegarão importadas, sem prazo para localização, assim como motor e câmbio. A localização de fornecedores deverá ganhar força no ano que vem: neste início o volume de itens locais será baixo, com quase tudo importado da China.
Bastos disse não ser uma operação CKD ou SKD: a GWM utiliza outro sistema que importa item por item, o que traz ganhos fiscais.
“Para nós é mais lucrativo trazer peça por peça. É mais trabalhoso, mas compensa. Importamos cerca de 3 mil itens para montar o carro. Este ano teremos alguns componentes locais, como pneus, mas a expectativa é avançar no prazo de um ano para 35% o conteúdo comprado localmente para conseguir exportar para países da região.”
Segundo Bastos 105 fornecedores nacionais assinaram acordo com a GWM para conhecer os projetos das peças que pretende localizar e, a partir disso, cada empresa decide se terá como atender às demandas para entrar na concorrência.
Vendas e Rede
De janeiro a julho a GWM vendeu 19,2 mil unidades no País, expansão de 21% sobre iguais meses do ano passado, de acordo com Diego Fernandes, COO da empresa. O volume foi puxado, principalmente, pelo Haval H6, mas também teve impulso importante do Ora 03 e do Tank 300.
Até dezembro o portfólio da GWM dobrará de tamanho e, com o objetivo de ganhar mercado no País, uma vez que atualmente sua participação de 1,4%, a montadora também pretende ampliar a sua rede de concessionárias, que sairá de 104 lojas no começo de agosto para 130.
São Paulo – Foram vendidos, no Brasil, de janeiro a julho, 10 milhões de veículos usados, 14,2% acima do mesmo período de 2024. Contribuiu para o resultado o desempenho de julho, 1,7 milhão de veículos vendidos, o maior volume para o mês desde que a entidade começou a tabular os dados do mercado.
“Ainda temos expectativa positiva para o fechamento do ano com um bom resultado, em torno de 16 milhões de veículos, mas depende muito do comportamento da economia e do crédito. Estamos acompanhando estes fatores com muita atenção”.
Os registros diários no mês passado giraram em torno de 75 mil unidades, alta de 16,6% frente à média do mesmo período em 2024. Os modelos mais demandados foram Volkswagen Gol, com 76,5 mil vendas, Chevrolet Onix, com 42 mil, e Hyundai HB20, com 40,4 mil.
Quanto aos comerciais leves o pódio de julho foi composto por Fiat Strada, com 41 mil, Volkswagen Saveiro, com 24,8 mil, e Toyota Hilux, com 20,6 mil.
São Paulo – A indústria automotiva da região tem encontro marcado a partir de terça-feira, 12, no 7º Congresso Latino-Americano de Negócios da Indústria Automotiva, importante evento anual promovido por AutoData que, neste 2025, reunirá líderes da Argentina, Brasil, México e de outros países da América Central e do Sul.
Com programação gratuita e formato 100% online o congresso será realizado até a quinta-feira, 14, com três dias de painéis, debates e apresentações sobre os rumos dos negócios automotivos no continente. Participarão executivos de montadoras, de empresas sistemistas, de entidades representativas e de especialistas que acompanham de perto os movimentos estratégicos da cadeia automotiva latino-americana.
Como palestrantes já confirmados estão Christopher Podgorski, presidente da Scania Latin America, Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais da Marcopolo, Ricardo Cardoso, presidente da Iveco Group na Argentina, e Roger Armellini, diretor regional da Toyota para América Latina e Caribe e CEO Deputy da Kinto Brasil.
Presidentes de associações de diversos países — dentre elas Anfavea, Adefa, Amia, Sindipeças, Afac, Ina, Fenabrave, Aladda, Amda, Acara, Cavem, Anac, AAP e Aconauto — também terão participação ativa no congresso, compartilhando análises e estratégias diante dos desafios e oportunidades da região.
Dentre os principais temas em debate estão
os efeitos dos conflitos internacionais nos negócios,
a reação da indústria latino-americana à ofensiva chinesa,
descarbonização, eletrificação e o potencial do programa Mover,
o papel das exportações e da integração regional via Mercosul, e
segurança veicular, investimentos e reconfiguração da distribuição.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail seminarios@autodata.com.br ou pelo telefone/WhatsApp 11 93372 1801.
São Paulo – O Chevrolet Onix alcançou a marca de 3 milhões de unidades produzidas na fábrica da General Motors em Gravataí, RS. Assim o modelo ultrapassou o Corsa, que somou 2,9 milhões de unidades até 2016, quando foi descontinuado, e assumiu a posição de modelo mais fabricado nos 100 anos da companhia no Brasil.
O pódio é agora formado por Onix, Corsa e Celta, com 2,1 milhões de unidades. Depois vêm Chevette, com 1,4 milhão e S10, com 1,3 milhão. O ranking dos dez mais produzidos é completado por Opala, com 1 milhão, Monza, com 900 mil, Astra, com 615 mil, Vectra, com 540 mil e Montana, com 460 mil unidades.
São Paulo – A Caoa alcançou a marca de 200 mil SUVs produzidos na fábrica instalada em Anápolis, GO. O modelo que simbolizou o marco foi um Tiggo 8 Pro de sete lugares.
A fábrica emprega atualmente 6 mil trabalhadores e tem área construída de 208 mil m². Em 2025 os modelos Caoa Chery produzidos em Anápolis, os SUVs Tiggo 5, Tiggo 7 e Tiggo 8, somaram 35 mil emplacamentos até julho, representando 2,6% do total vendido de automóveis e comerciais leves no período.
São Paulo – Julho foi o melhor mês de vendas da Ford no Brasil em 2025, chegando a 5,8 mil unidades comercializadas. O resultado foi impulsionado pela Ranger, modelo mais vendido, que também teve em julho o seu melhor desempenho no ano, com 3,1 mil emplacamentos.
São Paulo – As vendas de caminhões somaram 10,5 mil unidades em julho, queda de 5% na comparação com igual mês do ano passado e 25,7% superior às de junho, de acordo com os dados divulgados pela Fenabrave na segunda-feira, 4. Apesar das vendas menores na comparação anual o presidente da Arcélio Júnior ressaltou que o volume do mês passado superou a média mensal do primeiro semestre, que ficou em torno de 8,9 mil.
Ele disse que já era esperado aumento com relação a junho, pela maior quantidade de dias úteis: foram 23 em julho e 20 em junho. “Além deste fator a redução na expectativa de volume total de emplacamentos para o ano estimulou fabricantes e concessionários a adotarem postura mais agressiva de vendas, para acelerar o giro dos estoques”.
No acumulado do ano o mercado de caminhões registra queda de 3,8%, com 63,9 mil unidades emplacadas.
O segmento de ônibus somou 2,8 mil vendas em julho, volume 7% menor do que o vendido em idêntico mês do ano passado. Na comparação com junho houve incremento de 16,8%.
No acumulado do ano as vendas cresceram 18%, com 16,7 mil ônibus emplacados, mas esse avanço deverá ser menor até dezembro, caindo para 6%, porque o impulso do programa Caminho da Escola está acabando de acordo com Arcélio Jr:
“Na primeira parte de ano tivemos um volume total de emplacamentos bastante superior aos volumes comparados aos de 2024 em função do programa Caminho da Escola. Mas estes volumes estão se esgotando ao longo dos meses, indicando queda no crescimento das vendas, conforme as projeções da Fenabrave, que apontam para um aumento de 6%”.
São Paulo – A Stellantis divulgou a abertura das inscrições para o seu Programa Estelar Jovem Aprendiz 2025, que tem o objetivo de recrutar setecentas pessoas de 18 a 21 anos, com ensino médio completo, para trabalhar nas unidades de Betim, Contagem e Itaúna, MG, e Goiana, PE.
A companhia informou que é importante residir em uma das localidades onde as vagas estão disponíveis e ter interesse de trabalhar nas áreas administrativas e/ou de produção. O início das atividades está programado para o período de agosto a novembro.
Com duração de até dois anos o programa tem carga horária de quatro a seis horas diárias, definida conforme a necessidade da área. Para os cursos de seis horas haverá experiência prática na empresa com formação técnica no Senai. Já nos de quatro horas haverá apenas a formação teórica.