São Paulo — Umas das empresas que mais se renovaram nos últimos anos no segmento de autopeças, a BorgWarner planeja seguir crescendo por meio de aquisições. De acordo com Arnaldo Iezzi, vice-presidente da companhia na Europa, há ainda lacunas a serem preenchidas na operação, tanto em produtos quanto em composição da equipe de engenharia.
"Devemos avançar nesse sentido no campo das baterias, no qual ainda precisamos crescer para atender às demandas futuras", disse o executivo no último dia do Seminário AutoData Compras Automotivas — O Novo Normal, na quarta-feira, 19, via internet. O plano, segundo ele, é global, ainda que tenha foco em mercados europeus e na Ásia.
Para o mercado da América do Sul, contou Iezzi, a empresa observa oportunidades na reposição e, também, em eventuais avanços sobre plataformas a combustão: "Uma vez que a matriz estiver focada na eletrificação sobrará maquinário passível de ser absorvido pela operação brasileira, que poderá, assim, expandir sua capacidade para atender ao mercado interno, a região e, também, o Exterior".
Por ora a empresa atende no País demandas OEM com turbocompreesores e componentes de transmissão a partir da produção de Itatiba, SP. Houve expansão recente das linhas para o fornecimento de turbos para veículos da Stellantis.
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