Lançado em 2018 no Salão de Los Angeles, Califórnia, o Palisade chega importado da Coreia do Sul em sua geração mais recente. Traz dentro do capô motor V6 de 3,8 litros que gera até 295 cv com transmissão automática. Oferece tração integral e generoso pacote de tecnologia.
Com 4m995 de comprimento, 1m975 de largura e 1m750 de altura o SUV tem acabamento de nível premium e transporta até oito pessoas, com duas fileiras de bancos com três assentos.
Por enquanto apenas na versão Signature, nas cores branca, cinza, azul e preta com acabamento interno branco ou preto, entra em pré-venda por R$ 449 mil 990 mediante reserva de R$ 5 mil no site da Hyundai,
A companhia confirmou, também, que o próximo importado a chegar ao mercado brasileiro será o 100% elétrico Ioniq 5.
São Paulo – O mercado do Peru manteve, em julho, a tendência de queda do primeiro semestre: foram comercializados 11,1 mil automóveis e comerciais leves, resultado 16,9% menor do que o registrado em igual mês do ano passado. Na comparação com junho houve crescimento de 2,8%, de acordo com os dados divulgados pela AAP, Associação Automotiva do Peru.
No acumulado até julho as vendas somaram 100,1 mil unidades, volume 13,5% menor do que o registrado no mesmo período de 2023. Com o resultado negativo do mês passado o porcentual de queda aumentou 0,5 pp.
A Toyota dominou o mercado peruano e vendeu 18,3 mil unidades de janeiro a julho, liderando o ranking por marca. Em segundo lugar ficou a Hyundai com 8,3 mil, seguida pela Kia, com 7,6 mil.
As vendas de caminhões, em julho, somaram 979 unidades, volume 1,2% menor do que o vendido em julho do ano passado — com relação a junho houve queda de 11%. No acumulado do ano foram vendidos 7 mil veículos, recuo de 0,2% na comparação com idêntico período de 2023.
No segmento de ônibus foram comercializadas 305 unidades em julho, alta de 2% sobre igual mês de 2023, e sobre junho o incremento foi de 20,1%. Nos sete primeiros meses o mercado peruano comprou 1,6 mil ônibus, volume 20,2% superior ao comercializado nos mesmos meses do ano passado.
São Paulo – Estão abertas as inscrições para a décima-quarta edição do Prêmio de Responsabilidade Socioambiental da Mercedes-Benz. O objetivo é “estimular, divulgar e homenagear as melhores práticas de fornecedores e concessionários que trazem benefícios ao meio ambiente e à sociedade”.
São Paulo – A Jeep somou 1 milhão de SUVs vendidos no mercado brasileiro desde 2015, quando inaugurou sua fábrica de Goiana, PE. Metade do volume corresponde ao primeiro modelo a sair da linha de produção, o Renegade.
Com 450 mil unidades o segundo modelo mais comercializado no Brasil é o Compass, cuja produção foi iniciada em Goiana em 2016 – o Brasil foi o primeiro país a produzir e a comercializar a nova geração do SUV. E para alcançar a marca de 1 milhão somam-se as 50 mil vendas do Commander, produzido a partir de 2021.
A empresa observou que para continuar a ampliar os números passou a oferecer, desde abril, cinco anos de garantia aos três modelos, e renovou toda sua gama recentemente, com a chegada do motor Hurricane de 272 cv e de novas versões para Compass e Commander, além da recente apresentação da gama 2025 do Renegade.
A definição do IPI verde é a mais relevante dentre as regras do Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação, segundo Fernandes, pois é a partir das alíquotas e das diretrizes do decreto que o plano de produto avançará. Certo, mesmo, é que o primeiro Haval H6 produzido no Brasil será híbrido plug-in: “A localização de outros modelos está em discussão, mas precisamos conhecer todas as regras do Mover, principalmente do IPI verde. Isto precisa ser definido pelo governo para que as conversas internas avancem”.
Com 15,9 mil unidades comercializadas de janeiro a julho o COO da GWM disse que a projeção para 2024 é comercializar mais de 30 mil unidades. O portfólio recentemente cresceu: o Haval H6 PHEV19 foi acrescentado para dar ao consumidor uma opção plug-in mais barata – e, devido ao seu sucesso, tornou-se grande candidato a ser o primeiro nacional. Para o ano que vem a expectativa é de um volume ainda maior, disse Fernandes.
A chegada das marcas Tank, com pegada mais off-road, e Wey, com foco em SUVs luxuosos, deverá gerar movimento maior para a rede GWM. Os modelos serão vendidos no mesmo showroom do Haval H6 e do Ora 03, no e-commerce da GWM e na loja oficial no Mercado Livre.
Planos de produção local
A previsão da GWM é de iniciar a produção em série, ainda em CKD, em abril ou maio de 2025, com expectativa de fabricar 20 mil unidades no primeiro ano e evoluir até os 100 mil veículos/ano. Os primeiros pré-série serão montados em dezembro, segundo a empresa. Fornecedores locais serão agregados à operação conforme o avanço da montagem CKD no ano que vem.
Chegar a um volume produtivo relevante e com bom porcentual de conteúdo nacional é uma meta da GWM para conseguir exportar para toda a América Latina por meio dos acordos comerciais que o Brasil possui com os países da região. Chegando a 40% de conteúdo local já será possível iniciar as exportações, desde que a montadora se comprometa a chegar a 60% nos meses seguintes.
São Paulo – Três utilitários produzidos na mesma fábrica, pela mesma empresa mas com logotipos e nomes diferentes, são os únicos concorrentes de um segmento com forte histórico no mercado brasileiro. Citroën Jumpy, Fiat Scudo e Peugeot Expert ocupam, hoje, parte da lacuna deixada pela Volkswagen Kombi desde a sua aposentadoria. Oferecem capacidade de carga superior aos furgões Fiat Fiorino, Peugeot Partner Rapid e Renault Kangoo, mas não tão grande como as Fiat Ducato, Citroën Jumper e Peugeot Boxer, que concorrem com outros modelos tradicionais.
Fiat Scudo. Foto: Pedro Bicudo/Divulgação.
Jumpy, Scudo e Expert são as vans que cabem na garagem: as D-Vans têm 1m90 de altura, dentro da legislação de tamanho mínimo dos portões de shopping, supermercados e edifícios comerciais e residenciais, de 2m10. Têm 2m20 de largura e 5m30 de comprimento, o mesmo de uma picape do segmento D.
Segundo Alexandre Aquino, vice-presidente da Fiat América do Sul, elas representam 16% das vendas de vans do mercado brasileiro, segmento que responde por 3% dos emplacamentos. No ano passado, de acordo com a Fenabrave, foram 7,2 mil unidades licenciadas das três marcas:
“É difícil mensurar o tamanho do mercado, porque acabam concorrendo com os modelos menores e os maiores”, analisou Aquino. “Mas é um segmento de enorme potencial. O e-commerce vem puxando a demanda”.
Citroën Jumpy. Foto: Divulgação.
Aquino, junto de Felipe Daemon, vice-presidente da Citroën, e Fabiana Figueiredo, vice-presidente da Peugeot na região, apresentaram à imprensa os três modelos que ganharam algumas mudanças em design e segurança. Eles diferem apenas pelos emblemas que identificam seus nomes e parte da grade dianteira, onde, além de ostentar os logotipos das marcas das concessionárias onde serão vendidas – no caso de Peugeot e Citroën, já os novos –, apresentam uma leve mudança nos pormenores.
Produzidas na Nordex, no Uruguai, fábrica da qual a Stellantis adquiriu 49% de participação, Jumpy, Scudo e Expert trazem dentro do capô motor 1.5 turbodiesel, com start stop, que ajuda na economia de combustível. Como novidade oferecem direção elétrica e melhorias na estrutura, que dão mais segurança, e sensores de estacionamento. Internamente são inéditos os volantes, quadro de instrumentos e rádio, com touchscreen e bluetooth.
As concessionárias Citroën, Fiat e Peugeot venderão duas versões: a cargo, destinada a mercadorias, e a multi/vitre, com janelas e que pode ser, também, equipada com bancos para transporte de passageiros.
A personalização é outro ponto forte das vans Stellantis, que homologou sete transformadores. É possível fazer vans para transporte executivo, com poltronas confortáveis, para transporte de cadeirantes, motorhomes, oficina móvel, carga refrigerada e até ambulância.
São três opções de cores: branco, preto ou cinza. Os preços sugeridos são R$ 211 mil 990 na versão cargo e R$ 217 mil 990 na envidraçada. As importações do Uruguai, que sofreram com as greves no primeiro semestre, já estão sendo normalizadas, garantiram os executivos.
São Paulo – Com passagem por General Motors, Toyota, Lexus, Caoa e RX, dentre outras empresas, Rodrigo Rumi assume a vice-presidência de marketing, vendas, pós-venda, inovação e novos negócios da Lecar, a empresa que Flávio Assis, fundador, chairman e CEO, pretende transformar em uma montadora de veículos de novas tecnologias de propulsão.
Rumi, pós-graduado e com MBA em marketing pela ESPM, acumula mais de 20 anos de experiência no setor e chega à empresa para conduzir a estratégia integrada das áreas e trazer soluções voltadas à mobilidade sustentável, segundo comunicado divulgado pela Lecar.
São Paulo – Desde 2013, quando se instalou em Ponta Grossa, PR, a DAF Caminhões registrou a produção de 40 mil caminhões. O marco foi registrado com um modelo XF 6×2 equipado com motor 530 cv, um dos dez pesados mais vendidos no Brasil em 2024, que integra agora a frota da Théo Transportes.
A entrega do DAF 40 mil ocorreu no início de agosto, na sede da empresa, cerimônia que reuniu, além de executivos da DAF, representantes da concessionária DAF Eldorado, responsável pela venda, e da equipe da Théo.
São Paulo – A Tupy registrou o maior valor trimestral de Ebitda ajustado de sua história. De abril a junho alcançou R$ 395 milhões, com margem de 14,1%, avanço de 290 pontos-base em comparação aos 11,2% obtidos no mesmo período do ano passado. No balanço do segundo trimestre houve ainda outro feito: a geração de caixa operacional atingiu R$ 413 milhões, maior volume para o período.
Com lucro líquido de R$ 18 milhões e receita de R$ 2,8 bilhões a multinacional brasileira justificou que os números decorrem do desempenho operacional, das iniciativas de gestão de capital de giro e do resultado dos negócios provenientes da aquisição da MWM.
De acordo com o CEO da Tupy, Fernando de Rizzo, “mesmo diante da redução de volume, conseguimos avançar na execução de nossa agenda estratégica, que visa a uma companhia mais eficiente e diversificada, o que se deve à nossa disciplina financeira e à captura de sinergias das operações”.
Novos contratos, como a manufatura dos cabeçotes do motor MAN D26 para os modelos Meteor e Constellation da Volkswagen Caminhões e Ônibus, atualmente usinados pelo cliente na Alemanha, que passarão a ser feitos na MWM em São Paulo, e o fornecimento de blocos de motores para um dos maiores fabricantes globais de veículos comerciais leves, demanda originada pela maior procura por picapes, adicionarão receitas de R$ 200 milhões ao ano a partir de 2025, quando atingirão sua magnitude.
São Paulo – A aposta da BorgWarner nos turbocompressores, que trouxe bons resultados à companhia ao integrarem veículos de passeio lançados no ano passado, continua escrevendo seu capítulo na história da empresa. Como tendência que veio para ficar os motores com turbo deverão seguir puxando a melhora do desempenho na fábrica de Itatiba, SP, cuja expectativa é a de avançar de 3% a 4% em 2024, tanto em volumes como no faturamento.
A projeção é de Melissa Mattedi, diretora geral para emissões, turbos e sistemas térmicos da BorgWarner no Brasil, que sucede a Wílson Lentini desde o início do ano. Embora este seja um ano de estabilidade e de manutenção dos resultados conquistados, principalmente por causa dos novos projetos de carros de passeio, a executiva está otimista.
“A penetração do turbo no mercado da América do Sul está escalonada. Vemos demanda crescente não só por causa da descarbonização mas pela economia de combustível, melhora da eficiência energética e redução de poluentes. E, no Brasil, o programa Mover só deverá potencializar esse movimento.”
Dentre os principais clientes de automóveis e comerciais leves da BorgWarner estão Stellantis, inclusos Pulse, Fastback, Toro e Strada, da Fiat, Renegade, Compass e Commander da Jeep, Peugeot 208 e Citroën C3 Aircross, em motores 1.0 e 1.3, e Volkswagen, em que todas as motorizações 1.0 utilizam turbos da marca, Polo, Nivus, Virtus e T-Cross.
“Estamos conversando com as equipes no Exterior, pois alguns projetos são feitos em conjunto com as montadoras, a fim de verificar a possibilidade de localizar mais versões de turbo”, afirmou a executiva. “Mas com os volumes atuais é possível afirmar que 50% dos turbos flex que rodam no Brasil saem de Itatiba.”
Diretora geral da fábrica em Itatiba Melissa Mattedi aposta no crescimento escalonado de motores com turbocompressores em toda a América Latina: “Quem experimentou um carro com turbo não quer saber de outro sem”. Foto: Divulgação.
Meta é elevar produção da fábrica de 78% para 85% da capacidade
No atual cenário o planejamento para a fábrica de Itatiba, onde 80% do faturamento provêm dos turbocompressores, é promover melhorias ao negócio principal e reduzir a capacidade ociosa: “Não temos planos de expandir a unidade, mas de elevar a produtividade e avançar em melhorias no parque fabril, a fim de atender aos volumes escalonados. Afinal de contas apostamos no fato de que quem experimentou um carro com turbo não quer saber de outro sem ele”.
A meta é elevar o índice atual da produção, de 78%, para 85% e, assim, baixar a ociosidade de 22% para 15%: “Estamos trocando várias máquinas com tecnologia mais nova. Recentemente adquirimos quatro máquinas de grande porte, como balanceadoras e retíficas”.
Embora não informe o total de empregados Mattedi disse que, devido à adequação da mão de obra ao maquinário, o total de mão de obra é suficiente para atender os dois turnos de produção que, em algumas linhas, chegam a três turnos.
Na fábrica de Itatiba são produzidos também itens de gerenciamento térmico, como embreagens viscosas e ventiladores, sistemas de sincronismo do motor e correntes de sincronismo e ball bearings, ou rolamentos, presentes em veículos comerciais da Scania e da Volvo.