KPMG: parcerias serão fundamentais na sobrevivência da indústria.

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CompartilheCongresso AutoData 2019
16/10/2018

São Paulo – Para sobreviver a indústria automotiva precisa estar antenada, construindo novas parcerias e relações de negócios. É a opinião de Ricardo Bacellar, diretor da área automotiva da KPMG, em apresentação no segundo dia do Congresso AutoData Perspectivas 2019, na terça-feira, 16, em São Paulo, Capital.

 

Para Bacellar uma expectativa enorme pelo Rota 2030 não é por acaso: “É preciso ter previsibilidade, uma boa visão do que vem pela frente, para ser assertivo no planejamento hoje e não errar lá na frente. Todo processo de disruptura tem uma curva de aprendizado longa, e as empresas precisam montar um planejamento estratégico para ações que só vão começar a chegar ao mercado em 5 ou 6 anos”.

 

Para o diretor da KPMG a inovação está em tudo: é preciso repensar produtos, modelos de produção, matriz energética, relação com consumidor etc., ou seja, “todos os elos que pertencem ao ecossistema”.

 

A partir dos estudos lançados pela KPMG que dão suporte à indústria Bacellar citou três vetores sobre o futuro do segmento que impulsionam o direcionamento de planejamento: veículos elétricos, veículos autônomos e serviços de mobilidade.

 

Para o executivo a solução está em se unir com outras indústrias, de forma rápida. “Precisamos arregaçar as mangas e tomar uma atitude pró-ativa. Existem empresas oferecendo serviços de mobilidade que geram receitas”, disse Bacellar, citando o caso da Sem Parar.

 

Para ele, é preciso sair da zona de conforto e fazer parceria com outras indústrias provedoras de experiências. “A questão é: há um mar de oportunidades e as perspectivas são enormes. O importante é saber onde priorizar, colocar as fichas.”

 

Foto: Rafael Cusato