
Custo das caronas é mais atrativo do que pegada ecológica
São Paulo — O 22 de setembro ficou estabelecido como o Dia Mundial sem Carro, data que o mundo convencionou para iluminar o debate em torno da utilização excessiva do automóvel e pela diversificação por meio de outros modais de transporte como forma de reduzir emissões. Uma das alternativas que vinha ganhando força no mercado antes da pandemia era o compartilhamento: aumentar a ocupação dos veículos, em tese, diminuiria o volume da frota circulante e, baseados nessa premissa, surgiram modelos de negócios no País, como o do Waze Carpool e o da BlaBlaCar.

























